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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Inspiração: +40 Fotos surreais e curiosas deixadas pelo furacão Sandy


Com a Sandy fazendo sucesso nos EUA, a internet estava em chamas nos últimos dias (ou mais do que nos últimos dias...). Tanto faz, o que eu gostei mesmo foram as fotos estilo pós-apocalíptico que saíram aos montes. Paisagens devastadas, cenários curiosos, reação das pessoas (filmes de apocalipse, vocês vão precisar se atualizar!) e muita inspiração para quem quer participar do NaNoWriMo*. Aqui vai algumas das que eu mais gostei!  #SouDaquelasQueCurteFotoDeLugarAbandonadoNo9gag
*Comentário sobre NaNoWriMo e bloqueio criativo no final!



Fotos "simbólicas"







"Banheiro funcionando. Não é o mais limpo. Qual o tamanho da sua necessidade?"


"Aberto. Almoço de graça para qualquer um que precise!"

Estátuas que sobreviveram...





Personagens e momentos

Em breve no game de survival horror mais perto de você.

Pessoas trabalhando em uma fazenda devastada. Mais fotos.

Um zumbi? Suicídio pós-apocalíptico?

Pessoas em NY correndo na NYC Marathon, mas NÃO esse ano durante o Sandy. Ela foi cancelada e os maratonistas se juntaram como voluntários para resolver os problemas do furacão. Ainda assim, achei legal a ideia de um monte de gente correndo uma maratona em um cenário pós-apocalíptico. Por que é isso que eles fazem primeiro, né? Fingem que está tudo bem, ignoram e continuam o que estava programado para não surtar. 

Isso me lembrou o filme Presságio. Ou alguma coisa com cavaleiros do apocalipse... 





"se prepare para o apocalipse zumbi"


Um bando de gente encolhida num canto com medo? Acho que não...


Foto do Haiti. Isso é pra lembrar que os EUA não foram os únicos atingidos. 

Paisagens/cenários da devastação

Super-heróis, cadê vocês?




Titanic versão metrô

Porque trem é muito mainstream. 




Vai pescar o que hoje? ;x


Não é nesse lugar a cena de O Espetacular Homem-Aranha que o Lagarto deixa o táxi?



Como eu vi alguém falar: "o poder do Olimpo"
Haha! Desculpa, mas isso não estaria completo sem uma foto dela, né? Nana Gouvêa fotos - Nana Gouvêa em desastres

Eu adorei essas fotos e enquanto dividia por "tipo" percebi que tinha tudo a ver com o mês do NaNoWriMo. Sério que você consegue ter um bloqueio criativo depois de ver essas imagens? Exercita! Olha pra elas, deixa a imaginação rolar. Só com esse post dá pra escrever 50.000 palavras de uma história. "As aventuras de um bombeiro gordinho sobrevivendo à Sandy armado apenas de um pé de cabra e tinta spray". Cada imagem um capítulo. 

O NaNoWrimo é ver se você consegue cumprir a meta de 50.000 palavras, não importa como e, PRINCIPALMENTE, sem se preocupar com o que está escrevendo. "Ninguém vai ler..." Não importa. "Está repetindo muito a mesma palavra..." Não importa. "Acho que isso é cientificamente improvável". Não importa. "Eles vendem burritos na China?" Não importa. Apenas escreva. Mais tarde, outro mês, você pensa nisso. 

domingo, 15 de abril de 2012

Discussão: Distópico vs. Pós Apocalíptico


O Paulo aqui do blog encontrou esse texto da autora Julie Kagawa ("O Rei de Ferro") falando sobre a diferença entre distopia e pós-apocalípse, que no meio dessa avalanche de livros desses estilos às vezes acabam sendo confundidos. A forma como ela enxerga e a opinião sobre o assunto é muito parecida com nossa, então nada melhor do que colocar aqui, né? E ainda dá para pegar dicas de alguns livros.

Distópico vs. Pós-Apocalíptico, por Julie Kagawa
O ano de 2011 veio e foi, e nós demos boas vindas a 2012 cheios de esperança, sonhos e ansiedade por causa de todos os livros que vão ser lançados nesse ano. O mundo literário foi inundado com listas de must-have em 2012, me fazendo perceber duas coisas.

1. Há um MONTE de livros distópicos e pós-apocalípticos sendo lançados esse ano.

2. Há um MONTE  de gente que pensa que os dois tipos são a mesma coisa.

E, como eu mesma tenho um livro pós-apocalíptico sobre vampiros que sairá esse ano ("The Immortal Rules"), eu pensei que poderia esclarecer as coisas. Pós-apocalíptico e distópico não são a mesma coisa. São dois gêneros diferentes; apesar de terem características parecidas, é errado misturar os dois. E vou explicar por que eu penso assim:

Distópico
Distópico tem sido um termo muito popular ultimamente, está na frase de efeito de todos os livros que apresentam uma sociedade futurística, ou um evento de fim do mundo, sobreviventes lutando contra situações horríveis, etc. Contudo, um livro de distopia é sobre a SOCIEDADE onde algo deu totalmente errado. Muitas vezes, o lado ruim e a corrupção da sociedade são retratados como algo normal, tipo em Jogos Vorazes em que a Colheita é um dia de celebração. Outras vezes, o lado ruim está escondido, apesar de sempre haver pistas logo abaixo da fachada cuidadosamente construída. Distopia é o oposto de utopia, onde a sociedade É perfeita e todos são felizes, a não ser pelo fato de que uma sociedade utópica quase sempre acaba se transformando em distopia, porque uma sociedade perfeita faria um livro bem tedioso.

Distopia e pós-apocalípse podem ser facilmente confundidos, porque uma sociedade distópica costuma surgir das cinzas que um evento pós-apocalíptico. No entanto, em um livro distópico o foco está na sociedade, no que há de errado nela, mais do que no apocalípse em si.

Exemplos de livros distópicos: Jogos Vorazes, 1984, Destino, Feios

Quer saber mais sobre distopia? Explicamos aqui.

Pós-Apocalíptico
Um livro pós-apocalíptico, por outro lado, é sobre um evento catastrófico que muda o mundo: enchentes, zumbis, epidemias, terremotos, tempestades solares, a lua saindo do alinhamento, etc. O evento pode já ter acontecido, ou estar acontecendo, mas um livro pós-apocalíptico é sobre os sobreviventes e como eles lidam com esse mundo novo - e letal. E pode até ter sinais de distopia no livro, como quando novas sociedades surgem do que sobrou da civilização. Mas um livro pós-apocalíptico é sobre os sobreviventes, e tudo o que eles enfrentam depois que o mundo acaba.

Exemplos de livros pós-apocalípticos: A Estrada, Life as we Knew it, A Dança da Morte, Ashes Ashes.

"The Last Of Us" é um jogo pós-apocalíptico

É possível um livro ser os dois? Sim, com certeza. "A Floresta de Mãos e Dentes" da Carrie Ryan me vem à cabeça. Claramente, o mundo foi tomado por um apocalípse zumbi, mas o livro é também sobre o vilarejo e a sociedade cercada pela floresta. Então há misturas. Mas eu quis apontar as diferenças entre distopia e pós-apocalípse, porque não são a mesma coisa. Então quando você pegar o livro que você está louco para ler, você vai saber do que chamá-lo.

Repare que essa é a opinião de uma pessoa sobre o assunto.

Comentário do ConversaCult
Acho que agora ficou um pouco mais claro, não é? Isso me fez lembrar das minhas inúmeras aulas em que eu precisei analisar um texto buscando certos aspectos (como procurando gêneros) e os professores insistiam mais ou menos umas mil vezes: "Não tem só um, mas tem um que aparece mais!". Na hora de classificar livros (músicas, filmes, etc.) é exatamente assim. Dificilmente você terá só um gênero, praticamente todos têm um pouco de romance ou comédia. Porém, ter um romance não significa que o livro seja um romance (ou vai dizer o que? "Tá querendo um romancezinho? Vai ler Harry Potter!"). 

O mesmo acontece com esses gêneros mais diferentes e que não estamos acostumados, tipo distopia e pós-apocalípse. A maioria dos livros dos dois tipos que eu li acabam misturando os elementos, às vezes chegando a ficar difícil definir o livro. Jogos Vorazes na maior parte do tempo é distopia, mas tem pós-apocalípse (Panem surgiu de onde?), sobrevivência (parte das arenas), ficção cientifícias (bestantes e todas aquelas coisas)... Ao mesmo que, Apocalipse Z, que nós indicamos no Distrito 13 para os fãs de Jogos Vorazes, começa como um clássico livro pós-apocalíptico, de um homem enfrentando o inferno para sobreviver aos zumbis; Mas a trilogia termina com uma distopia muito boa. 

Tá, e que diferença faz na nossa vida saber se é uma coisa ou outra? As classificações são para nos ajudar no meio desse mundo de opções a escolher o que queremos sem precisar ler um por um. E se você for ler uma distopia procurando pós-apocalípse, vai acabar não gostando e criticando um livro por algo que ele não é. Para você ter ideia, um livro que você talvez até tenha ouvido falar e provavelmente nem goste só pelo que ficou sabendo, "Sangue Quente", sofre com um problema assim**. Primeiro, você acha que é de zumbis. Depois, acha que é romance (de um zumbi com um humana!!!!). O livro tem esses elementos, mas não é sobre uma coisa nem outra, é sobre a recuperação da humanidade. O apocalípse que eles enfrentam não é só a destruição do mundo ou o ataque de zumbis, é a falta de humanidade. Aí você abre o livro procurando "The Walking Dead" ou Crepúsculo*, fica difícil. 
*Não que eu esteja culpando ninguém, a propaganda tem sido muito errada e eu tenho medo do filme transformar a história nisso. Quando eu comecei a ouvir falar, também achava algo assim, até que eu decidi ler o livro e ele apagou meus preconceitos. 
**Uma curiosidade do momento: depois de escrever esse post encontrei um comentário falando que o final de Apocalipse Z deixa muito a desejar, mas é porque acontece isso com a história: começa uma coisa, pós-apocalíptico, e termina como outra, distópico. Se a pessoa não aceitar os dois tipos, vai desanimar. 

Outros livros dos estilos:

"Divergent", de Veronica Roth. O primeiro livro não é distopia nem pós-apocalípse, mas a série/trilogia caminha para ser distopia 

"A Passagem", de Justin Cronin. Um pós-apocalípse mais adulto e com um toque sobrenatural (ou qualquer coisa que nós ainda não descobrimos), mas, como normalmente acontece, mostra um pouco sobre essas distopias que surgem das cinzas das civilização.

"Bios", de Luiza Salazar. Esse livro está no meio do caminho de tudo, mas consegue criar um estilo pós-apocalípse no início e para o final uma espécie de distopia.

"O Pacto", de Gemma Malley. Mais infantil e uma mistura entre utopia e distopia. 

"Os Anos de Fartura", de Chan Koonchung. Esse é mais para quem gosta do lado distópico-crítico da coisa, o livro traz verdades sobre o agora e o possível futuro que às vezes deixamos passar direto.

"Gone - O Mundo Termina Aqui", de Michael Grant. Imagine um Sidney Sheldon escrevendo uma série, com personagens mais novos, com detalhes mais crus e sobre um fim do mundo que é a sua cidade ficar isolada e todos maiores de 14 anos desaparecerem. Pós-apocalípse e, pelo menos no primeiro, nenhuma grande distopia chega a ser construída. 

"A Hospedeira", de Stephenie Meyer. Aqui os mundos são dominados por alienígenas que na busca da paz não exitam em passar por cima dos humanos. Pós-apocalíptico.

O texto foi cedido pela autora para tradução.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

[Resenha] Sangue Quente, Isaac Marion

por Dana Martins


- Livro: Sangue Quente
- Livro único
- Autor: Isaac Marion
- Editora: Leya
- Comprar: Saraiva, Fnac, Walmart
- No Skoob
- Sinopse: Incluída na resenha








Mini-crítica: 
Sangue Quente é uma história de zumbi sobrenatural sobre uma maldição que atacou a humanidade. O livro tem um toque de mitos antigos (como histórias de pirata), mas ambientado em um cenário pós-apocalíptico onde os humanos tentam dar os primeiros passos para se reerguer. Além disso, como tudo é narrado da perspectiva de um zumbi, não há tanto daquele terror de "mortos-vivos me seguindo", o lado levemente macabro fica com os esqueletos. Só para terminar: não é um livro bonito pra criancinhas e menininhas apaixonadas, é bem cru (mais pelo lado psicológico). Se você procura o zumbi de laboratório ou romance, essa não é a sua opção. Pelo mundo, pode ser um Gone para pessoas um pouco mais velhas. 

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa e a sinopse. 


Não tem como começar uma resenha sobre esse livro de outra forma que não seja: tudo o que você pensa está errado. Errado porque pelo menos 80% das pessoas que conhecem ou vão ficar sabendo sobre Sangue Quente vão formar uma ideia diferente. Eu era uma delas. 

Adoro zumbis e histórias de sobrevivência em um mundo dominado por eles (se não for terror, é claro). E quando eu vi que Sangue Quente era um livro narrado por um zumbi que pensava e ainda se apaixonava, meu lado superprotetor ficou todo atacado. E a história só piorou: “é um romance!”, disseram. “É o Crepúsculo dos zumbis!”, “Necrofilia!”. Comecei o livro pingando preconceito e pronta pra criticar até a pontuação. E, olhe só, agora estou aqui introduzindo uma resenha com o meu lado superprotetor a favor de Sangue Quente.

Sinopse: O livro é centrado em R, um zumbi. “R” porque é tudo o que ele consegue lembrar de seu nome, mas isso é uma sorte, alguns não lembram de nada. R sempre foi um zumbi diferente e refletia muito sobre o que acontecia, apesar de não conseguir verbalizar. Ele vivia no nada, cedendo à fome, até que um dia ao comer o cérebro de um garoto e roubar suas memórias as coisas mudam. Essas memórias são mais vívidas que o normal. Ele também acaba assumindo o espírito protetor do garoto quanto à namorada dele, Julie. A partir disso, todas aquelas reflexões deixam de ser apenas pensamentos largados e começam a se agrupar, ele começa a mudar.

O livro é sobre a busca de R para voltar à vida (não uma história de amor entre um zumbi e uma garota!!!). Como o autor até falou em algumas entrevistas, é meio que uma brincadeira com o próprio ser humano que vai se afastando dos significados da vida e vivendo no “automático”. E, no próprio livro, os humanos (Vivos) também acabam ficando meio no automático, mesmo ainda vivos.

No caminho da busca à vida, ele tem Julie, a quem quer proteger e, de certo modo, sente como se fosse a ligação dele com o mundo dos humanos. Tem o Perry, o garoto de quem ele comeu o cérebro e partilha das memórias. M, seu melhor amigo zumbi. Nora, a melhor amiga humana de Julie. Todos personagens criados com certa profundidade que contribuem para a história ser o que é. 

O livro é encaixado em YA e há aquela comparação a Crepúsculo, como eu disse no início. Só que o livro não é nem um pouco inocente, tratando de assuntos sérios, que me fez lembrar até de Os 13 Porquês pelo clima às vezes. A escrita também é bem trabalhada e às vezes a descrição é tão boa que você consegue imaginar exatamente a expressão do personagem. Aqui há um ponto que pode ser criticado, talvez, por ser estranho um zumbi pensar com um vocabulário tão amplo, mas depois do início isso não chama mais tanta atenção.

Outro ponto positivo do livro é o mundo criado. Sangue Quente não se passa quando tudo está acabando (tipo Apocalipse Z) nem quando tudo já foi reconstruído (Jogos Vorazes). A história é a de que o mundo já estava desandando e ocorreram as tempestades, o mar avançou em áreas e todos aqueles problemas típicos de fim de mundo (que me fez lembrar até da história do fim dos EUA em Jogos Vorazes). Uma das consequências negativas disso é o zumbi, que só apareceu depois que tudo já tinha desandado. Então, nesse período “intermediário”, as coisas são diferentes. É muito interessante ver como eles tratam de coisas que são importantes hoje em dia e mudaram com tudo isso, tipo o dinheiro e a ideia de país.

E o zumbi? Realmente perdeu a essência? Pelo contrário, esse é um dos (se não o) zumbi mais comum que existe. Eu nunca tinha visto ou lido algo com um zumbi tão estereótipo de zumbi. Ele come gente (principalmente cérebros), anda torto, se arrasta, faz aquele grunhido estranho... Eu já suspeitava enquanto lia, mas em uma entrevista do autor ele diz que foi exatamente essa a intenção. Até isso do zumbi se comunicar já apareceu em um filme do George Romero. A principal diferença desse zumbi, talvez, é que parece surgir uma salvação. Aí sim é que muda toda a perspectiva e alguns não entendem e criticam.

Uma coisa que eu não posso deixar de comentar é a justificativa disso tudo. Vírus? Diabo? Na verdade, a palavra com que eu defino Sangue Quente é maldição. É como se fosse uma maldição jogada na humanidade e ela precisasse se livrar disso, então toda a história é baseada nessa ideia. Me fez lembrar muito Piratas do Caribe, em que os piratas têm aquela maldição porque roubaram o tesouro e na lua viram esqueletos. Ah, aliás, há esqueletos presente nesse livro e eles, sim, são a ameaça.
*dizer que o que acontece em Sangue Quente é ruim porque é sobrenatural e fantasioso é o mesmo que dizer que Piratas do Caribe é uma droga porque o Kraken não existe. Você tem que sentar para ler Sangue Quente da mesma forma que você leria A Bela e a Fera, em mente que há um tom de magia em tudo. 

Então, com isso, termino a resenha de Sangue Quente com uma outra “sinopse”, que vai dar ideia do que o livro é:
Ele é um pirata amaldiçoado que vaga sozinho pelos mares sem esperança, até encontrar essa mulher, uma pirata aventureira que parece a sua chance de salvação. Seguindo-a, ele busca sair desse estado e voltar para vida, mas nem todos vão ficar felizes com isso.
Agora pegue a história que você imaginou e adapte-a num cenário do futuro em que o nosso mundo está caindo aos pedaços. Sangue Quente.

Sobre o filme:
O livro está sendo adaptado para os cinemas, ainda sem data de estreia (dizem que em agosto). Nicholas Hoult (Skins e X-Men: Primeira Classe) será R e Teresa Palmer (Eu Sou o Número Quatro) será Julie.  A primeira imagem divulgada, um pôster Crepúsculo-wannabe, assustou a todos (e não por causa do zumbi!), mas as mais recentes parecem salvar um pouco mais a situação. Você pode ver algumas do R aqui (de onde eu tirei essa de baixo) e algumas do cenário pós-apocalíptico aqui. Veja mais no IMDb do filme.



Classificação:
 (4/5 conversinhas)