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domingo, 21 de outubro de 2012

Provas de que zumbis existem


Heey! Mais um post do nosso mês dos zumbis e dessa vez feito pela Ana Marques.

Você é daquelas pessoas que falam sobre apocalipse zumbi, mas não acredita realmente que seja possível? Ou então conhece alguém que - não importa o quanto você insista - ainda acha toda essa história uma verdadeira viagem? Pois então avisem a todos! O apocalipse zumbi já começou.

Pode parecer maluquice, e às vezes eu até queria que fosse, mas o tal “apocalipse zumbi” que os filmes de ficção cientifica tanto idolatram pode estar mais perto do que as pessoas imaginam! Talvez não aconteça exatamente como nós esperávamos, maaaas.... Além das práticas de escravização e da zumbificação haitiana, existem coisas ainda mais recentes e assustadoras que apontam um fim. Sim, existem!

Então se segure na cadeira que lá vamos nós!

1. Sais de Banho

Desde 2010 uma série de assassinatos canibais vêm sendo registrados nos EUA, com um número alarmante de histórias escabrosas. Um dos casos mais famosos é o de um homem chamado Eugene que teria comido “as orelhas, o nariz, um globo ocular e parte do rosto” de um mendigo de 65 anos nas ruas de Miami. Mas desde então pelo menos quatro casos desse tipo bizarro foram noticiados. 

Por mais que pareça um enredo digno de Resident Evil, esses fatos não têm nada a ver com a Umbrella (Ou será que tem?) e se devem a uma nova droga chamada popularmente de “sais de banho”. Essa droga circula pelo território americano a mais ou menos dois anos e levou mais de 3000 pessoas envenenadas aos hospitais só no primeiro semestre desse ano. A coisa parece ser uma mistura de duas outras drogas sintéticas, a metilenodioxipirovalerona (agora repita esse nome três vezes bem rápido) e a mefedrona. A segunda não consta na lista de substâncias proibidas aqui no Brasil e é comercializada em bares e boates, enquanto a primeira é um inseticida agrícola (eca!) que quando injetado pode causar transtornos psicológicos graves.


Segundo especialistas, se você misturar cocaína, LSD e Ecstasy terá um efeito comparável ao dos “sais de banho”. A droga acelera o seu metabolismo, provoca aumento da temperatura corporal (fazendo com que a vítima tenha a impressão de estar queimando por dentro) e traz uma “fome” por carne, o que segundo os pesquisadores é meramente uma alucinação; as pessoas que consomem a droga não precisam realmente de ingerir carne humana para sobreviver. Ou será que precisam?

Isso me parece coisa da Umbrella! Mas se você ainda não está totalmente convencido, saiba que não é preciso drogas sintéticas para causar esse processo: em insetos (principalmente nas formigas) um parasita tem causado transtornos bem parecidos com o que nós conhecemos como zumbificação. 

2. Formigas Zumbis! 

Esse é o tipo da coisa que os professores de Biologia não ensinam na escola (mas deveriam). Na verdade é um tipo de fungo do gênero Cordyceps que produz efeitos bem bizarros nos insetos. Esporos microscópicos se infiltram no corpo do hospedeiro, e enquanto o parasita não está preparado para o gran finale, vai se alimentando dos órgãos não vitais da vítima, afetando seu comportamento. Nas formigas, por exemplo, foram registrados desdobramentos como perda de consciêncifua (a formiga ficava parada por muito tempo no mesmo lugar, parecendo estar morta e depois voltava a se mexer), algumas ficavam rodando em círculos por horas e horas e muitas outras bizarrices. Aliás, no site do Mundo Estranho diz que “o parasita, quando cresce, faz lavagem cerebral na formiga”!

Quando enfim está preparado e maduro, o fungo solta substâncias químicas que fazem com que o inseto escale as plantas mais altas (talvez para disseminar os novos esporos e contaminar outros animais?) para conseguir chegar ao topo. Lá, ele acaba morrendo e em seu corpo sem vida começam a crescer "cogumelos" de sua cabeça. Eu ia colocar aquela cena do Alien quando o parasita estoura o peito do hospedeiro, mas pensei que seria um pouco nojento demais (Ainda bem!).

De qualquer forma, quanto tempo vocês acham que o parasita vai demorar para se desenvolver e passar a atacar a raça humana? Comecem a se preparar! Vocês podem conferir com seus próprios olhos no documentário “Planet Earth Attenborough” da BBC.

Extras:
  • Se você ficou curioso a respeito do caso do Mendigo de Miami, ou um pouco descrente, clica aqui.  
  • Se você ficou curioso a respeito da cena de Alien que eu disse, divirta-se
  • Se você ainda não acredita que esses tipos possam ser zumbis... bem, em breve entenderá. 


Veja mais:

sábado, 20 de outubro de 2012

Coisas que você precisa saber sobre zumbis - Parte 2


1- Zumbis existem;

2- Tiro na cabeça não mata;

3- Zumbis não são loucos pelo seu cérebro. 

Meu top 3 de coisas que você precisa saber foi feito propositalmente para causar uma reação: CALMA AÍ, QUE HISTÓRIA É ESSA DE ZUMBI NÃO "MORRER" COM TIRO NA CABEÇA? Para os que sentiram ferir o manual de sobrevivência com essa afirmação a boa notícia é que hoje eu vou explicar isso. A notícia ruim...

...é que é muito, muito e muito delicado falar de zumbis. Por que? Porque os zumbis fictícios estão há um século em mutação e ainda continuam mudando. Já tem tanta característica que você pode criar um super-frankenstein de zumbis e alguns até são confundidos com vampiros. 

Previously on... Coisas que você precisa saber sobre zumbis
Zumbis existem. Na parte 1 eu mostrei a origem "folclórica" dos zumbis, como eles surgiram no meio das crenças do Vodu no Haiti. Falei que, se abrir os olhos e tirar a parte mística da história, é bem capaz deles realmente terem existido.

Breaking news: Tudo o que você sabe sobre zumbis pode estar certo. Ou errado. Talvez certo... Provavelmente errado.

Bem, hoje em dia a história já é bem diferente e os zumbis viraram todo tipo de coisa. Alguns comem cérebro, outros nem comem. Alguns até falam, outros mal rastejam. Alguns morrem com um tiro no cérebro, outros a última coisa que você ia querer é explodir a cabeça. Tudo depende do mundo criado e das "regras" estipuladas. Você pode preferir um tipo ou outro, mas não dar uma de nazista (a não ser que tenha bons argumentos - Redação dissertativa, 30 linhas, na minha mesa amanhã -n). 

Eu concordo que há um estereótipo ATUAL de zumbis (aquele que sai da cova, se arrasta devagar por aí, contamina com mordida, é burro como uma porta, morre com tiro na cabeça e come cérebro). Adoro eles, faço piada e me divirto. Mas eles não são os únicos tipos de zumbis existentes, até porque dificilmente você vai ver todas essas características misturadas puramente em uma história. 

Carminha sabe das coisas. Já ouviram falar que ela tava praticando zumbificação haitiana por aí? Não deu certo...

Quando eles saem da cova (são corpos reanimados), eles provavelmente não vão morrer com tiro na cabeça (seria o mesmo que dar tiro na cabeça da cadeira movida por "atividades paranormais", reflita). Quando eles contaminam com mordida, as chances de que o autor seja realista são altas e ele provavelmente não vai ver sentido na fixação só pelo cérebro. Se o zumbi é uma metáfora para pessoas "que não pensam direito", saem da cova e comem cérebro para "pensar", ele provavelmente também vai começar a pensar (e deixar de ser zumbi, mas por alguns segundos vai ser aquele momento estranho em que um zumbi está agindo como uma pessoa normal). 

Eu disse que era complicado falar de zumbis, mas é porque não existe regra. Cada autor cria a própria mitologia zumbi, roubando das ideias de mil outros autores. Os primeiros filmes de zumbi roubavam dos mitos de zumbi no Haiti. A mulher controlada era mais uma marionete na mão do "feiticeiro" do que outra coisa. Nada de pedaço de corpo caindo ou tripa pra fora, nem desespero pra comer o vizinho.

Já os zumbis mais próximos do estereótipo atual apareceram só mais tarde com George Romero, que se inspirou em... vampiros. E não acaba aqui: seguimos com mil variações, tipo filmes do George Romero que os zumbis são inteligente o bastante para segurarem armas e a introdução dos malditos vírus como causa.

HUAHAUH genial. More than just eating brains.

Só pra dar ideia, se for falar de originais os zumbis do estereótipo nem seriam os certos. A gente parava semana passada com o zumbi haitiano feito pra trabalhar de escravo em plantação. E, pra completar, seria negar zumbis de George Romero, Resident Evil e The Walking Dead (só alguns dos exemplos). 

"Given that causes of zombiism have a tendency to stay current with the times (for example, modelling an outbreak after the Ebola or Influenza viruses or Stephen King’s use of technological means) the zombie will continue to mutate as time passes."

BRACE YOURSELVES, MAIS ZUMBIS ESTÃO A CAMINHO!



Eu blablabla Pensando blablabla

Eu levei horas e aprendi muita coisa para escrever esses posts, apenas 4 sextas para um especial sobre zumbis é muito pouco (mas com certeza vou ressuscitar o tema em posts quando você menos esperar. HÁ!). Se você quiser discutir ou indicar algum tema, fique à vontade. Ainda temos mais uma sexta desses CCSextas para aproveitar e ainda estou na dúvida se indico livro/filme/videogame/série/papagaios de zumbis ou se faço uma Parte 3 de coisas que você precisa saber. Até lá eu decido!

Sobre o tema de hoje, quero só dizer que eu achei que valia mostrar esse lado "mutante" dos zumbis porque tem gente que se prende a um tipo e fecha os olhos para o resto (hoje mesmo, antes de escrever, estava conversando com a Ana Marques e os polêmicos zumbis de "Sangue Quente" viraram discussão). Algo que eu sempre digo: aproveita a história pelo que ela é, não pelo que você gostaria que ela fosse, dá para se surpreender.

Se você vier com a história de um zumbi anão voador de uma raça de alienígenas que chegou na Terra e se apaixonou pela vampira-saci inimiga do reino distópico que eles estavam criando - e me falar que isso é bom, eu vou ler. Contando que o autor esteja de acordo com as próprias regras, tudo ótimo.

Coisas que você precisa saber sobre zumbis:

1- Zumbis não existem;

2- Tiro na cabeça mata;

3- Zumbis são loucos pelo seu cérebro.


Use your brain!

sábado, 13 de outubro de 2012

Coisas que você precisa saber sobre zumbis - Parte 1


1- Zumbis existem;

2- Tiro na cabeça não mata;

3- Zumbis não são loucos pelo seu cérebro. 

Antes de xingar a minha mãe, calma aí! Nas duas partes desse post você vai ficar sabendo um pouco mais sobre os zumbis, seus tipos e por que não dar ataque quando um sair correndo em vez de ir andando atrás de você. Bem, vamos começar...

De todos o seres fictícios os zumbis são os mais próximos da nossa realidade por um simples motivo: eles existem. Isso mesmo. Não foi nada de invenção da Igreja pra acabar com inimigo ou coisa de pai pra dar susto em filho. A boa notícia é que os zumbis de verdade não são como suas mil variantes da ficção.

Para irmos direto ao ponto, leia esse resumo retirado da Mundo Estranho:
"Todo mundo já ouviu falar em vodu, palavra que se tornou sinônimo de magia negra e bruxaria da pesada praticamente no mundo todo. Trata-se, na verdade, de um culto religioso praticado nas ilhas caribenhas chamadas Antilhas, principalmente no Haiti, baseado em rituais de possessão e com origem africana - obviamente, parente do candomblé brasileiro e da santería cubana. Para os adeptos do vodu, o zumbi seria como um morto-vivo, fabricado por feiticeiros ressuscitando um cadáver, para transformá-lo em um trabalhador braçal sem vontade própria - mais que um escravo, um autômato de carne."
Curioso, não é? Mas ainda parece um mito para assustar as pessoas, então vários pesquisadores e curiosos decidiram descobrir a verdade por trás dessa história. O resultado é que esses mortos-vivos não foram ressuscitados de nenhuma maneira sobrenatural. Pelo contrário, tem bastante a ver com a natureza em si.

O acontece é que esses "feiticeiros" conhecem muito bem a natureza e como aproveitá-la, no maior estilo velha bruxa na floresta que conhece um monte de ervas. Como eles criam zumbis? Na primeira etapa, eles dão um veneno para a vítima ("pó de zumbi", como alguns chamam) e parece que ela está morta. Esse tipo de coisa é usada até na maior história de amor de todos os tempos: Romeu e Julieta.

Depois de envenenada, todos encontram o corpo da vítima que parece estar morta. Aí acontece aquela choradeira, enterro e outros processos funerários. Quando para o mundo a pessoa já está bem morta, o feiticeiro retorna à ação: ele desenterra a pessoa, administra alguma outra droga para ela não ficar com o juízo perfeito e faz o teatro de "eu sou o todo poderoso que te trouxe da terra dos mortos, agora você deve me obedecer". A pessoa já não está lá no 100% da sanidade, acabou de ser realmente desenterrada e mesmo se fugir, o que vai encontrar? Um monte de gente assustada por ela estar viva. Fica difícil não acreditar.

Enfim, tudo não passa de um jogo de drogas e crença. As drogas entram para fazer a pessoa parecer morta e facilitar o controle depois. Em alguns dos relatos a pessoa anda se arrastando e torto por causa da droga, em outros a droga causa alguns efeitos na pele deixando a pessoa com aparência de morta. Algumas drogas também são analgésicas, o que explica a história de eles continuarem mesmo com dor. De uma forma ou de outra, a droga contribui para a situação.

Já a crença é porque nessa zumbificação conta bastante 1) a pessoa acreditar que está morta e 2) acreditar no poder do feiticeiro. Se você for ver, essas coisas acontecem em lugares onde há essas "superstições". Não tem gente por aí que diz que tá possuído? Deixando de lado a discussão se é verdade ou não, elas agem como tal e fazem coisas bem estranhas. Se existem pessoas que acreditam na zumbificação assim, elas podem muito bem achar que estão mesmo controladas.

Curiosidade
Encontrei uma notícia de 2011 no Terra sobre a lei no Haiti que proíbe criação de zumbis: O legal do texto é que mostra justamente essa parte de como a crença lá é forte e um pouco sobre uma possível droga utilizada na zumbificação. Hoje em dia isso não é tão frequente, mas eu não ia querer andar por lá no passado.

Ou seja, os zumbis existem, mas não são exatamente como a gente fantasia. Não são nem mortos de verdade e não são nem a nossa maior preocupação. No entanto, eles foram abraçados pela ficção e se transformaram em muito mais. Na segunda parte eu vou mostrar os 3 dos principais tipos de histórias com zumbis e o que nós poderíamos ver como a essência do zumbi. Porque se for só pelo morto que continua vivo não dá, né? Até vampiro seria zumbi...


>>>Fonte e links para curiosos

Não, eu não inventei tudo isso. O que eu fiz foi juntar informações que eu fiquei sabendo ao longo dos anos, seja lendo revistas, livros ou vendo documentários. É claro que boa parte eu ainda fui verificar na internet. A história da origem sempre se repete, com uma ou outra variação.

O documentário "A Verdade Sobre os Zumbis" é uma boa para quem quer saber mais, você pode ver no site do National Geographic de Portugal um resumo muito bom ou ir direto para o link (não testei, mas pelo menos tem as informações para procurar).

Encontrei um "mega post sobre a origem dos zumbis" que também fala um pouco sobre essa raiz relacionada ao vodu e às crenças africanas, inclusive com referência a livros e pesquisadores.

Um texto maior sobre a origem dos zumbis, vudu no Haiti e as pesquisas de Wade Davids.

Às vezes essa criação de zumbis no Haiti também é relacionada à hipnose, que se você for pensar pode ser feita com o mesmo objetivo dessa zumbificação, né? Criar um escravo sem consciência. Há até quem diga que naquela parte da crença o feiticeiro também contaria uma hipnose. Decidi pesquisar um pouco sobre isso e encontrei um texto da SuperInteressante sobre o tema, se você é dos mais céticos ou curiosos, vale a pena ler.

Em breve eu vou incluir aqui alguns livros que eu li, mas primeiro preciso passar na livraria para ver qual é qual e não falar besteira. (:

Há quem diga que, a partir do 4º jogo, o Resident Evil parou de ter zumbis. Mas se você for ver, no Resident Evil eles vão direto para a origem de toda essa história: a África. Lá eles também falam do uso de plantas como drogas e de ritos, no desenvolvimento do Uroboros. Aliás, eu me dei conta de que o homem da imagem mostrado lá no "mega post sobre a origem dos zumbis" é bem parecido com o Giant Majini do jogo. Se a Umbrella está pesquisando zumbis, faz sentido ela ir atrás da origem, né?

clica pra ver maior

Até o próximo post do mês do zumbis, se sobrevivermos até lá!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

ConversaCult TV #55 - Zombies vs. Deadpool vs. Hitler vs. Gandalf vs Gangnam Style (Paródias)

Toda segunda um vídeo novo é indicado. Porque, às vezes, o melhor é jogar as pernas pro alto e apenas assistir.

Para quem não viu, esse dias a gente fez uma lista das 10 músicas Kpop que você deveria ouvir. Dentro dessa lista está o mais novo fenômeno mundial: Psy - Gangnam Style.  O sucesso dessa música foi tanto que começaram a brotar paródias do nada, de tudo quanto é tipo não só a incrível versão do latino. Entre as mais legais que a gente encontrou, tem um pouco de Tolkien pro pessoal nerd, história mundial com o tio Hitler e até mortos vivos. Dá pra perceber que o sucesso do Psy realmente atingiu os 4 cantos do planeta. Aliás, para quem não sabe, esse vídeo (o original - que você pode ver clicando em "continue lendo" aqui embaixo), bateu o recorde do Guinness Book como o vídeo com mais visualizações no Youtube, um total de  235 milhões de usuários ao redor do globo. Esse número foi tão alto que desbancou com larga diferença o recordista anterior, a música  "Party Rock Anthem", de LMFAO (1,5 milhão).

De qualquer forma, é hora de você ver do que a gente está falando com os seus próprios olhos.

GANDALF STYLE

              


PvZ ZOMBIES




Até o tio Hitler entrou na onda


Tem tanta coisa legal (e curiosa) que decidimos gerar um post maior para vocês poderem comparar. Para ver mais, só clicar em Continue Lendo, aqui embaixo. Tem até quadrinhos, com participação especial do Deadpool (!) 


DEADPOOL vs GANGNAM STYLE
Esse é quase um pouco do CCTV da semana passada, porque tem aquele ar de disputa.

                



E o Original! Não podia faltar, não é? 

                 

Extras!!

  • Nossa febre é tanta por Avatar e A Lenda de Korra que descobrimos também uma paródia do Style pelo a la "Avatar Lok". Só clicar aqui e aqui (esse segundo é mais 'universo anime' no geral, mas vale a pena também).
  • Até a Milla Jovovich, de Resident Evil, enquanto divulgava o novo filme, dançou/cantou a música, mas o vídeo foi retirado do ar, o que é uma pena. :(



E vocês? Conhecem mais alguma paródia que a gente não citou? O que você achou das que indicamos? Comenta!

sábado, 4 de agosto de 2012

Que as comemorações comecem!


TODO MUNDO PREPARADO? Que agora é a hora boa, pelo menos seria a minha preferida se eu pudesse participar. O início das promoções do nosso mês de aniversário! Então, como é que faz? No final desse post tem um retângulo do Rafflecopter e os inscritos vão ser colocados em uma arena. Simples assim, depois é só todo mundo se matar que quem vencer leva todos os livros (ou cd/dvd, dependendo do que escolher) para casa. :D Okay... [ATUALIZADO COM MAIS PROMOÇÕES! \O/]

Vamos falar sério. Seguindo o clima das sextas temáticas, o Meu Top 5 vem para cá. Nós vamos dar de prêmios algumas opções de coisas que gostamos e os vencedores vão poder escolher. Nada melhor do que vocês conhecerem a gente compartilhando de verdade o que nós gostamos, né? Abaixo vocês vão ver as opções de cada um e por que é importante para gente. Você estará concorrendo a todos os prêmios.

A Igra ficou TÃO animada com isso que já tava até achando que a gente era Papai Noel, porque não vejo opção para ela ter escolhido essa imagem:


Quais são os prêmios?

Paulo Vaughan: Escolher o que eu ia sortear foi meio óbvio e difícil ao mesmo tempo. Óbvio porque logo pensei no John Green, o meu autor favorito, e difícil porque eu não sabia QUAL livro dele sortear. Resolvi, então, que deixaria essa difícil escolha para quem ganhasse, haha. Vou sortear, então, um exemplar paperback de um livro John Green. O vencedor pode escolher: "A culpa é das estrelas", "Quem é você, Alasca?", "Looking for Alaska", "An abundance of Katherines", "Paper Towns", "Will Graysson, Will Grayson" e "Let it Snow". Conheça sobre os livros.

Dana Martins: Como o Paulo, tive o mesmo problema. A ideia era: Colocar como prêmio um livro que você goste MUITO. Minha opção direta seria Jogos Vorazes, mas muita gente já leu/já demos um box/me recuso a dar o da Rocco como meu preferido. Aí começou a complicação... Mas a linda da Rebeca me fez lembrar de alguns que eu adoro. Para começar: Sob a Luz da Lua. Que eu me recusei a ler até minha amiga me dar um de presente (="LÊ ISSO LOGO!"). Então nada melhor do que passar o gesto adiante, né? As opções de quem escolher o meu (team Dana. -nn) vão ser: Sob a Luz da Lua (ou escolher em inglês entre Nightshade, Wolfsbane e Bloodrose), Jogador Número 1 ou Apocalipse Z. Você pode escolher qualquer um desses 6 livros. Esses dois últimos estão aqui porque lembrei que eu adoro e estou sempre falando para os outros lerem. :)

Igraínne Marques: Confesso que eu tenho um problema muito sério com essas coisas de o melhor livro, ou a história que mais me marcou e etc. Na verdade, assim como a Dana e o Paulo, eu acabei numa dúvida cruel sem fim. Jogos Vorazes seria a escolha inicial, também pensei no DVD do filme de Um Dia, mas acho que ficaria melhor o livro. Porém, acontece que eu ainda não li o livro, e bem.. A ideia é indicar algo que seja favorito, certo? Enfim, eu cheguei às opções de The Mortal Instruments. Minhas opções são Cidade dos Ossos, Cidade das Cinzas ou Cidade de Vidro. Não é o box, mas apenas um dos três livros (em português). Até porque, acho que muita gente já leu o primeiro, por isso deixei as sequências também entrarem como opções. :)

Ana Luíza: Então, a coisa mais difícil no mundo para mim é escolher uma coisa que eu goste muito. Aliás, o problema não é esse. O problema é vocês gostarem de alguma coisa que é minha coisa favorita, entendem? Eu gosto de coisas das antigas (vocês devem ter notado pelo meu primeiro post). Pois então, vocês podem escolher entre o livro Quando Cai o Raio da Meg Cabot, o CD Pioneer do The Maine ou o filme Os Vingadores. Quem ganhar pode escolher entre esses três, porque são coisas que eu realmente gosto e que gostaria de compartilhar com vocês. :)

E como eu faço para ganhar?

A promoção vai funcionar assim: serão quatro vencedores e por ordem de sorteio, a pessoa vai escolher qual item quer. Por exemplo: o primeiro sorteado escolheu o item 3, o segundo o 4, o terceiro o 2 e o quarto fica com o 1. E o sorteio, como já é comum aqui, será pelo Rafflecopter. 

Regras:
- Ter endereço de entrega no Brasil;
- Seguir o blog via Google Friend Connect, na barra lateral;
- Seguir o ConversaCult  no Twitter;
- Curtir a página do blog no Facebook;
- "Preencher" o widget do Rafflecopter no fim do post.

Como fazer no Rafflecopter:

No quadro branco (***GIVEAWAY!***) que está no fim do post você deve logar com o facebook (às vezes já entra sozinho e se você não tiver é só colocar seu nome e o seu email), depois seguir o que cada opção pede para fazer.

As três primeiras opções são obrigatórias (nos seguir aqui,  seguir a gente no twitter e curtir a nossa página no facebook). Depois outras opções são abertas e é só seguir as instruções. Clique nos botões (+25 DO IT, +10 DO IT, +5 DO IT...) para ver o que tem que fazer e para confirmar. Você pode repetir a de tweetar a frase e a de comentar nas nossas resenhas uma vez por dia para ganhar mais "papéis" no sorteio. 

Atenção: Não esqueça de confirmar e não confirme o que você não fez. Se você ganhar sem ter feito nós vamos ver e você será desclassificado. Se você fizer e não confirmar vai perder a chance.

Caso você ainda tenha alguma dúvida basta olhar esse tutorial do iCult Generation ou perguntar para a gente no Twitter (@conversacult), por email (conversacult@gmail.com) ou ainda pelo nosso Facebook.


a Rafflecopter giveaway

Meu Top 5: como eu faço para participar e ganhar mais chances?

1- Você escreve 5 coisas sobre você em uma "conversa cult". Pode ser manias de leitura, ou de jogar videogame... Aquilo que você não gosta nos filmes, ou aquilo que você adora nas séries. Tanto faz. Podem seguir os nossos exemplos, a cada sexta do mês fazemos um.
2- Pega a imagem do selinho.
3- Você posta no blog/site/tumblr o seu top 5 com a imagem do selinho. Mas eu não tenho nada disso! Nós pensamos em você, ainda dá para fazer pelo facebook. Faz no seu mural com a imagem do selinho.
4- Não esqueça de falar tanto na sua postagem no blog quanto no facebook que foi indicação do CC, pode utilizar esse link.
5- Atenção! Se você tiver blog/tumblr e fizer pelo facebook será desclassificado (cade o espírito esportivo? u.u).
6- Não esqueça de confirmar aqui no rafflecopter e colocar o link do seu top 5.
Nós fizemos o Meu Top 5 para vocês nos conhecerem e para nós conhecermos vocês. Então, é bem legal se vocês participarem. É tipo um meme mesmo, nós até falamos aqui. Nos mandem o link do que vocês fizerem para gente poder ver. :)

[OUTRAS PROMOÇÕES] Bem, como vocês são uns lindos, nós falamos com algumas editoras parceiras e teremos outras promoções! :D Elas serão nas nossas redes sociais, mas vamos colocar aqui a listinha delas:

- O Nome do Vento, de Patrick Rohfuss. (Arqueiro)
- Provas dos livros "A Seleção", de Kiera Cass, e "É o primeiro dia de aula... sempre!", de R.L. Stine. (Seguinte)
- 1 exemplar da Coleção 100 Milhões de Leitores (Agir)

quarta-feira, 4 de julho de 2012

[Resenha] O Inimigo, Charlie Higson

por Dana Martins
- Livro: "O Inimigo"
- Série O Inimigo - Livro 1
- Autora: Charlie Higson
- Editora: Galera Record
- Comprar: Submarino, FnacSaraiva.
- No skoob
- Próximos: "The Dead", "The Fear" e "The Sacrifice".
OBS: Ainda não foram lançados no Brasil, mas a editora nos respondeu no Twitter que o segundo só será lançado ano que vem. Já e o último só sairá lá fora em setembro de 2012. Leia no final do post sobre eles.





Mini-crítica: 
"O Inimigo" é um livro de zumbis* no estilo de "Gone" do Michael Grant e segue a mesma lógica de livros de Sidney Sheldon ou Meg Cabot: é aquele que você sabe que vai satisfazer para passar o tempo e divertir. Ao mesmo tempo, até por ser sobre apocalipse, consegue tratar de alguns temas mais sérios (aliás, tem até distopia, apesar de não ser exatamente distópico). A história se passa em uma Londres em que todos com mais de 14 anos começaram a ficar "doentes" e o livro foca em um grupo de crianças que se refugiou no supermercado Waitrose. Um ano depois da contaminação elas percebem que o único jeito de continuarem vivas é atravessar Londres para chegar a um (possível) lugar seguro.
*Não são exatamente zumbis, veja na resenha as diferenças.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

Depois de Apocalipse Z eu percebi que gostava de histórias com zumbis e, consequentemente, me interessei por livros do tema. Foi assim que eu eu fiquei com vontade de ler "O Inimigo". Eu não sabia muito o que esperar. A Andresa, do Leitura & Fofuras, tinha me falado que adorou. Eu não conseguia realmente imaginar um livro de zumbis para crianças (como parecia ser).

Universo
"O Inimigo" conta a história de um mundo em que uma doença atingiu todos acima de 14 anos, transformando-os em algo muito parecido com zumbis. A diferença para uma história comum de zumbis é que nenhuma criança pega doença, então não tem o medo louco de ser mordido. E, como já estão todos transformados, não há o risco de uma surpresa desagradável. O que aconteceu é que uma hora os adultos começaram a ficar doentes e saíram comendo quem estava no caminho. No final, só restaram as crianças que precisaram dar um jeito de se organizar e sobreviver.
*Outro diferencial desses zumbis é que mostrando esse lado "humanos doentes", alguns conseguem criar fragmentos de pensamento. Algo muito parecido com "Sangue Quente", mas os zumbis de lá estão mais para sobrenaturais. 

Sinopse
A história se passa em Londres um ano depois da doença se espalhar e foca em um grupo de crianças que vive no supermercado Waitrose. O problema começa quando eles percebem que cada vez precisam ir mais longe para buscar mantimentos e se continuar no mesmo ritmo em breve não restará ninguém para contar a história. Felizmente, surge um garoto falando que do outro lado de Londres, no Palácio de Buckingham, está seguro e há alimento. O que é muito bom para ser verdade... Bem, agora eles só precisam chegar até lá.

No começo, achei o livro um pouco lento e em parte me desanimava por causa dos estereótipos (às vezes até como se fosse um adulto falando de coisa se "criança" sem entender), mas conforme a história se desenvolve e você conhece os personagens essas coisas acabam ficando esquecidas. Você termina querendo saber o que vai acontecer com os personagens e preocupado com o que vai acontecer.

Isso nos leva a uma das coisas interessantes do livro: não há um protagonista. A narração vai mudando de foco conforme a história continua e dependendo da importância do personagem (mas sempre entre o grupo do Waitrose). E o que isso tem a ver com preocupação? Em algumas situações, tipo ataque de zumbis ou em um Jogos Vorazes, por mais que você fique louco para saber como a situação vai se resolver, você sabe que o personagem principal vai terminar bem. A não ser que o autor decida trollar geral e termine o livro no estilo "ele virou para o lado e viu o cano da arma a poucos centímetros."* Já em "O Inimigo", como não há um personagem principal, todo mundo corre risco de vida e você não sabe quem vai chegar ao final.
*Eu tinha vontade de fazer um livro desse tipo, porque a história é sempre sobre o que sobrevive, mesmo que a maioria morra. Acho que isso mataria um monte de gente de susto (aqueles com azar que teriam lido antes disso se tornar um grande spoiler) e o livro provavelmente não venderia. Ou, se vendesse muito, causaria depressão coletiva por constatarem a fragilidade da vida. 

Outras coisas que merecem destaque nos livros envolvem as próprias crianças. Apesar do grupo do Waitrose ser o principal, esbarramos com vários outros grupos, tipo o de um supermercado perto, umas garotas "caçadoras" no maior estilo Ártemis, o dos garotos do castelo e ainda mais. O legal é ver que cada um se organiza de uma forma diferente, tipo "mini-sociedades". Temos exemplos de estilo democraria, alguns parecidos com distopia, outros totalmente anti-governo... Aliás, acho que esse é o ponto alto do livro. Não sei se eu concordo em tudo, mas é legal quando há uma discussão do papel de líder e coisa assim. Tudo isso tão inserido na história que não chegaria "incomodar" como um texto "educativo".

Há tantas crianças que é tipo uma coleção enorme de personagens com mil características diferentes. Eu não posso realmente falar muito sem dar spoiler, mas vou citar os meus preferidos: o Bobo, o Garoto e a Sophie. O primeiro não é que eu goste, mas a forma como ele foi construído me chama atenção. O Garoto pelo mesmo motivo, mas eu também gosto de como ele é. Já a Sophie é porque me lembra à Katniss e isso basta. Nenhum desses tem muito destaque, mas você pode ver que até esses são trabalhados. Acho que o autor buscar criar personagens no estilo metáfora para "tipos" da nossa sociedade.

O livro lembra um pouco a "Gone", mas não como cópia (apesar de ter algumas semelhanças, tipo a ausência dos adultos e risco de vida por algum motivo). Eu achei um tão bom quanto o outro e acredito que sejam para o mesmo público. Eles não são livros necessariamente mais infantis (são até pesados em algumas horas), o que acontece é que são livros sobre uma realidade (sem cortes) com protagonistas crianças/adolescentes. Não tem como um garoto de 12 encarar a situação do mesmo modo que um de 30. "Jogos Vorazes" eu reclamo de estar na prateleira infanto-juvenil, mas "O Inimigo" e "Gone" ficam bem ali*.
*O que não significa que alguém mais velho pode aproveitar, né? Eu aproveitei. 

Sobre alguns dos personagens:
Como a narração do livro evolui conforme você vê uma hora ou outra como certos personagens encaram tal situação, achei que valia a pena você conhecer alguns antes de começar a ler. Arran é o líder respeitado, aquele cara atleta do time da escola e admirado por seu bom coração; Maxie é a vice-líder e é uma espécie de versão feminina do Arran, em uma escola ela deveria ser a do tipo inteligente e de personalidade forte; Aquiles como o próprio nome mostra é o guerreiro, ele é do tipo valentão, mas talvez não tão burro quanto o estereótipo; Ollie é o cérebro, sabe lidar com as situações, mas não é covarde e corresponde ao arqueiro na posição de guerra do Waitrose; Freak e o Deke são melhores amigos do estilo "só a gente se entende" e antes da contaminação tinham certo problema com as leis e andavam pichando as ruas; Callum é um dos vigias do supermercado e, por ele, nunca mais saia de lá; Bernie e Ben, os emos quase iguais (Bernie, garota; Ben, garoto), são tipo os engenheiros e deram um jeito de tornar o supermercado mais protegido e facilitar a vida sem energia elétrica. Esses são só alguns deles. Uma das coisas que mais me "impressionou" no livro é como essas crianças conseguem se organizar criando várias funções para cada um e utilizam até posição de guerra.

Próximos livros
Se você é desses que se irritam com séries, fique tranquilo porque O Inimigo não é exatamente uma série. Os livros seguem alguma ordem cronológica, mas não existe um protagonista e a historia de "O Inimigo" é praticamente completa, então os outros* seguem mais como "histórias de outros personagens no apocalipse" enquanto tem uma continuação de alguns dos personagens de "O Inimigo". É mais para quem gostou do mundo e dos personagens do Charlie Higson. Também não parece que "The Sacrifice" será o último. O autor pode escrever livro sobre esse universo até cansar e inventar uma cura.
*Quer dizer, pela sinopse pareceu que "The Sacrifice" vem depois de "The Enemy", mas focando em outros personagens.


Sobre a nota: Eu fiquei em dúvida entre 3 ou 4, mas ficou com 4 por dois motivos: 1) para o público, com certeza vale 4; 2) por tudo isso sobre sociedade e personagens que eu falei. Não é o livro da minha vida, mas acho que está no mesmo nível de Meg Cabot, Sidney Sheldon ou "Glimmerglass" para o próprio estilo. É aquele livro com narração que flui bem, vai te entreter e é uma opção segura para quando procura algo do estilo ("Ah, hoje estou com vontade de ler um livro assim...").

Classificação:



(4/5 conversinhas)

terça-feira, 12 de junho de 2012

20 bolos de casamento nerd


Já vai casar, já vai gastar dinheiro... pelo menos que seja pra fazer algo legal, né? Nós pesquisamos e escolhemos os 20 bolos de casamento nerd mais legais entre os que estão circulando pela internet. Tem de tudo: Mario, Senhor dos Anéis, Assassin's Creed, Zumbis, 007, Doctor Who, Ghostbuster... No final do post nós do CC ainda comentamos e falamos qual escolheríamos para o nosso casamento. Vejam e nos digam o qual vocês preferem também. :)

1-
2-
3-
4-
5-
6-
É do jogo Halo, para quem não reconhecer
7-
Mistura Senhor dos Anéis e um monte de jogos. Aqui explica e tem a lista.
8-
9-

10-
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 12-
 13-

Stargate
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 15-
 16-
 17-
 18-
 19-
20-

E aí, gostaram? Achei alguns bem legais e dentro do contexto, tipo os dos zumbis e esses últimos do 007. O 15 deles chegando na igreja é muito bom (porque pra enfrentar um monte de zumbis assim tem que estar com muita vontade de casar...). E esse 19 do 007 indo buscar a noiva é um amor também. 


Equipe CC responde: Qual você escolheria para o seu casamento?

>>>Dana: Se eu tivesse que escolher um para o meu casamento, seria o 7, porque é simples, muito bonito e engloba um monte de coisas (o do 007 é tentador, mas a noiva está muito passiva para o meu gosto). O problema desses do zumbis (pra mim) é que eu não consigo misturar gente morta e comida. 


>>>Igra: Curti o 7 também, embora o último tenha me chamado atenção, o avião ficou sensacional. No geral, eu não gosto muito de bolos escuros, de modo que a maioria acabou sendo descartada, apesar de serem todos muito legais - mesmo. Assim como a Dana, não consigo misturar gente morta e comida (pode causar indigestão), e acho que é por isso que eu sou do tipo convencional: casamentos pedem bolos brancos, vocês não acham? 


>>>Paulo: Para mim os mais bonitos são o 4 e o 20, teria que pedir ajuda da minha noiva para escolher, hahaha. E adorei a ideia do 8 mas o resultado ficou muito "pesado", sabe? Não ficou bonito. O de Doctor Who também é super legal, mas eu mudaria as cores escuras e trocaria para o tradicional branco, o cinza me deu enjoo (?). 


Mais sobre bolo ou casamento?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

[Resenha] Interligados, de Gena Showalter

por Igraínne Marques

- Livro: Interligados - Aden Stone e a Batalha contra as Sombras
- Interligados - Livro 1
- Autor: Gena Showalter
- Editora: Universo dos livros
- No skoob
- Continua em: Interligados 2 - Aden Stone contra o Reino das Bruxas.
[Atualizado 22 de junho] Estamos com uma promoção do livro!





Mini-crítica: 
Interligados é sobre um garoto - ou um delinquente, dependendo do seu ponto de vista - que possui quatro almas presas dentro de sua cabeça. Elas estão lá desde que ele se lembra e cada uma possui uma habilidade diferente. Isso, por si só, já daria uma história e tanto, mas a autora resolveu utilizar de tudo um pouco: desde vampiros até fantasmas. Claro que no meio do caminho a gente encontra outras criaturas mais tendenciosas e descontroladas, mas depois que você sabe que Aden, nosso personagem principal, possui quatro almas presas dentro de si (e ainda conversa alegremente com elas)... Bem, não há muito com o que se surpreender, não é? Hordas de zumbis, fadas, lobisomens... Só o começo. O que é mais surpreendente, no entanto, é que, mesmo com essa mistura irreal (e coloque irreal nisso), Interligados é um dos melhores livros que eu li no ano. 

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

>>>Sobre as almas:

Aden é um garoto como outro qualquer. Gosta de música (alta) e frequentemente está distraído.  Você o julgaria completamente normal, não fosse pelo fato de que ele fala sozinho com frequência e vive em uma instituição para adolescentes problemáticos. Aden não é um garoto ruim. Ele só... Não consegue se concentrar verdadeiramente em qualquer coisa que faça. Isso porque, como já disse, há quatro almas presas em sua cabeça. Poderia ser uma só, isso facilitaria muita coisa, mas Aden foi premiado com brindes. O que eu achei fascinante, no entanto, é que todas as almas são completamente diferentes. Mais do que isso: possuem talentos inimagináveis. O que não deixa que elas pareçam repetitivas.

Pra começar, temos Julian. Ele é o tipo de cara que está sempre dizendo que se sente culpado, porque sabe que é responsável. Isso porque ele tem a capacidade de despertar os mortos. Consequetemente, por Julian estar preso dentro de sua cabeça, Aden possui a mesma habilidade. Toda vez que Aden pisa em algum cemitério, os cadáveres começam a levantar. Todos. Sem exceção. Mais do que isso: a saliva podre dos 'zumbis' é capaz de causar enjoos por mais de três dias, e até febre.

Caleb, por outro lado, possui a habilidade de possuir pessoas. Eu sei, é meio macabro, mas acho que esse é um dos personagens mais divertidos do livro. Ele está frequentemente incentivando Aden a fazer a coisa errada ou então falando de mulher. Claro, há momentos em que ele é sensato, mas se tivesse um corpo para ocupar, Caleb seria aquele tipo de cara que entra no vestiário feminino para ver as garotas trocando de roupa.

Eve, por sua vez, é a única mulher a habitar a cabeça de Aden. Ela é capaz de viajar no tempo, e acho que esse é o dom mais fantástico de todos. Além disso, talvez por seu traços femininos, Eve é a alma que Aden mais escuta. Ele a vê como uma mãe, uma vez que não chegou a conhecer a própria. Confesso que comecei a aceitar melhor o fato de Aden amar as almas depois que soube mais sobre a relação entre ele e Eve. Porque a primeira coisa que se pensa quando se ouve falar de almas presas dentro da cabeça é que a pessoa que guarda as almas odeia aquelas vozes. Mas não. Aden quer se livrar dos quatro, é claro, mas não destruí-los. Cada um deles é importante porque são a família que ele nunca teve.

Por fim, temo Elijah, que tem o dom da vidência. "Ah, esse dom é mais legal", você deve estar pensando. E seria se Elijah não previsse apenas mortes. Inclusive previu a de Aden, o que deixa todo mundo nervoso. Principalmente o próprio garoto, já que as visões de Elijah são sempre projetadas em sua cabeça também. Aliás, é exatamente por esse motivo que Aden se sente preocupado: ele sabe que esse futuro não está tão longe; não estará tão mais velho do que agora.

>>> Análise:

A história começa a andar quando temos a informação de que Elijah previu (pela primeira vez) uma coisa que não envolve mortes. Ele viu Aden com uma garota. Mais do que isso: eles estavam se beijando. Aden fica então esperando ansiosamente pelo momento em que irá encontrá-la, como se aquele fosse o motivo pelo qual ele ainda se desse ao trabalho de viver - uma vez que sabe que sua morte está decretada.

Mary Ann, a menina que Aden acha ser a garota das visões, é uma adolescente comum. Tem uma melhor amiga completamente louca e um namorado atleta. É bem bonita e ainda tira notas altas. Mas não é nada disso que faz Aden se aproximar dela. O vento estranho do além que os abate na primeira vez em que se encontram também não é a questão. Nem mesmo o fato de que Aden acha ter encontrado a sua garota. Isso tudo se torna um detalhe depois que ele percebe que Mary Ann é a única capaz de calar as quatro almas que ele carrega em sua cabeça. Quando os dois estão juntos, é como se Aden tivesse os momentos de paz com que sempre sonhou. Finalmente pode ser um adolescente normal por algum tempo. Ou assim ele pensa, pois ignora o conselho de Elijah (que, só pra lembrar, tem visões acerca do futuro) sobre como tudo aquilo o faz ter um péssimo pressentimento. Mais do que isso, Aden não quer saber por que Eve acha que já conhece Mary Ann. Todos esses avisos são só o começo para toda a vida 'grupal' de Aden virar de ponta cabeça - como se ele já não tivesse problemas demais.

O que eu achei mais incrível, na verdade, é que a história não é apenas narrada sob o ponto de vista de Aden. Os capítulos e as passagens se alternam para contar a visão de Mary Ann também. O efeito é muito bom porque, depois de certo ponto, percebemos que isso se torna necessário para que o leitor compreenda as coisas de maneira rápida e não se enrole. A melhor parte é que tanto Mary Ann quanto Aden possuem personalidades muito marcantes - e diferentes entre si. O contrate causou um efeito extremista, como se os dois fossem polos opostos de um mesmo objeto.

Victoria, por outro lado, é uma personagem da qual não gostei muito. Na sua primeira aparição, até achei ela legal, mas depois essa simpatia se desfez. Não dá pra falar muito dela sem contar spoilers, mas o que eu posso dizer é que achei a personagem arrogante e meio mimada. Sei que a intenção talvez não tenha sido essa, mas não há muito para onde fugir quando sabemos o que Victoria é. Já Riley me provou o contrário: inicialmente eu não gostei dele, mas depois fui me acostumando com sua presença e até mesmo virei fã. A inimizade clara entre ele e Aden é o toque final de sua personalidade.

A forma como a autora criou a relação entre vampiros e lobisomens também é inovadora. Nunca tinha lido nada com a explicação dela. E a coisa é tão simples, é algo tão óbvio que você até poderia questionar a complexidade das lendas de outros livros que falam sobre o assunto. Na verdade, o livro como um todo é muito interessante. A narrativa é ótima, não há correria e também não há nada arrastado. Em alguns pontos você fica irritado porque quer continuar lendo sobre Aden e já estamos falando da Mary Ann, mas também acontece o contrário.

Sobre a nota: cinco. Como eu disse, um dos melhores livros que eu li nos últimos tempos. Super recomendo. :D

Classificação:
(5/5 conversinhas)

O livro foi um oferecimento da nossa parceira, a Universo dos Livros! Muito obrigada. 





Então é isso, até a próxima!