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sábado, 8 de dezembro de 2012

Marcas Zumbis: 10 logos do apocalipse


Em clima de fim do mundo, nós resgatamos os zumbis para um post especial! O artista Igor Ovsyannykov refez logos de grandes marcas numa versão apocalipse zumbi, tem Starbucks, Barbie e eu ainda trouxe um extra para a Amazon em homenagem a estreia da loja no Brasil (que, cá entre nós, não está nem merecendo tanto uma homenagem...).

E reparem que o nome original foi alterado para "estilo zumbi". Starguts, Hell, Plagueboy, Cadaver... Muito legal. (:












E lembrem: esse mês temos o Game Over, especial de fim do mundo!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Três livros sobre... criaturas sobrenaturais


Hoje 'Três livros sobre...'* vamos comemorar o Halloween em grande de estilo! Vamos indicar livros sobre três criaturas sobrenaturais: esqueletos, fantasmas e vampiros. O melhor de tudo é que não é nem aquele terror pesado (disso eu não passo nem perto!), então qualquer um pode aproveitar.
*Essa é uma coluna da Iris Figueiredo no Literalmente Falando, chamada 'Três livros sobre...', que nós estamos usando aqui no blog. O primeiro foi Três livros sobre... amor, feito por todos da equipe.


Se me perguntarem qual é a minha série de livros com elementos sobrenaturais favorita, minha resposta será “Sr. Ardiloso Cortês” sem nem pensar duas vezes. Um esqueleto vivo de centenas de anos e que nunca sai da moda ensinando pra uma menina de 12 anos sobre o mundo da magia? AWESOME.

A história como um todo é um tanto quanto complexa para ser explicada num comentário curto, mas resumindo bastante, o livro conta a história de Stephenie Edgley, uma menina que leva uma vida tediosamente normal até o dia em que conhece Ardiloso Cortês, o esqueleto que ilustra a capa. Nesse momento ela descobre que há diante de seus olhos um submundo de magia que ela não fazia ideia da existência. Junto com Ardiloso, Stephenie passa a *locutor dos comerciais da Sessão da Tarde mode on* viver altas aventuras para derrotar os vilões do mundo mágico. *locutor dos comerciais da Sessão da Tarde mode off*

A série, que tem sete volumes lançados lá fora e apenas quatro no Brasil, é realmente muito boa. Os livros têm um ritmo agradável que conseguem de prender e fazem você ler tudo rapidamente. Na minha opinião, o ponto alto da série é o humor. O Derek Landy tem umas sacadas geniais, fazendo com que o Ardiloso seja um dos melhores personagens que já vi e com que os diálogos do livro sejam ótimos.

A história é divertida e leve, mas ao mesmo consegue ter um tom mais sério. O interessante é que a Stephenie tem 12 anos no primeiro livro e a cada livro se passa um ano, permitindo a gente acompanhar o crescimento da personagens com todas as questões/fases por quais ela passa.

Skulduggery Pleasant (título original) é uma série que eu recomendo bastante quando você está procurando algo para distrair e se divertir, é uma boa pedida para fugir de livros mais pesados e com qualidade.

-Paulo Vaughan


Escolhi A Mediadora porque é uma série da Meg Cabot, uma autora já mais do que consagrada e que eu amo incondicionalmente. Na verdade, acho que essa série em específico é um dos maiores acertos dela, e se você ainda não conhece, essa é a sua chance de começar. Tem humor, romance e... pitada sobrenatural de terror (?).

Mas sobre o que é A Mediadora? É sobre Suzannah, uma menina que se muda com a mãe para a Califórnia, onde passa a morar com o novo padrasto e seus 3 meios irmãos. Mas, na verdade, não é esse o problema. Acontece que Suzannah tem um dom: ela vê gente morta. *uuu* E calma! Nem todos os mortos, apenas aqueles que não conseguem descansar em paz, seja porque não terminaram alguma coisa em vida, ou porque têm um último desejo. Tudo muito fácil - nem tanto - e muito lindo, não fosse o fato de que ela não pode contar a ninguém a sua incrível habilidade - porque vão achar que está falando sozinha. Para piorar, os mortos não a deixam em paz até que ela consiga realizar esse último desejo. O que inclui falar com pessoas estranhas e mentir até o limite para todo mundo sobre onde está, fazendo o que e com quem.

Porém, o ponto chave do livro é Jesse, um fantasma que veio de brinde junto com a casa e a família nova de Suzannah. Para piorar, ele mora no quarto dela (!) e é simplesmente irresistível. Suzannah começa com um papo sobre "o que você quer", mas a relação deles logo vai além disso. Jesse é mais do que um simples fantasminha camarada, é mais do que um problema....

A história é muito boa, e a série quase se parece com um seriado de TV. A cada livro temos um "novo caso" a ser resolvido no mundo dos mortos. Eu ia até mesmo fazer uma CCIndicação a respeito, porque depois dos volumes iniciais, a coisa toda fica ainda melhor. O mais legal é que são livros pequenos, dá pra ler rápido. E hoje em dia já tem em versão pocket vira vira (com dois volumes em um). Vale dar uma chance.

-Igraínne Marques



Quando eu decidi que falaria sobre vampiros, parei e pensei “Se os vampiros pudessem eleger alguém que os representasse, quem seria?”, bom, certamente eles não escolheriam o Lestat, mas se me perguntassem qual foi o autor que conseguiu colocar em palavras a existência – ou a não existência – dessas criaturas de forma mais perfeita com certeza a resposta seria Anne Rice.

“O vampiro Lestat” é o segundo livro da série de crônicas vampirescas de Rice, mas eu não recomendaria o primeiro, “Entrevista com o Vampiro”, nem ao meu pior inimigo. Esse livro é um clássico, daqueles que você lê um pouco por obrigação. No entanto, o personagem principal desse, o Louis, é a rainha do drama, com seus questionamentos infinitos se balançando no canto de salas escuras em posição fetal. É o típico personagem que te dá vontade de entrar no livro, dar uns tabefes na cara e brandir ‘VIRE HOMEM! TOME UMA ATITUDE!’, o que é uma infelicidade, pois ele é essencial para que você entenda o segundo que é, finalmente, “O Vampiro Lestat”.

Depois de você se livrar da crise existencial eterna de Louis, é normal que você tenha um certo preconceito na hora de começá-lo, afinal, é a “autobiografia” de um vampiro que vira estrela do rock... Mas já nas primeiras páginas do livro você esquece completamente disso, de Louis, a rainha do drama, as  salas escuras e o quanto a temática geral da história parece duvidosa.

Você se apaixona por Lestat logo nas primeiras palavras, a visão rica em detalhes que ele lhe oferece da vida e da pós vida é cheia de mistério, sensualidade e romantismo, mesmo com toda as suas ações autodestrutivas e inconsequentes. Esse é talvez o mais interessante do livro: Muito mais do que uma história sobre vampiros bonitinhos, “O vampiro Lestat” oferece uma visão filosófica do mundo e da vida que apenas um ‘morto’ poderia nos proporcionar, apenas alguém que está observando a vida de fora. Em uma época de vampiros que brilham e zumbis apaixonados com um gosto musical estranhamente apurado, essa obra é com certeza um ‘banho de água fria’ na forma de tratar criaturas sobrenaturais.

-Ana Marques


Hoje eu (Dana) estou só no comentário, mas em breve vou ter minha própria indicação sobre zumbis para comemorar o mês dos zumbis. ELES SÃO MEUS, NINGUÉM TOCA! O que eu mais gostei desse post é que trouxe criaturas sobrenaturais que às vezes a gente esquece: esqueletos e fantasmas. São até mais sobrenaturais que zumbis e vampiros (que têm suas variações científicas). Já a parte dos vampiros também achei legal porque normalmente sempre falam de "Entrevista com o Vampiro", é bom ver uma visão de uma pessoa jovem que leu. Só não sou do estilo nazista cultural que não aceita variações das criaturas. HUAHA 

Se gostou do post, clica no +1 do google abaixo e/ou deixa seu comentário! Qual sua criatura sobrenatural preferida?

domingo, 21 de outubro de 2012

Provas de que zumbis existem


Heey! Mais um post do nosso mês dos zumbis e dessa vez feito pela Ana Marques.

Você é daquelas pessoas que falam sobre apocalipse zumbi, mas não acredita realmente que seja possível? Ou então conhece alguém que - não importa o quanto você insista - ainda acha toda essa história uma verdadeira viagem? Pois então avisem a todos! O apocalipse zumbi já começou.

Pode parecer maluquice, e às vezes eu até queria que fosse, mas o tal “apocalipse zumbi” que os filmes de ficção cientifica tanto idolatram pode estar mais perto do que as pessoas imaginam! Talvez não aconteça exatamente como nós esperávamos, maaaas.... Além das práticas de escravização e da zumbificação haitiana, existem coisas ainda mais recentes e assustadoras que apontam um fim. Sim, existem!

Então se segure na cadeira que lá vamos nós!

1. Sais de Banho

Desde 2010 uma série de assassinatos canibais vêm sendo registrados nos EUA, com um número alarmante de histórias escabrosas. Um dos casos mais famosos é o de um homem chamado Eugene que teria comido “as orelhas, o nariz, um globo ocular e parte do rosto” de um mendigo de 65 anos nas ruas de Miami. Mas desde então pelo menos quatro casos desse tipo bizarro foram noticiados. 

Por mais que pareça um enredo digno de Resident Evil, esses fatos não têm nada a ver com a Umbrella (Ou será que tem?) e se devem a uma nova droga chamada popularmente de “sais de banho”. Essa droga circula pelo território americano a mais ou menos dois anos e levou mais de 3000 pessoas envenenadas aos hospitais só no primeiro semestre desse ano. A coisa parece ser uma mistura de duas outras drogas sintéticas, a metilenodioxipirovalerona (agora repita esse nome três vezes bem rápido) e a mefedrona. A segunda não consta na lista de substâncias proibidas aqui no Brasil e é comercializada em bares e boates, enquanto a primeira é um inseticida agrícola (eca!) que quando injetado pode causar transtornos psicológicos graves.


Segundo especialistas, se você misturar cocaína, LSD e Ecstasy terá um efeito comparável ao dos “sais de banho”. A droga acelera o seu metabolismo, provoca aumento da temperatura corporal (fazendo com que a vítima tenha a impressão de estar queimando por dentro) e traz uma “fome” por carne, o que segundo os pesquisadores é meramente uma alucinação; as pessoas que consomem a droga não precisam realmente de ingerir carne humana para sobreviver. Ou será que precisam?

Isso me parece coisa da Umbrella! Mas se você ainda não está totalmente convencido, saiba que não é preciso drogas sintéticas para causar esse processo: em insetos (principalmente nas formigas) um parasita tem causado transtornos bem parecidos com o que nós conhecemos como zumbificação. 

2. Formigas Zumbis! 

Esse é o tipo da coisa que os professores de Biologia não ensinam na escola (mas deveriam). Na verdade é um tipo de fungo do gênero Cordyceps que produz efeitos bem bizarros nos insetos. Esporos microscópicos se infiltram no corpo do hospedeiro, e enquanto o parasita não está preparado para o gran finale, vai se alimentando dos órgãos não vitais da vítima, afetando seu comportamento. Nas formigas, por exemplo, foram registrados desdobramentos como perda de consciêncifua (a formiga ficava parada por muito tempo no mesmo lugar, parecendo estar morta e depois voltava a se mexer), algumas ficavam rodando em círculos por horas e horas e muitas outras bizarrices. Aliás, no site do Mundo Estranho diz que “o parasita, quando cresce, faz lavagem cerebral na formiga”!

Quando enfim está preparado e maduro, o fungo solta substâncias químicas que fazem com que o inseto escale as plantas mais altas (talvez para disseminar os novos esporos e contaminar outros animais?) para conseguir chegar ao topo. Lá, ele acaba morrendo e em seu corpo sem vida começam a crescer "cogumelos" de sua cabeça. Eu ia colocar aquela cena do Alien quando o parasita estoura o peito do hospedeiro, mas pensei que seria um pouco nojento demais (Ainda bem!).

De qualquer forma, quanto tempo vocês acham que o parasita vai demorar para se desenvolver e passar a atacar a raça humana? Comecem a se preparar! Vocês podem conferir com seus próprios olhos no documentário “Planet Earth Attenborough” da BBC.

Extras:
  • Se você ficou curioso a respeito do caso do Mendigo de Miami, ou um pouco descrente, clica aqui.  
  • Se você ficou curioso a respeito da cena de Alien que eu disse, divirta-se. 
  • Se você ainda não acredita que esses tipos possam ser zumbis... bem, em breve entenderá. 


Veja mais:

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Manual de Sobrevivência: Como você está se preparando para o apocalipse zumbi?


Esse é um guia prático, nada dessas bobeiras repetitivas como "você precisa saber correr". Tipo: sério, cara? Sério? Se a pessoa não sabe nem disso, pode até relaxar que zumbis só gostam de cérebro. 

Hoje você vai ver a loucura (loucura?) que algumas pessoas fazem para se preparar, tipo construir casas subterrâneas e carros especiais. Há até quem viva só de se preparar para apocalipse zumbi! E, de quebra, aprender 3 das principais preocupações em um apocalipse zumbi: 1) estar preparado, 2) ter um lugar seguro para ficar e 3) poder se locomover com estilo (e segurança).

Vamos começar assim: Você está aí, por caso lendo exatamente esse texto e seu amigo aparece dizendo: "Cara, aquela gripe que anunciaram na TV tá deixando os doentes loucos, eles estão fugindo do hospital e atacando todo mundo na rua!" Antes mesmo de você perceber que ele não está brincando escuta um grito. Seu coração acelera e você corre para a janela: lá fora o vizinho está sendo atacado. Duas pessoas estão comendo ele vivo! Primeira pergunta: o que você faz?

Você já pensou nisso? Depois de trancar bem a janela (se estiver no primeiro andar) e correr, para onde você iria? O que você levaria? Enquanto você está bem aí lendo esse texto, correndo o risco de ser pego despreparado, existe muita gente pensando. Muita. Não apenas nerds loucos viciados em zumbis, até o governo do Canadá já alertou os cidadãos (mais sobre isso abaixo). Vamos parar de enrolação e ir descobrir o que estão fazendo e o que nós podemos fazer. 

1- Se preparar

Parece bobeira, mas estar preparado e ter um plano em mente com certeza ajuda. Na situação que inventei lá em cima você soube a resposta sobre o que fazer na hora? Não? Nesse meio tempo você poderia ter virado jantar. Antes que você pense que eu sou uma lunática: e se por acaso fosse um aviso de que está formando uma tsunami? Ou de que um exército invadiu o país? Ou um terremoto?

A má notícia: você está no Brasil. Eu não sei se isso é exatamente uma má notícia, mas existem razões o suficiente para isso ser um problema. A não ser que exista um serviço supersecreto no país com um plano em escala nacional anti-zumbis, nós estamos bem despreparados. Não temos acesso a armas (não legalmente), não temos o costume de criar planos de emergência... 

A história do Canadá é que o governo da província da Columbia Britânica, a terceira maior do país, decidiu chamar atenção para as medidas de emergência em caso de todo tipo de problema: tsunami, inundações, terremotos (...), que na essência são parecidas. E existe forma melhor de chamar atenção do que com um manual de sobrevivência para o apocalipse zumbi? Eu já preparei até minha prancha, porque vai ser a minha melhor chance em caso de tsunami por aqui.  
Eles dão várias dicas, tipo o que fazer nos primeiros dias e do que levar e rota de fuga. Até vídeo fizeram. Eles reuniram todos os posts desse "especial" aqui (é em inglês). 

Outro problema do Brasil é a falta de acesso a kit de emergência. Eu não faço ideia de onde eu encontraria um. Sinceramente, não perguntei para nenhum canadense ou americano se ele saberia. Maaas perguntei para o Google. Pesquisando kit de sobrevivência aqui eu encontraria...

"ultimate" survivor. com certeza vai te ajudar no apocalipse zumbi

Ou um kit de sobrevivência em Cálculo, que eu espero nunca precisar usar. 

humm... talvez. 
Já quando pesquisei em inglês eu encontrei lojas dedicadas a criar kits de sobrevivência (exemplos: Survival Kit Online, Survival Kit Store, Survival Good e uma extra Gerber) com todo tipo de material de sobrevivência. Yep, eles levam isso muito mais a sério do que a gente. E não apenas criando kits de emergência, em tudo. Porque sejamos sinceros: se você não tiver um kit em casa quando acontecer, o máximo que vai servir vai ser para invadir uma loja dessa e roubar. Dica: Anote o endereço das mais próximas na sua rota de fuga, porque é claro que você já tem uma rota de fuga, né? O nome disso é preparação, principal base para sobreviver em qualquer tipo de apocalipse (inclusive do vestibular). 
Existem sites só para discutir o melhor plano de fuga, vídeos sobre qual arma utilizar e coisas do tipo. Alguns eu vou apresentar durante o mês, mas enquanto isso você pode aproveitar o Zombie Hunters. O trabalho deles é se preparar e ensinar os outros a se prepararem para o apocalipse zumbi. 

2- Para onde você correria?

Se tudo der certo, para lugar nenhum. Quer dizer, se tudo der certo ou se você preparar a sua casa de fuga.


Segundo a internet, essa é a única casa realmente preparada contra zumbis no mundo. Seu vizinho está virando churrasco no quintal? Aperte um botão e pronto, você está são e salvo. Ou pelo menos é o que você espera...  

mais um link para ver sobre a casa
Parece que ela é praticamente impenetrável. A não ser que uma multidão de pessoas que não desistem nunca estejam tentando atravessar a parede (depende do tipo de zumbi, talvez isole tanto que eles nem percebam que tem um lanchinho ali dentro). Mas em último caso, você precisaria de um plano B. 

Então o que você acha de se esconder em um condomínio subterrâneo em um silo de missíl reformado? Pelo menos Larry Hall achou ótimo e pagou US$ 250.000,00 por um lugar desse. Depois reformou tudo e colocou cada andar à venda por US$ 900.000,00. Eu diria para você correr, mas todos os andares já foram vendidos. Nem a Umbrella foi tão rápida. 

clique para ver maior
O lugar tem até teatro, piscina e livraria. Se os zumbis quiserem vencer esse apocalipse, é melhor começarem a cavar. Pensando bem, é melhor a gente começar a cavar o nosso próprio silo também.

Se você gosta de inovar, não quer ir pra baixo da terra nem morto ou não lembra onde colocou o pá, ainda há outras opções. Encontrei um site com uma competição de arquitetura/design de lugares seguros. Se esse Vagabond existisse, seria uma revolução. 

Eu prefiro a água (waterbender, sabe como é) e ia preferir um desse estilo, mas também aceitaria uma casa robô assim.


Em último caso, corre todo mundo para casa da Celine Dion (veja última). Dica: não vá de navio.

3- E como você correria?

Agora é a hora que você responde "com as pernas, dã". Enquanto você fica no dã, vou pegar a chave de um desses abaixo. 

Esse foi imaginado pelo criador de The Walking Dead.
Tudo bem, eu preferia esse do que um fusquinha qualquer, mas vamos concordar que não é exatamente a melhor opção. Ia ficar no primeiro meio-fio. Está lá você com a donzela, no carrão, acelerando na estrada e... um monte de carros no caminho. Por mais que você consiga empurrar um ou outro, vai chegar a hora que o seu vai parar. Resultado: você, no meio de um monte de carros, sendo soterrado por um monte de zumbis... Pela menos você encontrou a princesa. 


Eu poderia falar mais, mas encontrei um vídeo que explica tudo e te ensina a dar um upgrade em um carro. Mesmo se você não souber inglês, dá para entender o que eles estão fazendo. Em último caso, fiz um resumo depois.


Para andar por aí você precisa de um carro que passe por cima de muita coisa e ande por mais de um tipo de terreno. Além de protegido e com espaço para levar mais alguém e suprimentos. A não ser que você seja maluco, você só vai usar o carro para carregar alguma coisa para algum lugar. Tipo a sua família pra um lugar seguro ou comida para o estoque.

Se você não tiver seguido as etapas anteriores e estiver rodando por aí atrás da salvação com um monte de gente, o carro do vídeo é ideal: mostrando um tipo comum, fácil de encontrar, grande, que não consome tanta gasolina assim, com abertura no alto para se comunicar e matar zumbis.  Agora se você for se preparar agora, pode escolher.

Eu tinha gostado do Knight XV na lista e depois eu vi que ele foi construído pensando no apocali
Eu tinha gostado do Knight XV na lista e depois eu vi que ele foi construído para o apocalipse zumbi! Só tenho que ver como fica a velocidade dele e o problema de ser muito grande, mas com certeza é uma das melhores opções. Ainda tiro onda de Batman.

Esse daqui também é outra dica, até parede quebra!

Pronto, agora acho que você está pronto para as etapas principais. E eu? Eu já estou me preparando, mandei construir a minha casa para emergências. Tudo com o dinheiro da xerox. Até o próximo post, se durarmos até lá. 

domingo, 16 de setembro de 2012

[Resenha Misturada] Resident Evil 5 - Retribuição

por Dana Martins e Igraínne Marques

- "Resident Evil 5 - Retribuição"
- Resident Evil: Retribution (2012)
- Direção: Paul W.S. Anderson
- Roteiro: Paul W.S. Anderson
- Atores: Milla Jovovich, Sienna Guillory, Michelle Rodriguez, Li Bingbing, Boris Kodjoe, Johann Urb, Kevin Durand ...
- Ação / Ficção Científica / Bicho feio (não terror) - 16 anos - 95 min. - Trailer
- Nos cinemas brasileiros desde 14 de setembro de 2012
- Curiosidade: o filme é da Alemanha/Canadá. Ou da casa da Milla Jovovich e do Paul W.S. Anderson...





Mini-crítica: 
E Resident Evil ataca outra vez! Paul W.S. Anderson e a incrível habilidade de fazer uma série de histórias isoladas. Se você não entendeu isso, eu também não entendi tanto assim. Mas se você gosta dos anteriores, não vai dar para reclamar desse. Se não assistiu nenhum dos anteriores, pode começar por esse na boa porque não faz muita diferença e ainda há um resumo de tudo o que é importante no início (esse foi o primeiro da Igra).

Sinopse: Dessa vez, Alice se vê presa em mais uma base subterrânea da Umbrella Corporation e recebe ajuda de Ada Wong para fugir. O problema é que, além de estarem embaixo da água, essa base é formada por vários ambientes que são a reconstrução de parte de lugares reais (como se você abrisse a porta e parasse no centro de Nova York) onde ocorrem testes com armas biológicas (aka zumbis e suas mutações dos jogos). O filme é basicamente isso: elas atravessando esses vários cenários, com todo tipo de ação, e indo encontrar a equipe de resgate comandanda por Leon que se infiltrou pelo outro lado.

Basta colocar aí umas doses de elemento de ficção científica, tipo inteligência artificial e clones, para começar a ter ideia do que você vai encontrar. Entretenimento, com ação bem pensada (se existe uma coisa que ninguém pode criticar, é que eles sabem fazer cenas de luta) e frases de efeito não tão boas assim. Se gosta disso ou de elementos de ficção científica, vá em frente.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

Oi todo mundo! Aqui é a Dana falando e acabou que saiu mais uma resenha misturada. Adorei trazer a opinião da Igra que não é dessas chegadas a filmes de ação e esse ainda é o primeiro contato com o mundo de Resident Evil que ela tem. Nessa resenha vocês vão poder ver a opinião que uma pessoa que ADORA a franquia (aka eu) e a de uma pessoa que não sabia nem direito o que é. Vamos começar com o resumo do que a Igra achou!

>>>Igra
A Igra não assistiu nenhum outro filme de Resident Evil e não sabe nada sobre os jogos ("só que tem zumbis") e diz que gostou mais do que achava que fosse gostar. "Eu nem mesmo ia ver esse filme e paguei um pouco caro para poder ver com todos os efeitos [IMAX] (sem os quais, aliás, acho que o filme perderia grande parte das emoções)."

Resumindo a reação da Igra, ela gostou do filme e se divertidiu bastante - "me prendeu do início ao fim" -, mas... ficou a sensação de que faltou alguma coisa que ela não sabe explicar direito e é por isso que ela não dá a nota máxima.

Ela tenta explicar o "mas" que fez o filme não valer nota 5. Ela acredita que não é como se o filme tivesse início, meio e fim, não existe exatamente uma conclusão (os filmes de RE sempre têm uma deixa, mas não é disso que ela está falando). O filme é apenas introdução + fuga. A Igra também acrescentou que alguns "conflitos internos" parecem meio rasos, como no caso de alguns supostos casais que você fica meio "Espera, está acontecendo alguma coisa entre essas pessoas ou não?".

"De qualquer forma, não é porque a coisa não sai do início que fica repetitivo ou cansativo. Tudo é excepcional, efeitos, cenas de luta, você quase levanta da cadeira pra aplaudir. Ainda mais eu, que não costumo ver filmes do estilo. É uma coisa muito louca, não tem como você não prestar atenção."

Nota: 4 conversinhas


>>>Dana
Eu (Dana) chamo os filmes de Resident Evil de guilty pleasure, porque eles são uma adaptação fajuta dos jogos e viajaram no meio do caminho a ponto de não ter mais história direito. Ainda assim, eu adoro assistir. Eles são basicamente sobre uma mulher que não morre nunca sendo perseguida por uma corporação do mal (Umbrella) que no meio do caminho luta com um monte de bicho feio (zumbis e suas variações). O quinto filme, Retribuição, tenta fazer a série ter sentido e ao mesmo tempo é novamente uma história que poderia ser quase isolada. Se você gosta de ação, pode vir. A Alice poderia ser a própria Vingadora do Futuro, só que melhor.
*e essa história de "global"... é mais slogan. Ela tá o filme todo tentando sair do mesmo lugar... 

Eu estava com um pouco de dificuldade de expressar a minha reação sobre o filme e a resenha da Igra veio para ajudar. Eu com certeza gostei e quero ver outra vez, mas também esbarrei nesse "mas". Acho que o problema é algo que só uma pessoa pode descrever, a Britney Spears:


Faltou exatamente esse "wow", aquele momento que você abre o sorriso enorme e tem certeza de que é O filme, de que está tudo no lugar, de que você quer gritar para todo mundo ir assistir... Eu sei que não é fácil acontecer, mas não custa sonhar, né? Até porque a franquia de Resident Evil está acima do nível wow. Mesmo que os filmes não façam muito sentido.

Aliás, até a trilha sonora que mesmo sendo boa não supera a anterior, às vezes até parece uma versão repetitiva da trilha sonora de Resident Evil 4: Recomeço. #sad *ouvindo a trilha sonora mesmo assim*

clique para ver maior
A ação continua maravilhosa, esses filmes têm uma fórmula de mostrar lutas que, em vez daquela briga estilo The Sims (que ninguém vê o que está acontecendo), você acompanha os golpes e torce com o personagem. Ainda conseguiram trazer algumas inovações interessantes, estilo raio-x. Mesmo que algumas coisas nem façam sentido, depois de 4 filmes a gente já pode perdoar.

Os cenários e a parte de ficção científica também ficaram muito bons, acho que até é o mais legal da história. Clones, implante de memória, realidades artificiais, inteligência artificial... É o tipo de mundo onde você gostaria de ver em uma boa história de ficção científica. Que não é o que nós vemos nesse filme, porque Alice está ocupada demais sendo perseguida por um bando de zumbis.

Falando nisso, acho que essa é a maior "desculpa" para o filme. Histórias de apocalipse zumbi são algo como: corre, corre, corre e depois pensa. Esse filme em si é sobre ela ter que atravessar o lugar e fugir passando por um trilhão de ameaças. Pensa só: você levanta daí para ir até a cozinha e dá de cara com o seu vizinho-agora-zumbi no meio do caminho. É difícil pensar em conversar, refletir sobre a vida e "namorar". Mesmo que você esteja com o Leon de verdade* ao seu lado, é difícil fazer mais do que trocar alguns olhares e frases com duplo sentido.
*Leon de verdade = Leon dos jogos. Por mais que o cabelo tenha ficado bonitinho, esse Leon ainda é um Thor feat. Capitão América. 

Só alguns detalhes: 
  • Na maioria das lutas, a solução não vem da pancadaria, mas de pensar a situação e encontrar uma boa saída. 
  • Esse, depois do primeiro, é o filme com mais explicações da série. 
  • Muita gente não pensa nisso, mas os filmes de Resident Evil são filmes de ação com uma personagem feminina forte em uma posição que em 99,9% das histórias seria de um homem (e sem um príncipe encantado). 
  • Não que a Milla Jovovich tenha algum peito para mostrar, mas ela faz isso tudo com roupas que cobrem quase o corpo inteiro. Ou pelada enrolada no papel, mas só algumas vezes. 
  • Eu canso de falar, mas os filmes de Resident Evil não são TERROR exatamente, é só gente morta e alguns bichos feios que de tão surreais não dão medo (- uma pessoa que não assiste nenhum filme de terror falando). 

Colocando essa imagem aqui pra tirar a sua virgindade. Se sobreviveu a isso, vai assistir. Que coisa nojenta...

Resident Evil 5: Retribuição vs. O Vingador do Futuro (remake)

Já que Resident Evil 5: Retribuição e O Vingador do Futuro (remake) têm estrutura de jogo de videogame, vou fazer uma comparação. No mundo dos jogos, Vingador seria aquele de apertar botão repetitivo com uma ambientação legal, já Resident Evil seria aquele que você precisa pensar mais o que você está fazendo, tipo... os próprios jogos de Resident Evil. Só que com uma história mais desconexa.

Sim, eu estou fazendo uma comparação. Os dois são filmes recentes com histórias no futuro, um mundo diferente, cheios de elementos de ficção científica (inclusive implante de memória e questionamento do tipo: o que é real aqui?), com bastante ação e onde o personagem principal tem que fugir de uma vadia maluca.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Teaser de Resident Evil 5: Retribuição e mais


Ontem, dia 18, já havia vazado o teaser. Hoje com a abertura do site oficial ele está se espalhando mais rápido do que T-Virus por aí. E, nós do ConversaCult, não poderíamos deixar de fora. Além de trazer o teaser trailer (legendado/HD), trazemos alguns comentários sobre o que pode se esperar do quinto filme.

*atualizado com trailer e logo do novo jogo no fim do post, Resident Evil 6.



O "Resident Evil 5: Retribuição" é mais um da série mais sem continuidade do planeta, mas que não deixa de ser um guilty pleasure. Com o teaser, já dá para imaginar que eles provavelmente vão amarrar o fim do "Resident Evil 4: Recomeço" nos primeiros minutos e continuar fazendo uma mistura entre presente-passado. Presente estranho porque eu não consigo imaginar como a Alice vai encontrar esse bando de gente que aparece no teaser depois de ter circulado de avião por um bom tempo sem encontrar ninguém no "Resident Evil: Recomeço". Mas depois do que aconteceu entre o RE 2 e o RE 3, eu não duvido de mais nada.

Pelo teaser nós também vemos algumas novidades (que não são tão novidades assim para quem tem acompanhado a gravação, ou Milla Jovovich no twitter). A personagem de Michelle Rodriguez retorna depois de ter morrido no primeiro filme (mas ninguém realmente morre num mundo dominado por zumbis, não é?). E também temos uma personagem conhecida dos jogos, Ada Wong (que com o vestido vermelho e o cabelo preto é difícil não reconhecer). Outros personagens famosos dos jogos, como o Leon Kennedy (que aparece lá no fundo na cena do gelo), Jill Valentine e Albert Wesker também estão no filme, apesar de não terem aparecido claramente no teaser. RE 5 deve ser o filme da série com mais personagens dos jogos ou os já conhecidos dos próprios filmes. Agora, o que eles vão fazer com esse monte de gente, eu não faço ideia. 

Luther West, Leon Kennedy e... ??
Parece que, seguindo a onda do "Resident Evil: Operation Raccoon City" (o novo jogo), eles também pretendem recuperar um pouco do clima da famosa cidade infectada. 

Agora fiquem com o teaser que é metade uma propaganda fictícia da Sony (da primeira vez que eu vi, até pulei essa parte achando que era propaganda).

Na versão brasileira do trailer, foi incluída uma mulher do Rio. Você pode ver aqui legendado. Mas se quiser com qualidade, veja a versão original abaixo:

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Procurando o que ler? Conheça Apocalipse Z


Já que outubro é o mês do Halloween, que muito antes de ser Dia das Bruxas ou exaltação do terror era um culto aos mortos, nada melhor do que a indicação do blog ser a de um livro com aqueles mortos que continuam circulando por aí: os zumbis*.
* Vampiros também são mortos que continuam por aí, mas eles têm brilhado demais ultimamente e é melhor dar espaço para os outros.

E antes que você classifique como terror ou use qualquer preconceito, deveria dar uma chance a eles.


Informações:
Apocalipse Z – O Princípio do Fim
Autor: Manel Loureiro
Editora: Planeta

O livro tem continuação (o segundo é Dias Escuros, já lançado no Brasil), mas tem a própria história bem completa e não pede muito uma sequência (apesar dela também ser muito boa).

Sobre o que é e por que ler
Apocalipse Z é o diário de um cara sobrevivendo a um mundo que está sendo tomado por zumbis. Ele e seu gato, é claro. A história começa sendo contada através do blog do personagem principal, que por causa de uma terapia foi aconselhado a escrever sobre a própria vida. No blog ele comenta o que esteve fazendo e o que viu de interessante no jornal, até que notícias de um tipo em especial começam a se destacar. Quando ele (e o mundo inteiro) percebe que algo muito errado está acontecendo já é tarde demais. É como se naquela época da gripe suína você visse aquelas notícias e um belo dia ao abrir a porta de casa descobrisse que o prato preferido do seu vizinho virou você. “Ah, mas a gripe suína não foi nada demais”, o senhor advogado narrador de Apocalipse Z também achava isso, até que um belo dia...

Continuando a história: Então, quando a luz acaba ele passa a escrever no papel mesmo. Se antes ele precisava de terapia, imagine cercado por zumbis e completamente sozinho. Nós continuamos a saber toda a história através dos relatos dele, pulando dias e precisando aguentar a expectativa do “agora eu vou tentar fazer isso” até o próximo relato (que vem na página seguinte, mas).

O livro tem uma narração sincera, divertida e cheia de sarcasmo feita por um cara que está completamente fodido. E se você não gosta de palavrões... Bem, o livro é um ótimo exemplo de uso literário-expressivo dos palavrões.

E não termina aí, o livro é cheio de ação e situações de tirar o fôlego. Muito mais excitante do que a maioria desses filmes e videogames por aí. O ritmo do livro é intenso, assim como a vida pacata de qualquer um perdido entre hordas de mortos-vivos.

O narrador-personagem merece um comentário a parte, porque é bem diferente do comum. Na verdade, ele é bem comum. É como você assistindo aquele filme tenso e quase se enfiando entre as almofadas do sofá, tendo um ataque e gastando seu estoque de palavrões em vez de aparecer como o mocinho na tela, bonitão, forte, todo no estilo do herói e passando pelos sustos tranquilamente. *O que não faz dele um covarde idiota, como o “bonitão” poderia dizer.

Curiosidades:
É tão viciante que você nem percebe direito que só tem um personagem na maior parte do livro e quase não tem diálogos.

Só pra me contradizer: Lúculo, o gato dele, é outro personagem marcante que contribui para a história.

Talvez você tenha estranhado eu não falar o nome do personagem principal, mas é porque não diz mesmo.

É um livro que te pega porque é como se fosse uma conversa com você. Em grande parte, você é o outro personagem. Além disso, segue um ritmo muito de pensamento: quem já não ficou “falando” sozinho?

O livro começou mesmo em um blog, mas fez tanto sucesso que publicaram a história completa e até foi traduzido para outras línguas (Essa última parte não teria significado nenhum se o autor não fosse espanhol. Quantos livros recentes do estilo e espanhóis você leu?). 

"Prova" do livro. Clique aqui e leia um trecho.