Mostrando postagens com marcador CCgames. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CCgames. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

ConversaCult TV #72 - Roller Coaster Tycoon com realidade aumentada

Toda segunda um vídeo novo é indicado. Porque, às vezes, o melhor é jogar as pernas pro alto e apenas assistir.

Junto com The Sims e Age of Empires, o "jogo do parque" foi um dos meus preferidos para PC. Eu passava horas e horas montando e decorando. Em parte foi por isso que eu adorei o "Roller Coster Tycoon in Real Life", vídeo do Andrew McMurry que eu trouxe hoje para o CCTV. Eu queria poder jogar em realidade aumentada assim. HUAHA

Ficou curioso? O vídeo é curtinho, bem feito e vale a pena. Aperte play!




segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ConversaCult TV #60 - Assassin's Creed na vida real

Toda segunda um vídeo novo é indicado. Porque, às vezes, o melhor é jogar as pernas pro alto e apenas assistir.

Eu encontrei esse vídeo há um tempo e achei que merecia trazer ele pra cá na comemoração de lançamento do Assassin's Creed III. Eu adoro parkour/free running, já até indiquei vídeo no CCTV. Agora ver de verdade o Altair rodando hoje em dia não tem preço. :D

Ainda coloquei um vídeo extra dele dando umas dicas pra quem tem vontade de começar. Só sei que ia quebrar minha cara tentando fazer aquela flexão no corrimão...

Para mais vídeos desse Altair, veja aqui.


Assassin's Creed Meets Parkour in Real Life

              


Assassin Creed Parkour Tutorial: Getting Started



Tem esse vídeo de atendimento de Telemarketing antigo que também é muito, se você gostou desses aqui e quer rir vale a pena conferir.




Até a próxima \o/

terça-feira, 16 de outubro de 2012

BGS 2012: Na fila de desejos do gamer brasileiro


Já ouviu falar do Brasil Game Show (ou BGS)? Esse é o maior evento de games da América Latina, o que não era coisa tão grande assim até esse ano. A Ana Marques de São Paulo esteve no último sábado nessa "Bienal do Livro" versão games e trouxe um relato pra gente. Inveja? Eu? Imagina... Leia abaixo e entenda. (:

Se há uma motivação mais nobre para o meu artigo de estreia ser escrito, eu a desconheço. Mesmo com fila para tudo - menos para o banheiro (afinal, ser mulher tem algumas vantagens em eventos desse tipo), você não encontra muitos eventos assim. O Brasil Game Show faz jus à sua fama e ao fato de ser A Maior Feira de Games da América Latina.

A feira, que durou de quinta a domingo (11 a 14 de outubro), teve os ingressos esgotados e ainda transformou todo o processo de entrada em uma grande Quest. Mas o maior feito dessa edição foi outro: trouxe para o Brasil três gigantes do mundo dos games. Com a Nintento, a Sony e a Microsoft por aqui, não tinha como dar errado, tinha?

"Game como você nunca viu": se você conseguisse ver, é claro.
Quem esteve lá pôde conferir uma série imperdível de novidades em primeira mão, desde o Wii U, que promete dar o UP que estava faltando na Nintendo nos últimos anos, até os demos dos novos God of War, Resident Evil, Castlevania, Devil May Cry (o qual meu deixou sorrindo à toa mesmo depois de três horas e meia na fila(!) pra jogar) e muitos outros.

Mesmo eu, que sou uma Nintendista assumida, não posso deixar de admitir que o stand da Sony brilhou com sua estátua do Kratos gigante e o demo do jogo no qual nós ajudávamos nosso velho amigo de God of War a abrir a cabeça de um elefante bombado. E não pensem vocês que o resto do stand ficou às moscas! Jogos como Uncharted 2 e The Ico & Shadow of the Colossus também formaram filas consideráveis para que você tivesse seus cinco minutos de fama esquentando o joystick do console.


Quem passou pelo stand da Big N pôde conferir antigos títulos voltando a brilhar no Ds e no 3DS, como Starfox 64, Mario Bros – que não podia faltar! - e Pokémon White. Mas a grande estrela da noite foi o tão esperado Wii U. Para a minha tristeza eu não consegui jogar; filas quilométricas e o horário foram empecilhos entre eu e a mais nova brilhante aposta da empresa. Porém, quem conferiu o desempenho do console com jogos como o ZombiU e o novo Super Mario ficaram ainda mais ansiosos pelo lançamento. As críticas ao console e ao seu polémico controle surpreenderam a todos e "sambaram na cara" de quem achava que seria apenas um grande fracasso.

Quem passou pelo stand da Microsoft pôde chegar à conclusão de que realmente precisamos de uma nova geração de consoles, ainda mais potentes. Afinal, Halo 4 conseguiu levar o Xbox ao máximo de seu desempenho – e deixar todos de boca aberta. Segundo a produtora executiva do game, Kiki Wolfkil, "o jogo representa a utilização total da capacidade de processamento do console". Foram declarações como essas que fizeram com que saíssemos do evento sonhando com a próxima geração.

Pra quem ficou curioso com Halo 4, na E3 já tinha saído vários vídeos. Aqui vai um gameplay:


Mas não apenas os mais novos ganharam atenção especial no BGS 2012: uma exposição trazia consoles desde os primórdios do mundo nerd até os dias de hoje. E alguns stands – como o da Saraiva, no qual eu deixei uma pequena fortuna – também trouxeram para o evento antigas máquinas de fliperama, como carros de jogos de corrida, máquinas caça-prêmio (que honram suas ancestrais começando e terminando com o mesmo número de bonecos de pelúcia dentro) e muitas outras.

Os cosplays também marcaram presença, uns trabalhando nos stands – afinal, não está fácil pra ninguém! – e outros feitos por visitantes, porém todos simplesmente incríveis! Um dos momentos mais tensos da minha vida foi quando eu andava distraída e acabei esbarrando com um Slenderman! 

Clica aqui para ver outros cosplays da BGS. Teve até Lara Croft!
Isso sem falar na outra atração imperdível do evento: as barraquinhas de venda de camisetas, bottons e todo tipo de quinquilharia que nós amamos!

o stand da Playground Games acabou ganhando atenção no grito – ou no ronco do motor se preferir. Eles trouxeram um carro de Stock Car que todas as tardes ligava o motor, produzindo um barulho tão alto que até os surdos podiam ouvir. Tudo isso para promover o novo Forza. Nessa onda de chamar a atenção, a Codemasters resolveu trazer um carro de F1 para que os visitantes pudessem ter a experiência máxima enquanto jogavam no simulador de F1 Race Stars



Eu mesma poderia passar horas e horas escrevendo sobre todas as infinitas novidades e maravilhas do evento – já que no dia passei quase seis horas lá dentro e nem senti -, mas nós não terminaríamos nunca! Se você foi, ainda deve estar em êxtase com o mundo maravilhoso em que entramos quando cruzamos os portões do Expo Center Norte nos últimos dias. E, se não foi, fique de olho! As próximas edições prometem tanto quanto essa e definitivamente são obrigatórias na lista de "lugares para se visitar" de todo Gamer que se preze!


cosplay de Lara sem parecer piriguete!
roupa do novo Lara Croft aprovada
 O BGS é inspirado na E3, evento de games gringo, mas ainda planeja crescer muito e ter a própria cara. E está crescendo! A edição desse ano (2012) teve mais de 100 mil pessoas e esgotou. Ano passado (2011) a feira de games aconteceu aqui no Rio e contou com 60 mil pessoas. A partir do ano que vem o BGS vai se fixar em São Paulo, passar a ter cinco dias e dobrar o espaço (ainda no mesmo lugar).

BGS 2013: Está previsto para o final de outubro (aqui diz a partir do dia 23 e aqui a partir do dia 24) em São Paulo.

Se você é do Rio como eu e não recebeu muito bem essa notícia, ainda há alguma esperança: Segundo a Folha de S. Paulo estão planejando um evento derivado do BGS para acontecer aqui durante o primeiro semestre, mas ainda sem maiores informações ou nome. Vamos esperar.


Veja mais:
>>>Microsoft: destaque para Halo 4 e muito mais [BGS 2012] - Baixaki Jogos

sábado, 13 de outubro de 2012

Coisas que você precisa saber sobre zumbis - Parte 1


1- Zumbis existem;

2- Tiro na cabeça não mata;

3- Zumbis não são loucos pelo seu cérebro. 

Antes de xingar a minha mãe, calma aí! Nas duas partes desse post você vai ficar sabendo um pouco mais sobre os zumbis, seus tipos e por que não dar ataque quando um sair correndo em vez de ir andando atrás de você. Bem, vamos começar...

De todos o seres fictícios os zumbis são os mais próximos da nossa realidade por um simples motivo: eles existem. Isso mesmo. Não foi nada de invenção da Igreja pra acabar com inimigo ou coisa de pai pra dar susto em filho. A boa notícia é que os zumbis de verdade não são como suas mil variantes da ficção.

Para irmos direto ao ponto, leia esse resumo retirado da Mundo Estranho:
"Todo mundo já ouviu falar em vodu, palavra que se tornou sinônimo de magia negra e bruxaria da pesada praticamente no mundo todo. Trata-se, na verdade, de um culto religioso praticado nas ilhas caribenhas chamadas Antilhas, principalmente no Haiti, baseado em rituais de possessão e com origem africana - obviamente, parente do candomblé brasileiro e da santería cubana. Para os adeptos do vodu, o zumbi seria como um morto-vivo, fabricado por feiticeiros ressuscitando um cadáver, para transformá-lo em um trabalhador braçal sem vontade própria - mais que um escravo, um autômato de carne."
Curioso, não é? Mas ainda parece um mito para assustar as pessoas, então vários pesquisadores e curiosos decidiram descobrir a verdade por trás dessa história. O resultado é que esses mortos-vivos não foram ressuscitados de nenhuma maneira sobrenatural. Pelo contrário, tem bastante a ver com a natureza em si.

O acontece é que esses "feiticeiros" conhecem muito bem a natureza e como aproveitá-la, no maior estilo velha bruxa na floresta que conhece um monte de ervas. Como eles criam zumbis? Na primeira etapa, eles dão um veneno para a vítima ("pó de zumbi", como alguns chamam) e parece que ela está morta. Esse tipo de coisa é usada até na maior história de amor de todos os tempos: Romeu e Julieta.

Depois de envenenada, todos encontram o corpo da vítima que parece estar morta. Aí acontece aquela choradeira, enterro e outros processos funerários. Quando para o mundo a pessoa já está bem morta, o feiticeiro retorna à ação: ele desenterra a pessoa, administra alguma outra droga para ela não ficar com o juízo perfeito e faz o teatro de "eu sou o todo poderoso que te trouxe da terra dos mortos, agora você deve me obedecer". A pessoa já não está lá no 100% da sanidade, acabou de ser realmente desenterrada e mesmo se fugir, o que vai encontrar? Um monte de gente assustada por ela estar viva. Fica difícil não acreditar.

Enfim, tudo não passa de um jogo de drogas e crença. As drogas entram para fazer a pessoa parecer morta e facilitar o controle depois. Em alguns dos relatos a pessoa anda se arrastando e torto por causa da droga, em outros a droga causa alguns efeitos na pele deixando a pessoa com aparência de morta. Algumas drogas também são analgésicas, o que explica a história de eles continuarem mesmo com dor. De uma forma ou de outra, a droga contribui para a situação.

Já a crença é porque nessa zumbificação conta bastante 1) a pessoa acreditar que está morta e 2) acreditar no poder do feiticeiro. Se você for ver, essas coisas acontecem em lugares onde há essas "superstições". Não tem gente por aí que diz que tá possuído? Deixando de lado a discussão se é verdade ou não, elas agem como tal e fazem coisas bem estranhas. Se existem pessoas que acreditam na zumbificação assim, elas podem muito bem achar que estão mesmo controladas.

Curiosidade
Encontrei uma notícia de 2011 no Terra sobre a lei no Haiti que proíbe criação de zumbis: O legal do texto é que mostra justamente essa parte de como a crença lá é forte e um pouco sobre uma possível droga utilizada na zumbificação. Hoje em dia isso não é tão frequente, mas eu não ia querer andar por lá no passado.

Ou seja, os zumbis existem, mas não são exatamente como a gente fantasia. Não são nem mortos de verdade e não são nem a nossa maior preocupação. No entanto, eles foram abraçados pela ficção e se transformaram em muito mais. Na segunda parte eu vou mostrar os 3 dos principais tipos de histórias com zumbis e o que nós poderíamos ver como a essência do zumbi. Porque se for só pelo morto que continua vivo não dá, né? Até vampiro seria zumbi...


>>>Fonte e links para curiosos

Não, eu não inventei tudo isso. O que eu fiz foi juntar informações que eu fiquei sabendo ao longo dos anos, seja lendo revistas, livros ou vendo documentários. É claro que boa parte eu ainda fui verificar na internet. A história da origem sempre se repete, com uma ou outra variação.

O documentário "A Verdade Sobre os Zumbis" é uma boa para quem quer saber mais, você pode ver no site do National Geographic de Portugal um resumo muito bom ou ir direto para o link (não testei, mas pelo menos tem as informações para procurar).

Encontrei um "mega post sobre a origem dos zumbis" que também fala um pouco sobre essa raiz relacionada ao vodu e às crenças africanas, inclusive com referência a livros e pesquisadores.

Um texto maior sobre a origem dos zumbis, vudu no Haiti e as pesquisas de Wade Davids.

Às vezes essa criação de zumbis no Haiti também é relacionada à hipnose, que se você for pensar pode ser feita com o mesmo objetivo dessa zumbificação, né? Criar um escravo sem consciência. Há até quem diga que naquela parte da crença o feiticeiro também contaria uma hipnose. Decidi pesquisar um pouco sobre isso e encontrei um texto da SuperInteressante sobre o tema, se você é dos mais céticos ou curiosos, vale a pena ler.

Em breve eu vou incluir aqui alguns livros que eu li, mas primeiro preciso passar na livraria para ver qual é qual e não falar besteira. (:

Há quem diga que, a partir do 4º jogo, o Resident Evil parou de ter zumbis. Mas se você for ver, no Resident Evil eles vão direto para a origem de toda essa história: a África. Lá eles também falam do uso de plantas como drogas e de ritos, no desenvolvimento do Uroboros. Aliás, eu me dei conta de que o homem da imagem mostrado lá no "mega post sobre a origem dos zumbis" é bem parecido com o Giant Majini do jogo. Se a Umbrella está pesquisando zumbis, faz sentido ela ir atrás da origem, né?

clica pra ver maior

Até o próximo post do mês do zumbis, se sobrevivermos até lá!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

[Resenha] O Temor do Sábio, de Patrick Rothfuss

por Dana Martins

- Livro: O Temor do Sábio
- A Crônica do Matador do Rei - Livro 2
- Autor: Patrick Rothfuss
- Editora: Arqueiro
- Comprar: Americanas, Saraiva, Fnac.
- No skoob
- Livro anterior: O Nome do Vento
- Continua em: "The Doors of Stone", ainda não lançado lá fora.






Mini-crítica: 
"É uma história medieval com um toque da fantasia, igualmente longe de um relato antigo do nosso mundo e de uma história de fantasia. E igualmente perto dos dois." Se você gostou do primeiro livro, vá com tudo nesse. É realmente melhor ainda. Kvothe já está na Universidade e conhecemos mais ainda o lugar e seus personagens.  E dessa vez ele ainda entra em umas encrencas que o fazem viajar e conhecer outras partes do mundo. Ele vai continuar sua busca pelo Chandriano, cantar para reis, caçar bandidos e virar mercenário. Se isso não é o bastante, saiba que ainda tem muito mais. Uma boa aventura para continuar conhecendo Kvothe, o Matador do Rei. A aventura certa para se perder nesse mundo de vez. "O Temor do Sábio" entrou para os meus favoritos. 

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

O ruim de falar de um primeiro livro antes de ter conhecido a série é que você não tem ideia do que ela pode ser. Muitas vezes o primeiro livro é só uma introdução, ou simplesmente não mostra o potencial de toda a história. Eu me sinto meio que assim com A Crônica do Matador do Rei. O primeiro livro, "O Nome do Vento", encaixa como uma luva nesse, "O Temor do Sábio". Mas ainda assim, pode desiludir a pessoa a ir até o segundo, o que é uma pena.

Quando eu terminei o primeiro, meio feliz e meio cansada, vi gente falando que o segundo era "ainda melhor!". Fiquei um pouco desconfiada, porque normalmente pessoas entusiasmadas dizem isso. Mas agora concordo com elas: O Temor do Sábio é ainda melhor.

No primeiro, tivemos longos momentos até a chegada à Universidade, que é quando tudo começa a dar certo. Enquanto no segundo, nós já estamos dentro da história. Kvothe está na Universidade, nós conhecemos mais ainda o lugar e seus personagens (as conversas entre amigos são tão naturais que lembram aos diálogos do John Green). Depois ele ainda vai parar em uma aventura atrás da outra, cada uma peculiar e com um resultado.

em um relacionamento sério com a arte do livro
Com essas aventuras que eu lembrei de livros como Eragon, Percy Jackson, A Bússola de Ouro... Mas há algumas diferenças importantes. Na maioria desses livros, nós temos uma missão clara: ele precisava salvar o mundo. Enquanto nesse o objetivo é a construção do personagem. Outra coisa é que durante essas aventuras os personagens sempre encontram povos diferentes, tipo elfos ou anões. "O Temor do Sábio" me fez ver isso com outros olhos, de uma maneira menos estereotipada*. A história é toda bem elaborada, cada lugar tem uma tradição própria e um modo de pensar, cada personagem é mais particular ainda.
*Esterotipada tipo Elfo, função: ser elfo.

Eu tenho que falar um pouco mais sobre essa forma que as culturas são apresentadas, porque no livro isso é LINDO. O mundo que o Patrick Rothfuss criou fica ainda mais rico nesse segundo volume. A forma como ele coloca um povo, sua cultura e usa de choques de pensamento é muita boa. Valeria o livro só por causa do lugar onde Kvothe faz o treinamento (quando ler, você vai saber do que eu estou falando). E não é de uma forma enrolada ""adulta"", sabe? É até em um estilo young adult que serve para qualquer jovem.

Agora que você já está no clima, é muito mais fácil embarcar na história de Kvothe e conseguir ver como tudo é bem feito. O livro não é só uma história muito boa contada realmente muito bem, ele também é aula de filosofia, antropologia, história, química, física... Não é nem um pouco como ir para a escola, mas pode ser muito bem aproveitado se você quiser.

Além disso tudo, de quebra, Patrick Rothfuss continua transformando música e amor em palavras como só ele sabe.

Assassin's Creed

Errata: estou em um relacionamento sério com a arte do livro e a arte de Assassin's Creed
Eu tive uma experiência curiosa. Enquanto eu lia esse livro, comecei a jogar Assassin's Creed II. O jogo é da época do Renascimento na Itália, tem até o Leonardo DaVinci. E nesse jogo a construção do cenário e do figurino é muito boa. Já jogou GTA? Em vez de ser um negão mafioso andando por uma cidade atual, você é um assassino galanteador andando por cidades antigas da Itália (reproduzidas com bastante detalhe, há até lugares reais que eles colocam informação pra gente saber a história). Bem, o que vem ao caso é que é um cenário antigo, bem detalhado e até com roupa pensada na época. Tem até uns bardos irritantes que atrapalham o caminho. Não me assustaria se o Kvothe passasse andando por ali. Foi muito legal ver de "verdade" o mundo que eu estava conhecendo no livro.

O livro se passa no renascimento? Não é tão fixo assim, é tipo essas histórias medievais de fantasia que você não consegue dizer quando nem onde. Mas diria que tem um pouco disso na Universidade, que tem um pensamento mais parecido.


Classificação:


(5/5 conversinhas)


Os lindos da Arqueiro é que me deram a oportunidade de conhecer essa trilogia linda. MUITO obrigada! 


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Guia: Veja resumo do que aconteceu nos filmes de Resident Evil até agora


Corre que ainda dá tempo! Acabou de assistir Resident Evil 5: Retribuição ou quer assistir, mas não lembra do que aconteceu ou nem viu os outros? O objetivo desse post é resolver esse problema. Para facilitar a vida de todo mundo, fique com um pequeno resumo do que aconteceu na história até agora. Vale lembrar que os filmes são quase independentes, não fazendo tanta diferença assim se você começar no meio do caminho, mas é legal tentar colocar tudo como uma história só, porque mal (muito mal) ou bem, é uma série.

Os filmes de Resident Evil têm muito furo e erros, mas com o tempo eu passei a gostar. E o mais legal é que você pode realmente aproveitar se pegar um filme aleatório, principalmente o 5º que ainda vem com um resumo no início. Conforme você vai ver a seguir, a personagem principal está sempre se "redescobrindo" (perde a memória, vira cobaia...) e acaba em situações praticamente aleatórias tendo que correr para sobreviver. 

Sobre spoilers: Para os quatro primeiros filmes, é uma mistura de sinopse com lembretes sobre o desfecho, com o mínimo de spoiler possível. Já sobre o quinto filme é apenas a sinopse. Porém, como eu disse na resenha de Resident Evil 5, esse é o filme que mais traz informações para tapar buracos nos filmes anteriores, então eu fiz uns comentários para tentar juntar tudo (mas nesse caso eu aviso o spoiler antes do parágrafo).

No primeiro filme... Resident Evil: O Hóspede Maldito 
(2002 - Resident Evil)

O primeiro filme é pré-Raccoon City, quando Alice e um cara que dizem ser o marido dela acordam e não lembram de nada. Eles vão parar dentro de um laboratório subterrâneo da Corporação Umbrella com uma equipe para tentar descobrir o que aconteceu para o lugar ser totalmente fechado. E, bem, eles descobrem... Um vírus foi espalhado e a inteligência artificial que comanda o lugar, a Rainha Vermelha, não quer deixar que ninguém saia para a contaminação não vazar. Durante o decorrer do filme Alice descobre que é uma agente especial e tem alguma coisa a ver com a liberação do vírus.

Depois de lutas, zumbis, traições e mortes... a Alice escapa com uma pessoa contaminada e eles dão de cara com um monte de gente na mansão para prendê-los.

Extra: é nesse filme que aparece pela primeira vez a personagem Rain (Michelle Rodriguez), ela faz parte dessa equipe que invade o laboratório.


No segundo filme... Resident Evil 2 - Apocalipse 
(2004 - Resident Evil: Apocalypse)

Alice acorda no hospital em Raccoon City depois do vírus ter se espalhado por toda a cidade. Durante o filme, ela encontra a Jill Valentine (Sienna Guillory) ainda morena, Carlos Olivera (Oded Fehr) e o criador do T-Virus. Durante esse filme Alice lida com dois problemas: primeiro, ela descobre que virou uma cobaia de testes e ganhou superpoderes em vez de virar uma morta-viva, então precisa conhecer essa "nova" Alice; e, segundo, Raccoon City foi isolada e ela tem pouco tempo até explodirem tudo com todo mundo dentro (para evitar que o resto do mundo saiba sobre o vírus). A solução é salvar a filha do criador do T-Virus que havia ficado dentro da cidade, a garotinha Angela Ashford (Sophie Vavasseur), e ainda há uma batalha final contra o Nemesis (o personagem contaminado do filme anterior também utilizado como cobaia e que sofreu várias mutações).

Depois de lutas, zumbis, descobertas e mortes... a Alice, a Jill e os outros conseguem fugir num helicóptero, que cai e ela é a única que fica mal. Os outros fogem e ela é capturada. Depois de um tempo ela acorda novamente em um hospital e é resgatada pela Jill e os outros fugitivos. Termina o filme com um cientista da Umbrella mandando ativar o "Programa Alice".


No terceiro filme... Resident Evil 3 - A Extinção 
(2007 - Resident Evil: Extinction)

Ela começa em um deserto depois que sabe lá como o vírus já se espalhou. Ela está andando por aí sozinha e tentando controlar os próprios poderes, quando encontra a Claire Redfield (Ali Larter) e, do filme anterior, o Carlos Olivera (Oded Fehr). Eles estão com alguns ônibus protegidos carregando sobreviventes e encontrando uma maneira de se virar. Ao ouvirem uma mensagem repetida na rádio de um lugar que promete segurança, eles decidem apostar as últimas forças para chegar até lá. Ao mesmo tempo, a Alice está sendo procurada pelo cientista da Umbrella, que a trata como um "projeto" por causa dos testes que fez nela.

Depois de lutas, zumbis, superpoderes e muitas mortes... eles encontram no meio do nada uma casinha vagabunda cercada por zumbis, que é o ponto de entrada para mais um laboratório subterrâneo da Umbrella. A Alice manda Claire e o resto dos sobreviventes no helicóptero que estava ali e fica para enfrentar o cientista maluco que estava tentando capturá-la. Ela luta com um monstro e conversa com a inteligência artificial dali, a Rainha Branca. Ainda descobre que o laboratório está cheio de clones dela mesma, porque foi a única a se adaptar bem com o vírus e em seu DNA estaria a solução para o problema. No final, Alice manda uma ameaça para os chefões da Umbrella.

Extra: Esse é o primeiro filme que aparece Albert Wesker (Jason O'Mara, depois o ator passa a ser Shawn Roberts).


No quarto filme... Resident Evil 4 - Recomeço 
(2010 - Resident Evil: Afterlife)

Alice e um bando de clones invadem um laboratório da Umbrella em Tokyo e matam todo mundo, inclusive o Albert Wesker (Shawn Roberts - "chefão" da Umbrella). Depois disso e de receber o antídoto (perder os poderes), ela está sozinha no mundo e decide procurar a Claire (Ali Larter). No estilo diário de sobrevivente, ela se filma contando os dias e seu progesso na busca por outros sobreviventes. Em um aviãozinho fajuto para duas pessoas, ela sobrevoa o munto contaminado e vai até o lugar onde os sobreviventes (dessa vez, aqueles de helicóptero no terceiro filme) tinham ido. Chega lá e encontra só uma Claire selvagem com uma aranha de metal presa no peito. Ela não lembra nem quem é e não sabe de nada. A Alice amarra ela no segundo lugar do avião e continua a busca.

As duas acabam no terraço de um presídio em Los Angeles onde alguns sobreviventes estão se protegendo. Alice descobre que o lugar seguro anunciado em Resident Evil 3 é um navio que está parado à vista na costa e é lá que os outros conhecidos devem estar, mas há um tempo o navio não manda mais a mensagem de segurança. Com isso, eles precisam arrumar um plano de fuga e a única pessoa que parece saber da saída é Chris Redfield (Wentworth Miller), um homem que fora largado em uma cela e ninguém sabe se deve confiar.

Depois de lutas, zumbis , problemas de memórias e mortes... Alice, Claire e Chris chegam no navio e descobrem que é da Umbrella. Lutam contra o Wesker, matam ele outra vez e libertam todos os que estão presos lá. O filme termina com helicópteros comandados por uma Jill Valentine (Sienna Guillory) - loira e controlada pela aranha no peito - se aproximando.


No quinto filme... Resident Evil 5 - Retribuição 
(2012 - Resident Evil: Retribution)

Depois do ataque das naves, Alice acorda presa em uma base da Umbrella provavelmente no fim do mundo e é mantida lá até que uma invasão no sistema dá a chance de ela escapar. Alice descobre que Wesker ainda está vivo (porque ninguém morre em filme de zumbi) e que agora está contra a Umbrella, que é totalmente controlada por uma inteligência artificial, a Rainha Vermelha. Wesker está ajudando Alice a fugir porque aparentemente ela é a última esperança do mundo. O filme é sobre essa fuga, com Jill Valentine (Sienna Guillory) liderando uma equipe para capturar Alice; e Leon S. Kennedy (Johann Urb) liderando outra tentando salvá-la, tudo isso dentro dessa base subterrânea da Umbrella.

Extra: Esse filme tem quase todos personagens relevantes de filmes anteriores, como a Rain (Michelle Rodriguez)



(SPOILER!) Depois de lutas, zumbis, monstros, clones, realidades artificiais controladas e umas mortes... Alice, Ada, Leon e Jill conseguem escapar e destruir a colméia. Só para encontrarem Wesker, Alice ser contaminada outra vez e descobrir que estão em uma base cercada por todos os montros que você imaginar. E que eles são os últimos humanos do mundo.

(SPOILER!) Nesse filme eles tentam fazer a ligação entre todos os outros. Eles mostram que o vírus criado pelo cara do segundo filme, que foi espalhado no filme 1, é parte dos estudos da Umbrella que vende armas biológicas. Nós vemos que a Umbrella recriou parte de grandes cidades e povoaram com clones para testar essas armas, depois venderam para as principais potências "inimigas" do mundo, fazendo eles se atacarem e causar o caos que nós vemos no filme 3. Aí a Alice, a única pessoa que "dominou" o vírus, é a salvação para criar esses superhumanos. O que a leva a ser perseguida no terceiro filme, depois novamente no final do quarto e no quinto.


Depois disso tudo a história até que fez mais sentido, foi legal ver tudo desse jeito. Espero que isso te prepare para assistir Resident Evil 5: Retribuição nos cinemas (que vale MUITO ser no cinema!). Qualquer dúvida sobre os filmes ou Resident Evil no geral, pode perguntar aqui que eu respondo tudo o que puder!
Resident Evil é uma série de filmes iniciada em 2002 e protagonizada pela personagem original Alice (Milla Jovovich). Os filmes são baseados na série de jogos Resident Evil, mas a relação de adaptação tem muito mais a ver com "roubar" elementos e jogar em uma história, ou criar uma história paralela que às vezes cruzaria com a original.  Personagens principais dos jogos aparecem nos filmes (Claire, Chris, Leon, Jill...) e os zumbis e variações são dos jogos (só que utilizados de qualquer jeito e misturado).

Veja mais:

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ConversaCult TV #54 - Super Power Beat Down: Quem venceria numa batalha?

Toda segunda um vídeo novo é indicado. Porque, às vezes, o melhor é jogar as pernas pro alto e apenas assistir.

Semana passada nós "atualizamos" o ConversaCult TV #01, agora vamos atualizar o segundo. Tirando das páginas dos livros, das telas dos jogos... surge a pergunta: como seria uma luta entre dois superpoderosos do mundo da ficção? E o Super Power Beat Down nos mostra! Trouxemos aqui 3 vídeos de 3 batalhas épicas: O primeiro é Darth Vader vs. Gandalf. Depois vem uma disputa Lara Croft vs. Nathan Drake. E no mundo dos super-heróis... Batman vs. Wolverine.

O Super Power Beat Down funciona assim: eles dizem os oponentes, as pessoas votam em quem acha que ganharia e eles filmam a batalha. E nem fica aquela coisa #fail, é bem legal.


DARTH VADER vs GANDALF - LIVE ACTION BATTLE




LARA CROFT (Tomb Raider) vs NATHAN DRAKE (Uncharted) LIVE (meu preferido)




BATMAN vs WOLVERINE - LIVE ACTION BATTLE



E você pode votar! Eles continuam fazendo os episódios e disputas! É só entrar no site do Super Power Beat Down, ver quem são os oponentes da vez e votar em que você acha que ganharia. Lá além de reunir os episódios, ainda tem informações extras de quando vai lançar o próximo e tal.



E vocês? Quem vocês gostariam de ver em uma luta? Jogar o Snow vs. Coin em uma arena ia ser interessante. ;x

domingo, 16 de setembro de 2012

[Resenha Misturada] Resident Evil 5 - Retribuição

por Dana Martins e Igraínne Marques

- "Resident Evil 5 - Retribuição"
Resident Evil: Retribution (2012)
- Direção: Paul W.S. Anderson
- Roteiro: Paul W.S. Anderson
- Atores: Milla Jovovich, Sienna Guillory, Michelle Rodriguez, Li Bingbing, Boris Kodjoe, Johann Urb, Kevin Durand ...
- Ação / Ficção Científica / Bicho feio (não terror) - 16 anos - 95 min. - Trailer
- Nos cinemas brasileiros desde 14 de setembro de 2012
- Curiosidade: o filme é da Alemanha/Canadá. Ou da casa da Milla Jovovich e do Paul W.S. Anderson...





Mini-crítica: 
E Resident Evil ataca outra vez! Paul W.S. Anderson e a incrível habilidade de fazer uma série de histórias isoladas. Se você não entendeu isso, eu também não entendi tanto assim. Mas se você gosta dos anteriores, não vai dar para reclamar desse. Se não assistiu nenhum dos anteriores, pode começar por esse na boa porque não faz muita diferença e ainda há um resumo de tudo o que é importante no início (esse foi o primeiro da Igra).

Sinopse: Dessa vez, Alice se vê presa em mais uma base subterrânea da Umbrella Corporation e recebe ajuda de Ada Wong para fugir. O problema é que, além de estarem embaixo da água, essa base é formada por vários ambientes que são a reconstrução de parte de lugares reais (como se você abrisse a porta e parasse no centro de Nova York) onde ocorrem testes com armas biológicas (aka zumbis e suas mutações dos jogos). O filme é basicamente isso: elas atravessando esses vários cenários, com todo tipo de ação, e indo encontrar a equipe de resgate comandanda por Leon que se infiltrou pelo outro lado.

Basta colocar aí umas doses de elemento de ficção científica, tipo inteligência artificial e clones, para começar a ter ideia do que você vai encontrar. Entretenimento, com ação bem pensada (se existe uma coisa que ninguém pode criticar, é que eles sabem fazer cenas de luta) e frases de efeito não tão boas assim. Se gosta disso ou de elementos de ficção científica, vá em frente.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

Oi todo mundo! Aqui é a Dana falando e acabou que saiu mais uma resenha misturada. Adorei trazer a opinião da Igra que não é dessas chegadas a filmes de ação e esse ainda é o primeiro contato com o mundo de Resident Evil que ela tem. Nessa resenha vocês vão poder ver a opinião que uma pessoa que ADORA a franquia (aka eu) e a de uma pessoa que não sabia nem direito o que é. Vamos começar com o resumo do que a Igra achou!

>>>Igra
A Igra não assistiu nenhum outro filme de Resident Evil e não sabe nada sobre os jogos ("só que tem zumbis") e diz que gostou mais do que achava que fosse gostar. "Eu nem mesmo ia ver esse filme e paguei um pouco caro para poder ver com todos os efeitos [IMAX] (sem os quais, aliás, acho que o filme perderia grande parte das emoções)."

Resumindo a reação da Igra, ela gostou do filme e se divertidiu bastante - "me prendeu do início ao fim" -, mas... ficou a sensação de que faltou alguma coisa que ela não sabe explicar direito e é por isso que ela não dá a nota máxima.

Ela tenta explicar o "mas" que fez o filme não valer nota 5. Ela acredita que não é como se o filme tivesse início, meio e fim, não existe exatamente uma conclusão (os filmes de RE sempre têm uma deixa, mas não é disso que ela está falando). O filme é apenas introdução + fuga. A Igra também acrescentou que alguns "conflitos internos" parecem meio rasos, como no caso de alguns supostos casais que você fica meio "Espera, está acontecendo alguma coisa entre essas pessoas ou não?".

"De qualquer forma, não é porque a coisa não sai do início que fica repetitivo ou cansativo. Tudo é excepcional, efeitos, cenas de luta, você quase levanta da cadeira pra aplaudir. Ainda mais eu, que não costumo ver filmes do estilo. É uma coisa muito louca, não tem como você não prestar atenção."

Nota: 4 conversinhas


>>>Dana
Eu (Dana) chamo os filmes de Resident Evil de guilty pleasure, porque eles são uma adaptação fajuta dos jogos e viajaram no meio do caminho a ponto de não ter mais história direito. Ainda assim, eu adoro assistir. Eles são basicamente sobre uma mulher que não morre nunca sendo perseguida por uma corporação do mal (Umbrella) que no meio do caminho luta com um monte de bicho feio (zumbis e suas variações). O quinto filme, Retribuição, tenta fazer a série ter sentido e ao mesmo tempo é novamente uma história que poderia ser quase isolada. Se você gosta de ação, pode vir. A Alice poderia ser a própria Vingadora do Futuro, só que melhor.
*e essa história de "global"... é mais slogan. Ela tá o filme todo tentando sair do mesmo lugar... 

Eu estava com um pouco de dificuldade de expressar a minha reação sobre o filme e a resenha da Igra veio para ajudar. Eu com certeza gostei e quero ver outra vez, mas também esbarrei nesse "mas". Acho que o problema é algo que só uma pessoa pode descrever, a Britney Spears:


Faltou exatamente esse "wow", aquele momento que você abre o sorriso enorme e tem certeza de que é O filme, de que está tudo no lugar, de que você quer gritar para todo mundo ir assistir... Eu sei que não é fácil acontecer, mas não custa sonhar, né? Até porque a franquia de Resident Evil está acima do nível wow. Mesmo que os filmes não façam muito sentido.

Aliás, até a trilha sonora que mesmo sendo boa não supera a anterior, às vezes até parece uma versão repetitiva da trilha sonora de Resident Evil 4: Recomeço. #sad *ouvindo a trilha sonora mesmo assim*

clique para ver maior
A ação continua maravilhosa, esses filmes têm uma fórmula de mostrar lutas que, em vez daquela briga estilo The Sims (que ninguém vê o que está acontecendo), você acompanha os golpes e torce com o personagem. Ainda conseguiram trazer algumas inovações interessantes, estilo raio-x. Mesmo que algumas coisas nem façam sentido, depois de 4 filmes a gente já pode perdoar.

Os cenários e a parte de ficção científica também ficaram muito bons, acho que até é o mais legal da história. Clones, implante de memória, realidades artificiais, inteligência artificial... É o tipo de mundo onde você gostaria de ver em uma boa história de ficção científica. Que não é o que nós vemos nesse filme, porque Alice está ocupada demais sendo perseguida por um bando de zumbis.

Falando nisso, acho que essa é a maior "desculpa" para o filme. Histórias de apocalipse zumbi são algo como: corre, corre, corre e depois pensa. Esse filme em si é sobre ela ter que atravessar o lugar e fugir passando por um trilhão de ameaças. Pensa só: você levanta daí para ir até a cozinha e dá de cara com o seu vizinho-agora-zumbi no meio do caminho. É difícil pensar em conversar, refletir sobre a vida e "namorar". Mesmo que você esteja com o Leon de verdade* ao seu lado, é difícil fazer mais do que trocar alguns olhares e frases com duplo sentido.
*Leon de verdade = Leon dos jogos. Por mais que o cabelo tenha ficado bonitinho, esse Leon ainda é um Thor feat. Capitão América. 

Só alguns detalhes: 
  • Na maioria das lutas, a solução não vem da pancadaria, mas de pensar a situação e encontrar uma boa saída. 
  • Esse, depois do primeiro, é o filme com mais explicações da série. 
  • Muita gente não pensa nisso, mas os filmes de Resident Evil são filmes de ação com uma personagem feminina forte em uma posição que em 99,9% das histórias seria de um homem (e sem um príncipe encantado). 
  • Não que a Milla Jovovich tenha algum peito para mostrar, mas ela faz isso tudo com roupas que cobrem quase o corpo inteiro. Ou pelada enrolada no papel, mas só algumas vezes. 
  • Eu canso de falar, mas os filmes de Resident Evil não são TERROR exatamente, é só gente morta e alguns bichos feios que de tão surreais não dão medo (- uma pessoa que não assiste nenhum filme de terror falando). 

Colocando essa imagem aqui pra tirar a sua virgindade. Se sobreviveu a isso, vai assistir. Que coisa nojenta...

Resident Evil 5: Retribuição vs. O Vingador do Futuro (remake)

Já que Resident Evil 5: Retribuição e O Vingador do Futuro (remake) têm estrutura de jogo de videogame, vou fazer uma comparação. No mundo dos jogos, Vingador seria aquele de apertar botão repetitivo com uma ambientação legal, já Resident Evil seria aquele que você precisa pensar mais o que você está fazendo, tipo... os próprios jogos de Resident Evil. Só que com uma história mais desconexa.

Sim, eu estou fazendo uma comparação. Os dois são filmes recentes com histórias no futuro, um mundo diferente, cheios de elementos de ficção científica (inclusive implante de memória e questionamento do tipo: o que é real aqui?), com bastante ação e onde o personagem principal tem que fugir de uma vadia maluca.


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Meu Top 5 - Survivor, Música Nova, Tomb Raider, Maratona de Séries e Esqueci


Heeey! MAIS UMA SEXTA-FEIRA, DIA DE... CCSEXTA! 

(sempre quis usar esse gif)
Eu sei que isso era o que você estava mais esperando essa sexta, é claro que era. E essa é uma sexta especial de um mês especial! 31 de agosto o ConversaCult faz um ano e aqui no blog vai ser só comemoração. Nessas sextas temáticas você vai conhecer a equipe do CC e também se apresentar para gente concorrendo a prêmios (veja no final). Agora vamos ao que interessa.

Para começar você vai conhecer o membro mais importante do ConversaCult (só que não), que aparece aqui uma vez ou outra para perturbar a vida alheia e colocar gifs frenéticos do John Green (só que não) e ficou só com o primeiro post porque quiseram usar como cobaia (só que não dessa vez, sim). Vocês vão conhecer a Dana Martins!


A Dana, que está falando em terceira pessoa só porque a Ana Luíza falou que era melhor assim e enchendo o post de gifs do John Green porque falaram que eu ela podia fazer o que quisesse por aqui. Agora vocês vão conhecer o Top 5 de coisas sobre mim em uma conversa cult, literalmente.

1- Adoro histórias de sobrevivência (não auto-ajuda!)
Eu ia falar "livros", mas aí meu cérebro rebateu: "Sééério, Dana?" e eu fui obrigada a ser mais específica. Acho que de todos os estilos de história, o de sobrevivência acaba sendo o meu preferido. A situação faz os personagens viverem no extremo e nós vamos vendo como cada um reage. Acho que é um tipo de história completa, survivor acaba pedindo reflexão e ação ao mesmo tempo. E um romance é vital para qualquer um sobreviver. Livros que falam sobre isso: Jogos Vorazes (mais o primeiro da trilogia), Apocalipse Z, Divergent, A Passagem...

2- Não consigo ouvir música antiga
Se é pra falar, vamos falar, né? Acho que a minha "falha" no gosto musical é que eu não consigo ouvir nada por muito tempo e preciso sempre de algo novo. O lado bom é que eu estou sempre procurando algo novo, né? O lado ruim é que eu não consigo ficar ouvindo os clássicos por muito tempo. Na playlist no momento: Alexz Johnson, Conor Maynard, Mads Langer e trilha sonora de "Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge".
*Às vezes, com alguns artistas que eu gosto muito, em momentos específicos, eu desenterro e fico ouvindo as músicas (tipo o paramore), mas na maior parte do tempo é só música nova. Na verdade, eu tenho problemas para qualquer coisa por muito tempo... 

3- Videogame é coisa de menina também! (ouviu, Igra? caso não tenha pego a indireta e tal...)
Nunca fui dessas que divide o mundo entre o que é de garota e o que é de garoto e não ultrapassa a fronteira, sempre brinquei de bonecos e Barbies. Meu Tarzan era par da Lara Croft e o Batman tinha um caso com a Esmeralda ("O Corcunda de Notre Dame"), todos iam juntos salvar o mundo da nova ameaça (com trilha sonora e tudo). Então é de se imaginar que eu goste de videogame desde pequena. Vício do nível de inventar desculpa para faltar aula e poder zerar um jogo que está quase no final. 

Mas... eu passei alguns anos sem realmente jogar e só agora eu estou retornando. Ainda não consegui jogar muita coisa, mas os de Resident Evil com certeza. Apesar de não ter terminado o 5 ainda, porque voltou para o começo e o tédio vai até a minha alma só de pensar em refazer tudo outra vez (já falei que gosto sempre de algo novo?). O mesmo aconteceu com Assassin's Creed, mas foi só o início e eu já zerei. Aliás, um dos melhores que eu joguei, adoro poder fazer o que eu quiser e sair subindo em tudo, além de não ser só apertar botão e ter uma história legal. Outro que eu adorei jogar foi Dragon Age (vontade ENORME de ler um livro com aquela história). Agora... o mais esperado com ceteza é o novo Tomb Raider*. Sério, vocês já viram o trailer? Estou com esperança de que a franquia vai se recuperar (estava virando jogo de só apertar botão...). 
*Aliás, quase morri de ansiedade só para pegar a imagem de capa desse post. GENTE, GENTE, GENTE.. QUE LINDO! Lembra a Jogos Vorazes, né? E li uma entrevista que falava que se inspiraram em Assassin's Creed. O slogan: A Survivor Is Born. MEU JOGO PREFERIDO, MEU LIVRO PREFERIDO, MEU ESTILO DE LEITURA PREFERIDA, TUDO NOVO E LINDO... e lança no meu aniversário! Vai dizer que não foi pra mim? 

4- Não sei assistir séries
O próprio nome já diz, né? Série, algo que é dividido e tal. Mas eu não consigo ficar esperando. Eu normalmente perco o clima, perco alguns episódios, esqueço que estava assistindo ou quero evitar a ansiedade chata. A maioria das séries que eu assisti foram praticamente em um dia só. Em alguns casos, tipo Skins, prefiro esperar até duas temporas passarem (porque é dividido assim) e assistir tudo direto. Falando nisso, lembrei agora que tem a terceira geração para assistir. Minhas preferidas são: Skins, Once Upon A Time, Game of Thrones, Jane By Desing, Rookie Blue... Eu provavelmente esqueci de alguma que eu adoro (sempre esqueço).
*Menção honrosa a Skins porque foi o tema do primeiro post do ConversaCult!

5- Fui convidada para um suruba na praia Minha memória pediu pra ser ruim e entrou na fila... como é que fala mesmo?
Você não conhecem o poder de obliteração do meu cérebro, é só eu precisar lembrar que parece que não existe. Eu normalmente deixo juntar e compro vários livros lá fora de uma vez, aí eu sempre (sempre!!) esqueço algum que queria e levo outro. Um caso clássico foi eu comprar Firelight querendo Graceling, quase me joguei pela janela quando percebi o que fiz (não li Graceling até hoje, e até que Firelight foi uma leitura legal). Pra fazer esse post aqui, quase tive um ataque de mente em branco, mas o Paulo me salvou. Com certeza vou lembrar depois de algo que eu poderia ter dito. Coisas que eu lembro:                  ,                   ,             ,                         ,              e                     .
*e eu realmente acabei de ser convidada para uma "suruba na praia" no Facebook. Pelo meu irmão. E eu realmente esqueci como é essa piadinha da fila.



Dana Martins, segundo o Facebook, fez o ensino médio no Acampamento Meio-Sangue, o ensino superior na Escola de Comunicação da UFRJ e trabalha como astronauta para a NASA (só tem uma chance de dizer qual é o certo). Segundo o Twitter, "34 anos, é casada, tem três filhos e adora mentir pra ver a reação das pessoas. No resto do tempo, não faz nada interessante. Ou faz." E, exatamente nesse momento, está tentando lembrar que tipo de coisa usou para fazer esses perfis (o que não vai funcionar, olha o 5 do top 5).


Agora... falando sério (e em primeira pessoa). Eu sou Dana, tenho 20 anos, faço aniversário 18 de março (caso alguém queira dar presente, já que está chegando - e não vou querer o álbum da Adele) e faço Comunicação na ECO, ainda não entrei para habilitação, mas vou fazer Publicidade ou Produção Editorial ou os dois.

Eu que comecei oficialmente com o CC, 31 de agosto de 2011, para um laboratório da faculdade, mas a ideia já vinha sendo criada há anos. O próprio nome, ConversaCult, foi ideia do Paulo quando nós começamos a pensar no blog uns seis meses antes. E, durante esses seis meses, ainda fiz uma revista para faculdade que foi praticamente o CC impresso e me ajudou a ter ideia do que eu queria. :)

Paulo, uma pergunta para você responder no seu post: Se você tivesse que levar só um livro para uma ilha deserta, qual seria? Aproveita que a outra opção era posição sexual preferida. Acabei de inventar que todo mundo vai responder uma pergunta, menos eu. *risada maléfica*
*Proibido responder "levaria um manual de sobrevivência".

--------

>>> Faça o Meu Top 5 para gente se conhecer! (ou ganhar prêmios u.û)

Ei! Eu coloquei no tumblr as instruções para quem quiser fazer o próprio Top 5. :D Lá eu indiquei 5 pessoas para fazerem também (MAS EU QUERO VER O DE TODO MUNDO!). As pessoas indicadas foram: João Pedro F. GomesJoshua GuimarãesMareskaRaíssa e Camila Mateus. 

Se você tá interessado é em ganhar promoção, fazendo o Meu Top 5 dá para ganhar bastante chances extras. Vai entrar em um post amanhã, mas já adianto os prêmios que os QUATRO vencedores poderão escolher: - Um dos livros do John Green; - Sob a Luz da Lua/Nightshade, Wolfsbane, Bloodrose, Jogador Número 1 ou Apocalipse Z; - Cidade dos Ossos, Cidade das Cinzas ou Cidade de Vidro; - Quando cai o Raio, o cd Pioneer do The Maine ou o dvd de Os Vingadores. Consegue adivinhar quem da equipe vai dar o quê? 

>>>Momento gay e de surpresa para a equipe do blog (estou colocando sem eles saberem)

O CC sempre foi do Paulo também, ele só demorou um pouco a entrar. Às vezes a gente cai na porrada (só que não), mas eu acho muito legal ter o blog com ele, que sempre traz uma ideia nova e se esforça para fazer tudo legal. E é muito mais fácil fazer algo com alguém que tem exatamente a mesma ideia que você. Sério, nós já nos encontramos dentro da sala de Jogos Vorazes num horário anormal, num cinema que nós normalmente não vamos e num dia de semana sem nem combinar. A gente conseguiu colocar bilhetinhos do John Green exatamente no mesmo livro na Saraiva (e olha que eu fiz questão de pegar um mais escondido). Esses são só alguns dos exemplos.

A Igra não fez nada demais, vamos pular. (pausa para ela se recuperar do susto e você saber que é brincadeira) A Igra entrou um mês depois do Paulo e já me surpreendeu muito nesse tempo aqui. Um caso recente foi o Por dentro do Pop da Madonna, que eu achei o mais legal e nem esperava por isso. Ela também tá sempre aqui pra fazer um post novo ou pra fazer questão de ter pizza (que não teve) no encontro da equipe. HAUHA

Já a Ana Luíza acabou de entrar, ainda dá regulares ataques de "do que é que vocês tão falando, gente?!", mas já ajudou muito, tipo no nosso grupo no FB e no vídeo da primeira Resenha Conversa (que acho que não teria acontecido sem ela, vocês vão ver em breve). Aliás, por causa da opinião dela vs. a da Igra é que conseguimos fazer uma das resenhas mais legais do blog, olhem aqui

E... provavelmente em breve teremos mais uma integrante! Queria poder falar dela, mas a minha cautela não permite. Só para vocês saberem: ela apareceu no twitter falando que queria entrar para o CC, agora nós estamos conversando e se tudo der certo teremos textos dela por aqui em breve. O ConversaCult está sempre aberto (eu digo isso e é verdade). 

Só para terminar, um beijo para a minha mãe, outro pro meu pai. E obrigada a todos vocês que participaram do CC de uma forma ou de outra, foi muito mais do que eu poderia ter esperado. :)