Hoje 'Três livros sobre...'* vamos comemorar o Halloween em grande de estilo! Vamos indicar livros sobre três criaturas sobrenaturais: esqueletos, fantasmas e vampiros. O melhor de tudo é que não é nem aquele terror pesado (disso eu não passo nem perto!), então qualquer um pode aproveitar.
*Essa é uma coluna da Iris Figueiredo no Literalmente Falando, chamada 'Três livros sobre...', que nós estamos usando aqui no blog. O primeiro foi Três livros sobre... amor, feito por todos da equipe.
*Essa é uma coluna da Iris Figueiredo no Literalmente Falando, chamada 'Três livros sobre...', que nós estamos usando aqui no blog. O primeiro foi Três livros sobre... amor, feito por todos da equipe.
Se me perguntarem qual é a minha série de livros com elementos sobrenaturais favorita, minha resposta será “Sr. Ardiloso Cortês” sem nem pensar duas vezes. Um esqueleto vivo de centenas de anos e que nunca sai da moda ensinando pra uma menina de 12 anos sobre o mundo da magia? AWESOME.
A história como um todo é um tanto quanto complexa para ser explicada num comentário curto, mas resumindo bastante, o livro conta a história de Stephenie Edgley, uma menina que leva uma vida tediosamente normal até o dia em que conhece Ardiloso Cortês, o esqueleto que ilustra a capa. Nesse momento ela descobre que há diante de seus olhos um submundo de magia que ela não fazia ideia da existência. Junto com Ardiloso, Stephenie passa a *locutor dos comerciais da Sessão da Tarde mode on* viver altas aventuras para derrotar os vilões do mundo mágico. *locutor dos comerciais da Sessão da Tarde mode off*
A série, que tem sete volumes lançados lá fora e apenas quatro no Brasil, é realmente muito boa. Os livros têm um ritmo agradável que conseguem de prender e fazem você ler tudo rapidamente. Na minha opinião, o ponto alto da série é o humor. O Derek Landy tem umas sacadas geniais, fazendo com que o Ardiloso seja um dos melhores personagens que já vi e com que os diálogos do livro sejam ótimos.
A história é divertida e leve, mas ao mesmo consegue ter um tom mais sério. O interessante é que a Stephenie tem 12 anos no primeiro livro e a cada livro se passa um ano, permitindo a gente acompanhar o crescimento da personagens com todas as questões/fases por quais ela passa.
Skulduggery Pleasant (título original) é uma série que eu recomendo bastante quando você está procurando algo para distrair e se divertir, é uma boa pedida para fugir de livros mais pesados e com qualidade.
A história como um todo é um tanto quanto complexa para ser explicada num comentário curto, mas resumindo bastante, o livro conta a história de Stephenie Edgley, uma menina que leva uma vida tediosamente normal até o dia em que conhece Ardiloso Cortês, o esqueleto que ilustra a capa. Nesse momento ela descobre que há diante de seus olhos um submundo de magia que ela não fazia ideia da existência. Junto com Ardiloso, Stephenie passa a *locutor dos comerciais da Sessão da Tarde mode on* viver altas aventuras para derrotar os vilões do mundo mágico. *locutor dos comerciais da Sessão da Tarde mode off*
A série, que tem sete volumes lançados lá fora e apenas quatro no Brasil, é realmente muito boa. Os livros têm um ritmo agradável que conseguem de prender e fazem você ler tudo rapidamente. Na minha opinião, o ponto alto da série é o humor. O Derek Landy tem umas sacadas geniais, fazendo com que o Ardiloso seja um dos melhores personagens que já vi e com que os diálogos do livro sejam ótimos.
A história é divertida e leve, mas ao mesmo consegue ter um tom mais sério. O interessante é que a Stephenie tem 12 anos no primeiro livro e a cada livro se passa um ano, permitindo a gente acompanhar o crescimento da personagens com todas as questões/fases por quais ela passa.
Skulduggery Pleasant (título original) é uma série que eu recomendo bastante quando você está procurando algo para distrair e se divertir, é uma boa pedida para fugir de livros mais pesados e com qualidade.
-Paulo Vaughan

Escolhi A Mediadora porque é uma série da Meg Cabot, uma autora já mais do que consagrada e que eu amo incondicionalmente. Na verdade, acho que essa série em específico é um dos maiores acertos dela, e se você ainda não conhece, essa é a sua chance de começar. Tem humor, romance e... pitada sobrenatural de terror (?).
Mas sobre o que é A Mediadora? É sobre Suzannah, uma menina que se muda com a mãe para a Califórnia, onde passa a morar com o novo padrasto e seus 3 meios irmãos. Mas, na verdade, não é esse o problema. Acontece que Suzannah tem um dom: ela vê gente morta. *uuu* E calma! Nem todos os mortos, apenas aqueles que não conseguem descansar em paz, seja porque não terminaram alguma coisa em vida, ou porque têm um último desejo. Tudo muito fácil - nem tanto - e muito lindo, não fosse o fato de que ela não pode contar a ninguém a sua incrível habilidade - porque vão achar que está falando sozinha. Para piorar, os mortos não a deixam em paz até que ela consiga realizar esse último desejo. O que inclui falar com pessoas estranhas e mentir até o limite para todo mundo sobre onde está, fazendo o que e com quem.
Porém, o ponto chave do livro é Jesse, um fantasma que veio de brinde junto com a casa e a família nova de Suzannah. Para piorar, ele mora no quarto dela (!) e é simplesmente irresistível. Suzannah começa com um papo sobre "o que você quer", mas a relação deles logo vai além disso. Jesse é mais do que um simples fantasminha camarada, é mais do que um problema....
A história é muito boa, e a série quase se parece com um seriado de TV. A cada livro temos um "novo caso" a ser resolvido no mundo dos mortos. Eu ia até mesmo fazer uma CCIndicação a respeito, porque depois dos volumes iniciais, a coisa toda fica ainda melhor. O mais legal é que são livros pequenos, dá pra ler rápido. E hoje em dia já tem em versão pocket vira vira (com dois volumes em um). Vale dar uma chance.
-Igraínne Marques

Quando eu decidi que falaria sobre vampiros, parei e pensei “Se os vampiros pudessem eleger alguém que os representasse, quem seria?”, bom, certamente eles não escolheriam o Lestat, mas se me perguntassem qual foi o autor que conseguiu colocar em palavras a existência – ou a não existência – dessas criaturas de forma mais perfeita com certeza a resposta seria Anne Rice.
“O vampiro Lestat” é o segundo livro da série de crônicas vampirescas de Rice, mas eu não recomendaria o primeiro, “Entrevista com o Vampiro”, nem ao meu pior inimigo. Esse livro é um clássico, daqueles que você lê um pouco por obrigação. No entanto, o personagem principal desse, o Louis, é a rainha do drama, com seus questionamentos infinitos se balançando no canto de salas escuras em posição fetal. É o típico personagem que te dá vontade de entrar no livro, dar uns tabefes na cara e brandir ‘VIRE HOMEM! TOME UMA ATITUDE!’, o que é uma infelicidade, pois ele é essencial para que você entenda o segundo que é, finalmente, “O Vampiro Lestat”.
Depois de você se livrar da crise existencial eterna de Louis, é normal que você tenha um certo preconceito na hora de começá-lo, afinal, é a “autobiografia” de um vampiro que vira estrela do rock... Mas já nas primeiras páginas do livro você esquece completamente disso, de Louis, a rainha do drama, as salas escuras e o quanto a temática geral da história parece duvidosa.
Você se apaixona por Lestat logo nas primeiras palavras, a visão rica em detalhes que ele lhe oferece da vida e da pós vida é cheia de mistério, sensualidade e romantismo, mesmo com toda as suas ações autodestrutivas e inconsequentes. Esse é talvez o mais interessante do livro: Muito mais do que uma história sobre vampiros bonitinhos, “O vampiro Lestat” oferece uma visão filosófica do mundo e da vida que apenas um ‘morto’ poderia nos proporcionar, apenas alguém que está observando a vida de fora. Em uma época de vampiros que brilham e zumbis apaixonados com um gosto musical estranhamente apurado, essa obra é com certeza um ‘banho de água fria’ na forma de tratar criaturas sobrenaturais.
“O vampiro Lestat” é o segundo livro da série de crônicas vampirescas de Rice, mas eu não recomendaria o primeiro, “Entrevista com o Vampiro”, nem ao meu pior inimigo. Esse livro é um clássico, daqueles que você lê um pouco por obrigação. No entanto, o personagem principal desse, o Louis, é a rainha do drama, com seus questionamentos infinitos se balançando no canto de salas escuras em posição fetal. É o típico personagem que te dá vontade de entrar no livro, dar uns tabefes na cara e brandir ‘VIRE HOMEM! TOME UMA ATITUDE!’, o que é uma infelicidade, pois ele é essencial para que você entenda o segundo que é, finalmente, “O Vampiro Lestat”.
Depois de você se livrar da crise existencial eterna de Louis, é normal que você tenha um certo preconceito na hora de começá-lo, afinal, é a “autobiografia” de um vampiro que vira estrela do rock... Mas já nas primeiras páginas do livro você esquece completamente disso, de Louis, a rainha do drama, as salas escuras e o quanto a temática geral da história parece duvidosa.
Você se apaixona por Lestat logo nas primeiras palavras, a visão rica em detalhes que ele lhe oferece da vida e da pós vida é cheia de mistério, sensualidade e romantismo, mesmo com toda as suas ações autodestrutivas e inconsequentes. Esse é talvez o mais interessante do livro: Muito mais do que uma história sobre vampiros bonitinhos, “O vampiro Lestat” oferece uma visão filosófica do mundo e da vida que apenas um ‘morto’ poderia nos proporcionar, apenas alguém que está observando a vida de fora. Em uma época de vampiros que brilham e zumbis apaixonados com um gosto musical estranhamente apurado, essa obra é com certeza um ‘banho de água fria’ na forma de tratar criaturas sobrenaturais.
-Ana Marques
Hoje eu (Dana) estou só no comentário, mas em breve vou ter minha própria indicação sobre zumbis para comemorar o mês dos zumbis. ELES SÃO MEUS, NINGUÉM TOCA! O que eu mais gostei desse post é que trouxe criaturas sobrenaturais que às vezes a gente esquece: esqueletos e fantasmas. São até mais sobrenaturais que zumbis e vampiros (que têm suas variações científicas). Já a parte dos vampiros também achei legal porque normalmente sempre falam de "Entrevista com o Vampiro", é bom ver uma visão de uma pessoa jovem que leu. Só não sou do estilo nazista cultural que não aceita variações das criaturas. HUAHA
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