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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

ConversaCult TV #52 - IT'S SO FLUFFY I'M GONNA DIE

Toda segunda um vídeo novo é indicado. Porque, às vezes, o melhor é jogar as pernas pro alto e apenas assistir.

Nos últimos tempos (tipo, desde o ano passado) eu venho tropeçando em vídeos TÃO FOFOS QUE DÁ VONTADE DE MORRER, praticamente. A imagem ao lado foi a que eu usei na minha lista de presentes de Natal - tem como negar? HUAHA Então hoje eu trouxe para vocês alguns desses vídeos, acho que o meu preferido é o de Hey Ya. Olha o da direita dançando!

Boa notícia: se você assistir esses vídeos em segredo ninguém vai te achar menos macho.


Despicable Me - Agnes HD




Hey Ya




Cute Baby Leo Fighting Sleep



Cenas fortes




Até semana que vem. :D


sábado, 11 de agosto de 2012

[Resenha] Jogando xadrez com os anjos, de Fabiane Ribeiro

por Paulo Vaughan
- Livro: Jogando xadrez com os anjos
- Livro Único 
- Autora: Fabiane Ribeiro
- Editora: Universo dos Livros
- Comprar: Travessa, Submarino, Saraiva.
- No skoob









Mini-crítica:
Xadrez (que era o nome do livro antes de ser publicado pela Universo) conta a história de Amy, uma menina de 8 anos que é obrigada a morar em uma casa onde é mal tratada por conta dos pais, que só podem ver a filha uma vez por ano. O livro todo é, basicamente, sobre a Amy tentando contornar a situação ruim em que vive.

Bem, eu, que havia colocado muita fé no livro, me decepcionei completamente. Embora a ideia seja boa, depois de certo ponto, a execução não é lá essas coisas e a história passa a ficar enrolada. Inclusive, o final foi, para mim, desnecessário e ele meio que não combina com o livro, parece que foi enfiado ali por falta de opção. Apesar de tudo, a escrita da Fabiane Ribeiro é muito boa e eu com certeza leria outro livro dela se tivesse a oportunidade.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.


Xadrez conta a história de Amy, uma menina de 8 anos cujos pais tem uma profissão misteriosa e por isso tem que viajar e deixam a menina com uma empregada durante toda a semana. Amy é um “doce” de menina e entende a situação dos pais e fica tranquila, embora, por ordem dos pais, não possa sair de casa para nada, tendo que ter aulas em casa com uma professora desagradável.

A vida de Amy muda quando seus pais são obrigados a ter que viajar a trabalho direto, só podendo visitar a menina uma vez por ano. Com isso, os pais pagam à senhora Jane, a professora da menina, e ao seu marido para que Amy possa morar com eles. Ao chegar à sua nova casa, que é do lado da casa dos pais, Amy vê um inferno sendo criado: carinho é uma palavra inexistente para Jane e a mulher ainda proíbe a menina de brincar com seus brinquedos e ver televisão, a manda limpar a casa e só lhe dá o direito à duas refeições por dia.

Como uma forma de não sofrer (ou amenizar o sofrimento), a menina joga sozinha partidas e mais partidas de xadrez para que quando seu pai volte, ela possa derrota-lo. E, sem dar muitos spoilers, ela cria em sua mente o Reino Xadrez, onde tudo o que ela quer acontece.

Hm, resenhar esse livro é MUITO difícil. E, quando digo muito, estou sendo sincero. Isso porque a expectativa para o livro era gigante (odeio alimentar o “monstro da expectativa”, mas é involuntário) e eu me decepcionei demais. ;x Tenho três principais motivos para eu não ter gostado do livro: *pode conter spoilers LEVESsobre a trama*

1 – A protagonista. Eu preciso confessar que tenho uma certa aversão à crianças e, tipo, a Amy tem 8 anos. Isso já era um fator para eu desgostar dela, mas como se isso não bastasse, a autora a fez como uma criatura perfeitinha e bondosa demais e, cara, isso me irrita MUITO em um personagem. Simplesmente porque é MUITO irreal. Para vocês terem ideia, tem uma cena que a Amy apanha até quase morrer (mesmo) E DO MESMO JEITO ELA NÃO FICOU BRAVA COM A PESSOA QUE BATEU NELA!!!!

Tiveram até alguns momentos que eu fiquei pensando se a Amy seria uma metáfora para Deus ou algo assim. Sério, só desse jeito para a menina ser tão perfeita e depois do final d’As Crônicas de Nárnia procuro Deus como metáfora em todos os personagens.

2 – Construção da história. Sendo franco com vocês, eu gostei muito da ideia da autora, mas, sei lá, parece que, depois do que eu disse para vocês na minha sinopse do livro, ficou tudo perdido. Eu estava o tempo inteiro esperando o momento que a Amy fugiria com Pepeu, um “garoto” que se tornou amigo da menina, e eles viajariam o mundo atrás dos pais delas e descobririam a profissão deles e tudo mais. Consigo visualizar uma história e um final bem diferentes (e talvez melhores).

Mas a autora preferiu colocar vários elementos e manter a menina na casa onde ela não gostava de viver durante anos e anos e anos. E, com isso, o livro acabou ficando chato e a história não parecia ter um rumo. Xadrez, definitivamente, não segue a linha do “personagem principal vive uma vida comum, algo extraordinário acontece, ela parte em busca de algo para mudar o que está errado em sua vida, ela consegue com muito esforço e todos vivem felizes para sempre”.

3 – Personagens demais. Esse motivo é uma espécie de continuação do anterior. Como eu disse, a autora joga um monte de elementos na história e, obviamente, vem personagens novos juntos deles. Para vocês terem ideia, aparecem, pelo menos, sete personagens que não fazem parte do centro da história e que poderiam ser facilmente descartados ou adaptados. Entretanto, esse item também me leva a um comentário positivo sobre o livro: a escrita da Fabiane.

Pois é, por mais que eu não tenha gostado mesmo do livro, algo salva tudo. A prosa da autora é realmente muito boa, ela é uma ótima escritora. E a admiro bastante por descrever tão bem o visual das cenas, algo que eu sou muito ruim. Aliás, em muitos momentos eu podia imaginar Xadrez como um filme. Sério, o livro, se adaptado algumas coisas, sairia muito bem na mídia audiovisual.

E agora que eu parei para pensar sobre isso, uma série de TV desse livro seria perfeita. Como eu disse no item 3, o livro tem personagens excessivos, o que encaixa perfeitamente em uma série, que, assim como Xadrez, tem  a história da protagonista e  histórias de personagens anexos (que a Fabiane fez questão de desenvolver, mas que não encaixou).

Enfim, deixando os meus pensamentos megalomaníacos de lado, tive que dar uma nota baixa para ele porque, embora eu tenha gostado da escrita, a história em si não me agradou. De qualquer forma, eu recomendo o livro, talvez ele funcione para você (e uma dica: não deixe a expectativa crescer).


Classificação:
(2,5/5 conversinhas)


O livro foi um oferecimento da nossa parceira, a Universo dos Livros! Muito obrigado. 


Até! ;)

terça-feira, 17 de julho de 2012

A Culpa é do John Green, dia 2 - John e as crianças com câncer


Olá, leitor! Como vai? Preparado para o post de hoje? :D

O tema do dia é a origem de "A culpa é das estrelas". Talvez você tenha ouvido falar que "A Culpa é das Estrelas" é sobre câncer. Bem, ele é sobre câncer a ao mesmo tempo não é sobre câncer. Nada daquilo de livro com cara de que vai tratar um tema sério que a sua professora pediu na escola, é bem diferente disso. Mas esse "blábláblá" você pode ler aqui na resenha do livro, hoje nós vamos falar de quando o câncer entrou na história. Ah, tivemos a ajuda da Dayse Dantas, do Nem Um Pouco Épico, obrigado! 


Para falar a verdade, o câncer não entrou no livro, "A culpa é das estrelas" só nasceu por causa dessa coisa com o câncer. É que em 2000, quando o John terminou a faculdade, ele trabalhou voluntariamente como capelão em um hospital infantil. E nesse hospital, que fica em Chicago, ele pode conviver com crianças e adolescentes, algumas delas com câncer. 

John tinha o hábito de assistir a filmes e ler livros com essa temática e de forma alguma ele conseguia relacioná-los àquelas crianças com quem ele trabalhava. Isso porque nos livros e filmes elas são tratadas como santas e, parafraseando a própria Hazel em ACeDE, abrem uma instituição de caridade para arrecadar dinheiro e ajudar na pesquisa da cura do câncer ("e isso faz com que ela seja relembrada da bondade inerente do ser humano, e se sinta amada e encorajada porque deixará um legado para a erradicação do câncer").

E, bem, as crianças que ele via não eram de forma alguma desse jeito. Elas eram pessoas normais que estavam morrendo antes do esperado, só isso. Com isso, ele fez o que basicamente todos os autores (ou aspirantes a autores) tem vontade: escrever sobre algo que ele gostaria de ler mas que ainda não havia sido escrito. E foi isso que ele começou a fazer. Porém, como ele não conseguia achar o jeito certo, resolveu , então, partir para outra história e "Quem é você, Alasca?" foi publicado em 2005.

As tentativas de fazer o livro continuaram e depois do lançamento de "Paper Towns", em 2008, ele anunciou - oficialmente - que estaria lançando um novo livro chamado "The Sequel" (A continuação, em tradução livre). Infelizmente (ou felizmente?), o livro não foi publicado e o tempo passou. "The Sequel" acabou ficando de lado novamente e isso só mudou por causa de... Esther Earl.

Ela era uma garota comum (ou tão comum quanto qualquer nerdfighter pode ser*), que adora Harry Potter e eu não vou enrolar nisso aqui porque você provavelmente já sabe o fim dessa história. Bem, ela tinha câncer e morreu em 2010, deixando uma série de vídeos no youtube e o seu legado nerd. Não vamos nos estender mais falando sobre ela porque o post de hoje do Amount of Words foi especialmente para ela. :')
* Palavras da Dana, hahaha.

Após a morte dela, John resolveu continuar com o livro que ele já queria lançar há 10 anos e pegou elementos que ele tinha colocado em "The Sequel" e realmente havia gostado e colocou-os no que veio a ser "A culpa é das estrelas".

Para saber um pouco mais dessa experiência do John Green em um hospital infantil, assista ao vídeo abaixo. Ele é do canal Hank Games, onde os membros da família Green jogam algum videogame e falam sobre coisas. Aliás, o vídeo é, obviamente, em inglês, mas não se preocupem porque nesse o John fala bem devagar, hahaha.



Curtiram o post de hoje? :D Se tiverem alguma dúvida sobre esse post ou qualquer assunto relacionado aos irmãos Green ou ao livro do John podem nos fazer nos comentários ou no Twitter porque no vídeo de amanhã a Nerdfighteria vai (tentar) responder as perguntas de vocês. 

Antes de ir, alguns lembretes: não esqueçam das promoções que falamos no post de ontem, comprem ACeDE com 20% de desconto, passem no Nem Um Pouco Épico daqui a uma hora para ver o último post do dia e voltem aqui amanhã! 


And DFTBA! o/

quarta-feira, 4 de julho de 2012

[Resenha] O Inimigo, Charlie Higson

por Dana Martins
- Livro: "O Inimigo"
- Série O Inimigo - Livro 1
- Autora: Charlie Higson
- Editora: Galera Record
- Comprar: Submarino, Fnac, Saraiva.
- No skoob
- Próximos: "The Dead", "The Fear" e "The Sacrifice".
OBS: Ainda não foram lançados no Brasil, mas a editora nos respondeu no Twitter que o segundo só será lançado ano que vem. Já e o último só sairá lá fora em setembro de 2012. Leia no final do post sobre eles.





Mini-crítica: 
"O Inimigo" é um livro de zumbis* no estilo de "Gone" do Michael Grant e segue a mesma lógica de livros de Sidney Sheldon ou Meg Cabot: é aquele que você sabe que vai satisfazer para passar o tempo e divertir. Ao mesmo tempo, até por ser sobre apocalipse, consegue tratar de alguns temas mais sérios (aliás, tem até distopia, apesar de não ser exatamente distópico). A história se passa em uma Londres em que todos com mais de 14 anos começaram a ficar "doentes" e o livro foca em um grupo de crianças que se refugiou no supermercado Waitrose. Um ano depois da contaminação elas percebem que o único jeito de continuarem vivas é atravessar Londres para chegar a um (possível) lugar seguro.
*Não são exatamente zumbis, veja na resenha as diferenças.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

Depois de Apocalipse Z eu percebi que gostava de histórias com zumbis e, consequentemente, me interessei por livros do tema. Foi assim que eu eu fiquei com vontade de ler "O Inimigo". Eu não sabia muito o que esperar. A Andresa, do Leitura & Fofuras, tinha me falado que adorou. Eu não conseguia realmente imaginar um livro de zumbis para crianças (como parecia ser).

Universo
"O Inimigo" conta a história de um mundo em que uma doença atingiu todos acima de 14 anos, transformando-os em algo muito parecido com zumbis. A diferença para uma história comum de zumbis é que nenhuma criança pega doença, então não tem o medo louco de ser mordido. E, como já estão todos transformados, não há o risco de uma surpresa desagradável. O que aconteceu é que uma hora os adultos começaram a ficar doentes e saíram comendo quem estava no caminho. No final, só restaram as crianças que precisaram dar um jeito de se organizar e sobreviver.
*Outro diferencial desses zumbis é que mostrando esse lado "humanos doentes", alguns conseguem criar fragmentos de pensamento. Algo muito parecido com "Sangue Quente", mas os zumbis de lá estão mais para sobrenaturais. 

Sinopse
A história se passa em Londres um ano depois da doença se espalhar e foca em um grupo de crianças que vive no supermercado Waitrose. O problema começa quando eles percebem que cada vez precisam ir mais longe para buscar mantimentos e se continuar no mesmo ritmo em breve não restará ninguém para contar a história. Felizmente, surge um garoto falando que do outro lado de Londres, no Palácio de Buckingham, está seguro e há alimento. O que é muito bom para ser verdade... Bem, agora eles só precisam chegar até lá.

No começo, achei o livro um pouco lento e em parte me desanimava por causa dos estereótipos (às vezes até como se fosse um adulto falando de coisa se "criança" sem entender), mas conforme a história se desenvolve e você conhece os personagens essas coisas acabam ficando esquecidas. Você termina querendo saber o que vai acontecer com os personagens e preocupado com o que vai acontecer.

Isso nos leva a uma das coisas interessantes do livro: não há um protagonista. A narração vai mudando de foco conforme a história continua e dependendo da importância do personagem (mas sempre entre o grupo do Waitrose). E o que isso tem a ver com preocupação? Em algumas situações, tipo ataque de zumbis ou em um Jogos Vorazes, por mais que você fique louco para saber como a situação vai se resolver, você sabe que o personagem principal vai terminar bem. A não ser que o autor decida trollar geral e termine o livro no estilo "ele virou para o lado e viu o cano da arma a poucos centímetros."* Já em "O Inimigo", como não há um personagem principal, todo mundo corre risco de vida e você não sabe quem vai chegar ao final.
*Eu tinha vontade de fazer um livro desse tipo, porque a história é sempre sobre o que sobrevive, mesmo que a maioria morra. Acho que isso mataria um monte de gente de susto (aqueles com azar que teriam lido antes disso se tornar um grande spoiler) e o livro provavelmente não venderia. Ou, se vendesse muito, causaria depressão coletiva por constatarem a fragilidade da vida. 

Outras coisas que merecem destaque nos livros envolvem as próprias crianças. Apesar do grupo do Waitrose ser o principal, esbarramos com vários outros grupos, tipo o de um supermercado perto, umas garotas "caçadoras" no maior estilo Ártemis, o dos garotos do castelo e ainda mais. O legal é ver que cada um se organiza de uma forma diferente, tipo "mini-sociedades". Temos exemplos de estilo democraria, alguns parecidos com distopia, outros totalmente anti-governo... Aliás, acho que esse é o ponto alto do livro. Não sei se eu concordo em tudo, mas é legal quando há uma discussão do papel de líder e coisa assim. Tudo isso tão inserido na história que não chegaria "incomodar" como um texto "educativo".

Há tantas crianças que é tipo uma coleção enorme de personagens com mil características diferentes. Eu não posso realmente falar muito sem dar spoiler, mas vou citar os meus preferidos: o Bobo, o Garoto e a Sophie. O primeiro não é que eu goste, mas a forma como ele foi construído me chama atenção. O Garoto pelo mesmo motivo, mas eu também gosto de como ele é. Já a Sophie é porque me lembra à Katniss e isso basta. Nenhum desses tem muito destaque, mas você pode ver que até esses são trabalhados. Acho que o autor buscar criar personagens no estilo metáfora para "tipos" da nossa sociedade.

O livro lembra um pouco a "Gone", mas não como cópia (apesar de ter algumas semelhanças, tipo a ausência dos adultos e risco de vida por algum motivo). Eu achei um tão bom quanto o outro e acredito que sejam para o mesmo público. Eles não são livros necessariamente mais infantis (são até pesados em algumas horas), o que acontece é que são livros sobre uma realidade (sem cortes) com protagonistas crianças/adolescentes. Não tem como um garoto de 12 encarar a situação do mesmo modo que um de 30. "Jogos Vorazes" eu reclamo de estar na prateleira infanto-juvenil, mas "O Inimigo" e "Gone" ficam bem ali*.
*O que não significa que alguém mais velho pode aproveitar, né? Eu aproveitei. 

Sobre alguns dos personagens:
Como a narração do livro evolui conforme você vê uma hora ou outra como certos personagens encaram tal situação, achei que valia a pena você conhecer alguns antes de começar a ler. Arran é o líder respeitado, aquele cara atleta do time da escola e admirado por seu bom coração; Maxie é a vice-líder e é uma espécie de versão feminina do Arran, em uma escola ela deveria ser a do tipo inteligente e de personalidade forte; Aquiles como o próprio nome mostra é o guerreiro, ele é do tipo valentão, mas talvez não tão burro quanto o estereótipo; Ollie é o cérebro, sabe lidar com as situações, mas não é covarde e corresponde ao arqueiro na posição de guerra do Waitrose; Freak e o Deke são melhores amigos do estilo "só a gente se entende" e antes da contaminação tinham certo problema com as leis e andavam pichando as ruas; Callum é um dos vigias do supermercado e, por ele, nunca mais saia de lá; Bernie e Ben, os emos quase iguais (Bernie, garota; Ben, garoto), são tipo os engenheiros e deram um jeito de tornar o supermercado mais protegido e facilitar a vida sem energia elétrica. Esses são só alguns deles. Uma das coisas que mais me "impressionou" no livro é como essas crianças conseguem se organizar criando várias funções para cada um e utilizam até posição de guerra.

Próximos livros
Se você é desses que se irritam com séries, fique tranquilo porque O Inimigo não é exatamente uma série. Os livros seguem alguma ordem cronológica, mas não existe um protagonista e a historia de "O Inimigo" é praticamente completa, então os outros* seguem mais como "histórias de outros personagens no apocalipse" enquanto tem uma continuação de alguns dos personagens de "O Inimigo". É mais para quem gostou do mundo e dos personagens do Charlie Higson. Também não parece que "The Sacrifice" será o último. O autor pode escrever livro sobre esse universo até cansar e inventar uma cura.
*Quer dizer, pela sinopse pareceu que "The Sacrifice" vem depois de "The Enemy", mas focando em outros personagens.


Sobre a nota: Eu fiquei em dúvida entre 3 ou 4, mas ficou com 4 por dois motivos: 1) para o público, com certeza vale 4; 2) por tudo isso sobre sociedade e personagens que eu falei. Não é o livro da minha vida, mas acho que está no mesmo nível de Meg Cabot, Sidney Sheldon ou "Glimmerglass" para o próprio estilo. É aquele livro com narração que flui bem, vai te entreter e é uma opção segura para quando procura algo do estilo ("Ah, hoje estou com vontade de ler um livro assim...").

Classificação:



(4/5 conversinhas)