Mostrando postagens com marcador almas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador almas. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de dezembro de 2012

[Indicação] A Mediadora

por Igraínne  Marques

Depois de mais um tempão sem CCIndicações, volto hoje para falar de uma série que já apareceu aqui pelo blog antes. Para quem não lembra, em outubro o nosso tema nas sextas feiras era zumbis, e só para entrar no clima desse terror (por conta do Dia das Bruxas), a gente fez um Três Livros Sobre... Criaturas Sobrenaturais, onde eu falei um pouco dos fantasmas de A Mediadora.


Informações:
A Mediadora
Autor: Meg Cabot
Editora: Galera Record

A Mediadora é, na verdade, uma série de seis livros - todos já lançados no Brasil. Quando expliquei sobre eles brevemente naquele outro post, eu realmente fiquei me perguntando porque ainda não tinha escrito a indicação, já que se trata de uma saga que eu gosto tanto. De um modo geral, acabou que não importou muito: se eu não tinha escrito a respeito antes, vou escrever agora! 

A Mediadora conta a história de Suzannah, uma menina que vê gente morta, ou melhor, vê almas que não conseguem descansar em paz. Ela tem um dom, se é que a gente pode chamar assim. Como mediadora, sua função é ajudar esses mortos a realizarem seu último desejo na terra. E acredite, as almas penadas não entendem quando Suzannah diz que está ocupada e que não pode naquele momento. Ser morto é sinônimo de ser chato e insistente.

Mas e o enredo?

Na verdade, tudo isso é muito complicado e estressante - principalmente pelo fato de que a nossa protagonista vive mentindo pras pessoas sobre onde está -, mas nada se compara ao problema chamado Jesse. Jesse é uma alma que mora (sim, minha gente, ele mora) no novo quarto de Suzannah, e simplesmente não está a fim de sair dali. A princípio, ela quer se livrar dele, entender qual é o último desejo do sujeito, mas ele parece não ter esse último desejo. Pra completar, Jesse é do tipo que não dá pra ignorar: bonito, moreno, alto, e ainda tem sotaque latino. Sem falar que ele nasceu em um época tão, tão distante.

É evidente que Suzannah, como uma menina estressada e direta, não tem muita paciência com ele. Porque alô-ou, o cara mora no quarto dela e trocar de roupa ali fica meio complicado. Mas depois, com o tempo, a aproximação dos dois se torna uma amizade, e Jesse acaba ajudando-a com alguns casos da paranormalidade. Com o decorrer dos livros, a relação tende para uma coisa meio óbvia, mas eu não vou ficar contando os detalhes, o legal é descobrir sozinho.

O mais divertido dessa série é que você pode ler com um intervalo grande de tempo entre os volumes porque não tem problema algum. A autora sempre volta a explicar o básico. Por exemplo, o livro 1 começa quando Suzannah está se mudando para a Califórnia, onde irá morar com seu novo padrasto e seus novos três meios irmãos (os quais ela apelidou carinhosamente de Soneca, Dunga e Mestre). Se você não lembrar que irmão tem qual apelido, não tem problema. Tudo vai ser novamente explicado rapidamente.

Outra coisa muito legal da história é que Suzannah vai estudar em uma escola com tendências religiosas. Como uma pessoa meio cética e minimamente revolucionária, ela ignora por completo toda e qualquer regra que a instituição estabelece - até porque ela vê gente morta. O que ela não esperava, no entanto, era que o diretor, o Padre Dominic (mais conhecido como padre Dom), também fosse um mediador. E diferente de Suzannah, o padre realmente curte ter esse tal talento - ele acha que é uma dádiva, etc etc.

Mas por que é bom ler?

Meg Cabot
O primeiro ponto é que se trata de uma série escrita pela Meg Cabot. Não sou do tipo que é fã histérica dela, mas eu gosto muito dos livros que ela escreve, principalmente porque todos tem aquela pegada de humor infalível. Suzannah por si só já uma personagem com tendências para o cômico. Primeiro porque ela não tem muita paciência com nada, e é muito sarcástica. Segundo porque toda a situação envolvendo três irmãos meio que dobra esse mau humor. Sua relação com o Padre Dom, seu problema com Jesse, ela faz essas coisas parecerem menos simples do que realmente são..

Outra coisa que é bem legal falar é que é uma série rápida de ler, embora sejam seis livros. Cada um é bem fininho, dá pra terminar em pouco tempo, e geralmente estão focados em um caso único - como aquelas séries de TV tipo Supernatural, onde Dean e Sam resolvem um problema a cada episódio.

Por último, preciso comentar rapidamente que depois que você passa do terceiro, as coisas realmente ficam muito boas. É o tipo de série (rara) que melhora com a progressão da história, o que é ótimo. Não é como aqueles livros em que o autor não consegue superar a novidade do primeiro.

Edições

Atualmente, a série foi toda reeditada em formato vira vira (que tem dois livros em um), e tá num preço super em conta, geralmente custa R$ 20,00. Quando eu comecei a ler, ainda era a edição antiga (se eu não me engano a primeira). Daí depois que comprei o terceiro, eles resolveram mudar as capas e acabei tendo uma série com metade em uma edição e metade em outra. Esteticamente é horrível, mas fazer o quê... Hoje em dia essa nova edição ainda pode ser encontrada, mas eu ainda acho mais válido dar uma chance pro vira vira, que é o formato mais recente e mais barato.


Até! o/

    quarta-feira, 8 de agosto de 2012

    [Resenha] Interligados 2, de Gena Showalter

    por Igraínne Marques

    - Livro: Aden Stone contra o Reino das Bruxas
    - Série Interligados #2 
    - Autora: Gena Showalter
    - Editora: Universo dos Livros
    - Comprar: Extra, Submarino, Saraiva.
    - No skoob
    - Confira a resenha do primeiro livro aqui.







    Mini-crítica:
    “Interligados II” é um livro que segue a ideia do primeiro. Como o anterior, temos o quarteto de amigos Aden, Victoria, Mary Ann e Riley lutando contra criaturas sobrenaturais. Afinal de contas, Aden não é um garoto simples: além das vozes/pessoas/almas presas em sua cabeça, ele possui o dom de atrair tudo o que não é humano - motivo pelo qual as almas estão presas. Mas não é só isso, ao que parece, todas as criaturas fantásticas que existem também se sentem atraídas por ele, como se Aden possuísse um campo de energia que puxasse a todos em sua direção. Algumas das criaturas atraídas não ficam exatamente felizes com a situação... E de certa forma, nem mesmo eu fiquei muito feliz. Isso era uma ideia do primeiro livro e embora hajam informações novas a serem acrescentadas nesse segundo volume, senti como se a coisa rodasse um pouco de forma repetitiva.

    Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

    Interligados 2 (não consigo chamar o livro pelo nome "Aden Stone contra o Reino das Bruxas") possui uma narração rápida, exatamente como o final do primeiro livro: sem muito cuidado, como se a autora tivesse escrito num jorro. De certa forma, eu acho isso muito bom, porque a escrita fica espontânea. Porém, olhando por outro ângulo, parece que foi algo meio descuidado, como se a trama principal não tivesse sido pensada. Mas é claro que foi, dá até pra notar porque esse livro tem muito mais pistas do que vai acontecer do que o anterior. No capítulo 4 você ja tem ideia do que vai rolar no 7 e assim por diante.

    Não dá muito pra fazer resenha de sequência sem dar spoiler do primeiro livro, pelo menos eu acho. De qualquer modo, o que dá pra saber - por alto - é que no final do livro anterior, uma das 4 almas presas em Aden conseguiu a liberdade. E agora, diferentemente do que nosso protagonista pensava que fosse acontecer, ele vive com saudades daquela alma. Vive se questionando sobre procurar pelo passado de cada pessoa ainda presa em sua cabeça, porque ele não quer exatamente que elas o abandonem. Afinal, são a única família que Aden teve na vida.

    O fator complicador da coisa toda é que a maldição jogada pelas bruxas no livro 1 ainda perdura. Aden precisa comparecer a uma reunião com as feiticeiras no dia e horário marcado, senão ele e seus amigos irão morrer. Simples assim: bater as botas de uma hora pra outra. Elijah, uma das almas que ainda mora na cabeça de Aden - e que tem o dom de prever o futuro - já viu a morte chegando. Mas digamos que o garoto não está exatamente a fim de adiantar o processo da morte, embora saiba que as previsões de Elijah jamais podem ser evitadas. Por isso, ele simplesmente se concentra no encontro das bruxas. Ou não.

    Acontece que tem gente mais preocupada com esse encontro do que ele. Mary Ann, por exemplo, a garota que aparentemente tem o poder de neutralizar poderes sobrenaturais, não pensa em outra coisa. Ela é uma menina normal, mora com o pai e tem um relacionamento conflituoso com o lobisomem Riley, outra ponta do quadrado de amizade. Mary Ann está cismada com a sua incapacidade de se defender. Chega a pedir ajuda a Aden, que está constantemente metido em brigas por causa de visitas indesejadas de gente atraída por ele, para ajudá-la a aprender alguns golpes. Por conta dos últimos acontecimentos, Mary Ann é sempre deixada para trás para sua segurança, e ela odeia isso. Odeia tanto que chega a se arriscar para provar que pode se útil de algum modo.

    Só que talvez ela realmente possa. Talvez haja mais em Mary Ann do que ela própria e o restante do grupo haviam pensado. E acho que esse é o principal novo ponto do livro. Porque de resto, basicamente, a história se desenvolve em torno das informações já mostradas antes. Bruxas, lobisomens, vampiros...

    Vampiros. Como se a vida de Aden já não estivesse suficientemente complicada, ele ainda foi... hm... designado a um cargo bem importante no povo dos sanguessugas. Victoria, a princesa daquele povo e filha do antigo líder, pretende apoiá-lo em quaisquer decisões que ele possa vir a tomar em relação à situação, mas nem todo mundo acha a mesma coisa. Aliás, a maioria discorda. Aden, no entanto, está sempre cansado demais para lidar com isso *agora*. Por que não deixar pra *depois*? Na verdade, ele só está ali porque o amor de sua vida, Victoria, faz parte daquele povo. E embora ele tenha certeza de que ela é uma boa pessoa, pode ser que os vampiros guardem segredos suspeitos demais.

    Os três primeiros livros lançados lá fora. O último ainda não foi divulgado.

    Mary Ann e Aden são humanos. Eles não cresceram em um mundo com fadas, elfos, duendes, bruxas, lobisomens e vampiros. Quando escolhem um lado da guerra, o fazem simplesmente porque seus amigos/amores estão daquele lado. Isso não significa que esse seja o lado certo a se escolher. Pra completar, Aden não consegue acessar a própria mente, não consegue se lembrar de uma coisa muito importante capaz de gerar todo o clímax do livro - algo que o leitor, por outro lado, não esquece em nenhum momento. Eu cheguei a ficar irritada, tamanha a importância da informação.

    Sobre a nota: Eu realmente gostei do livro. Mas como é uma sequência, digamos que eu tinha expectativas maiores. Principalmente porque virei um pouco fã da série. E quando pensei em qual nota dar, não parava de me perguntar por que eu não queria dar 5 conversinhas.

    Eu encontrei a resposta. É porque, de um modo geral, pelo menos na maior parte da história, tive a sensação de  que as almas presas na cabeça de Aden foram deixadas de lado. Não totalmente, é claro, até porque há partes em que elas estão em foco, mas... Entenda, o diferencial do livro são exatamente essas almas. Quantos livros com "mentes interligadas" você já leu? E quantos livros de vampiros, lobisomens, elfos e bruxas você já encontrou? Entendem o que quero dizer? Mais do que isso, a série é sobre uma coisa que de início achei que seria o único ponto sobrenatural: as almas presas. Quando eu comecei a ler o primeiro volume, nem sabia que apareceriam criaturas sobrenaturais para enriquecer a história. Não que seja ruim, eu até gostei. Mas parece que a ideia proposta perde um pouco o sentido.

    Como nem tudo é exatamente explicado, fico esperando as próximas sequências. Até onde pesquisei, serão 4 livros. Dá tempo de entender cada detalhe até lá.


    Classificação:
    (4/5 conversinhas)



    O livro foi um oferecimento da nossa parceira, a Universo dos Livros! Muito obrigada. 



    Até a próxima! ;)

    quarta-feira, 9 de maio de 2012

    [Resenha] Interligados, de Gena Showalter

    por Igraínne Marques

    - Livro: Interligados - Aden Stone e a Batalha contra as Sombras
    - Interligados - Livro 1
    - Autor: Gena Showalter
    - Editora: Universo dos livros
    - No skoob
    - Continua em: Interligados 2 - Aden Stone contra o Reino das Bruxas.
    [Atualizado 22 de junho] Estamos com uma promoção do livro!





    Mini-crítica: 
    Interligados é sobre um garoto - ou um delinquente, dependendo do seu ponto de vista - que possui quatro almas presas dentro de sua cabeça. Elas estão lá desde que ele se lembra e cada uma possui uma habilidade diferente. Isso, por si só, já daria uma história e tanto, mas a autora resolveu utilizar de tudo um pouco: desde vampiros até fantasmas. Claro que no meio do caminho a gente encontra outras criaturas mais tendenciosas e descontroladas, mas depois que você sabe que Aden, nosso personagem principal, possui quatro almas presas dentro de si (e ainda conversa alegremente com elas)... Bem, não há muito com o que se surpreender, não é? Hordas de zumbis, fadas, lobisomens... Só o começo. O que é mais surpreendente, no entanto, é que, mesmo com essa mistura irreal (e coloque irreal nisso), Interligados é um dos melhores livros que eu li no ano. 

    Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

    >>>Sobre as almas:

    Aden é um garoto como outro qualquer. Gosta de música (alta) e frequentemente está distraído.  Você o julgaria completamente normal, não fosse pelo fato de que ele fala sozinho com frequência e vive em uma instituição para adolescentes problemáticos. Aden não é um garoto ruim. Ele só... Não consegue se concentrar verdadeiramente em qualquer coisa que faça. Isso porque, como já disse, há quatro almas presas em sua cabeça. Poderia ser uma só, isso facilitaria muita coisa, mas Aden foi premiado com brindes. O que eu achei fascinante, no entanto, é que todas as almas são completamente diferentes. Mais do que isso: possuem talentos inimagináveis. O que não deixa que elas pareçam repetitivas.

    Pra começar, temos Julian. Ele é o tipo de cara que está sempre dizendo que se sente culpado, porque sabe que é responsável. Isso porque ele tem a capacidade de despertar os mortos. Consequetemente, por Julian estar preso dentro de sua cabeça, Aden possui a mesma habilidade. Toda vez que Aden pisa em algum cemitério, os cadáveres começam a levantar. Todos. Sem exceção. Mais do que isso: a saliva podre dos 'zumbis' é capaz de causar enjoos por mais de três dias, e até febre.

    Caleb, por outro lado, possui a habilidade de possuir pessoas. Eu sei, é meio macabro, mas acho que esse é um dos personagens mais divertidos do livro. Ele está frequentemente incentivando Aden a fazer a coisa errada ou então falando de mulher. Claro, há momentos em que ele é sensato, mas se tivesse um corpo para ocupar, Caleb seria aquele tipo de cara que entra no vestiário feminino para ver as garotas trocando de roupa.

    Eve, por sua vez, é a única mulher a habitar a cabeça de Aden. Ela é capaz de viajar no tempo, e acho que esse é o dom mais fantástico de todos. Além disso, talvez por seu traços femininos, Eve é a alma que Aden mais escuta. Ele a vê como uma mãe, uma vez que não chegou a conhecer a própria. Confesso que comecei a aceitar melhor o fato de Aden amar as almas depois que soube mais sobre a relação entre ele e Eve. Porque a primeira coisa que se pensa quando se ouve falar de almas presas dentro da cabeça é que a pessoa que guarda as almas odeia aquelas vozes. Mas não. Aden quer se livrar dos quatro, é claro, mas não destruí-los. Cada um deles é importante porque são a família que ele nunca teve.

    Por fim, temo Elijah, que tem o dom da vidência. "Ah, esse dom é mais legal", você deve estar pensando. E seria se Elijah não previsse apenas mortes. Inclusive previu a de Aden, o que deixa todo mundo nervoso. Principalmente o próprio garoto, já que as visões de Elijah são sempre projetadas em sua cabeça também. Aliás, é exatamente por esse motivo que Aden se sente preocupado: ele sabe que esse futuro não está tão longe; não estará tão mais velho do que agora.

    >>> Análise:

    A história começa a andar quando temos a informação de que Elijah previu (pela primeira vez) uma coisa que não envolve mortes. Ele viu Aden com uma garota. Mais do que isso: eles estavam se beijando. Aden fica então esperando ansiosamente pelo momento em que irá encontrá-la, como se aquele fosse o motivo pelo qual ele ainda se desse ao trabalho de viver - uma vez que sabe que sua morte está decretada.

    Mary Ann, a menina que Aden acha ser a garota das visões, é uma adolescente comum. Tem uma melhor amiga completamente louca e um namorado atleta. É bem bonita e ainda tira notas altas. Mas não é nada disso que faz Aden se aproximar dela. O vento estranho do além que os abate na primeira vez em que se encontram também não é a questão. Nem mesmo o fato de que Aden acha ter encontrado a sua garota. Isso tudo se torna um detalhe depois que ele percebe que Mary Ann é a única capaz de calar as quatro almas que ele carrega em sua cabeça. Quando os dois estão juntos, é como se Aden tivesse os momentos de paz com que sempre sonhou. Finalmente pode ser um adolescente normal por algum tempo. Ou assim ele pensa, pois ignora o conselho de Elijah (que, só pra lembrar, tem visões acerca do futuro) sobre como tudo aquilo o faz ter um péssimo pressentimento. Mais do que isso, Aden não quer saber por que Eve acha que já conhece Mary Ann. Todos esses avisos são só o começo para toda a vida 'grupal' de Aden virar de ponta cabeça - como se ele já não tivesse problemas demais.

    O que eu achei mais incrível, na verdade, é que a história não é apenas narrada sob o ponto de vista de Aden. Os capítulos e as passagens se alternam para contar a visão de Mary Ann também. O efeito é muito bom porque, depois de certo ponto, percebemos que isso se torna necessário para que o leitor compreenda as coisas de maneira rápida e não se enrole. A melhor parte é que tanto Mary Ann quanto Aden possuem personalidades muito marcantes - e diferentes entre si. O contrate causou um efeito extremista, como se os dois fossem polos opostos de um mesmo objeto.

    Victoria, por outro lado, é uma personagem da qual não gostei muito. Na sua primeira aparição, até achei ela legal, mas depois essa simpatia se desfez. Não dá pra falar muito dela sem contar spoilers, mas o que eu posso dizer é que achei a personagem arrogante e meio mimada. Sei que a intenção talvez não tenha sido essa, mas não há muito para onde fugir quando sabemos o que Victoria é. Já Riley me provou o contrário: inicialmente eu não gostei dele, mas depois fui me acostumando com sua presença e até mesmo virei fã. A inimizade clara entre ele e Aden é o toque final de sua personalidade.

    A forma como a autora criou a relação entre vampiros e lobisomens também é inovadora. Nunca tinha lido nada com a explicação dela. E a coisa é tão simples, é algo tão óbvio que você até poderia questionar a complexidade das lendas de outros livros que falam sobre o assunto. Na verdade, o livro como um todo é muito interessante. A narrativa é ótima, não há correria e também não há nada arrastado. Em alguns pontos você fica irritado porque quer continuar lendo sobre Aden e já estamos falando da Mary Ann, mas também acontece o contrário.

    Sobre a nota: cinco. Como eu disse, um dos melhores livros que eu li nos últimos tempos. Super recomendo. :D

    Classificação:
    (5/5 conversinhas)

    O livro foi um oferecimento da nossa parceira, a Universo dos Livros! Muito obrigada. 





    Então é isso, até a próxima!