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segunda-feira, 16 de julho de 2012

ConversaCult TV #45 - Criatividade + Música = Walk off the Earth

Toda segunda um vídeo novo é indicado. Porque, às vezes, o melhor é jogar as pernas pro alto e apenas assistir.

Parece que a critiavidade não sai de férias, mais um para a lista do CCTV. Hoje nós seguimos um pouco a linha daquele que eu fiz há muito tempo da Karmin: gente que chama atenção com música no Youtube. A banda Walk off the Earth não faz só covers, mas tenta repetir o cover de uma forma criativa e fazer vídeos legais de assistir. Foi assim que surgiu o de "Somebody That I Used to Know" em que 5 pessoas tocam a música com o mesmo violão (primeiro vídeo). O segundo é da música "Little Boxes" em uma cenário feito todo de... caixas. É bonito e divertido. No final do post, comento alguns outros.


Somebody That I Used to Know - Walk off the Earth (Gotye - Cover)




Little Boxes - Walk off the Earth



No canal do youtube da Walk off the Earth tem mais alguns. Nem todos são realmente legais de assistir, mas como eles são bons as músicas continuam boas. Eu gostei bastante do cover de Cheers (Drink To That) da Rihanna. Se você gosta da criatividade, indico o cover de Someone Like You por causa da troca e Man Down (não gosto muito dessa música, mas ficou legal).


Até a próxima semana.

sábado, 16 de junho de 2012

Por dentro do Pop: Britney Spears


Terceiro dia do Por dentro do Pop (agora com mixtape!), vamos lá: dessa vez a gente escolheu a Britney para falar, porque além de já ter lançado sete (pasmem, sete!) discos, é uma das artistas mais heterogêneas que temos por aí. E não estamos falando só da música...  Diferentemente da Rihanna ou da Katy Perry, a Britney é a que mais tenta, a todo custo, continuar sendo referência quando o assunto é música pop, evitando fugir do estilo, mesmo que escorregue de vez em quando. Talvez seja por isso que ela tenta, de certa forma (e não que isso seja ruim, é até válido, às vezes), acompanhar o  conceito de pop que vem mudando por aí. Além disso, depois que você acaba pegando as coisas que mais são destaque nos álbuns, você percebe que a Britney cresceu e definitivamente suas músicas não são mais tão superficiais quanto você poderia pensar. 

Só para ser mais um toque do Por Dentro do Pop, na maioria das vezes, os artistas não cantam o que estão de fato aprovando. Ou cantam, sim, mas acabam dando mais atenção ao que efetivamente vende. É claro que isso pode acabar dando errado - e não vender - mas a grande maioria das canções são postas à prova antes de serem lançadas "você compraria essa música?". No fim, não importa muito quem escreve, e sim quem aprova. A não ser, é claro, que você seja como a Jessie J, que compõe músicas tão boas que ninguém nem é capaz de discordar...

A Britney, como todo mundo sabe, começou com aquele álbum cujo primeiro single *dizem por aí* foi filmado em seu próprio colégio. Assim como a Rihanna, ela tinha apenas 17 anos, e, depois do estouro inicial, foi um álbum atrás do outro, de modo que ela não tirou férias por mais de 3 anos. Esquecendo um pouco seu caso tumultuado com o também cantor Justin Tumberlake, vamos aos sucessos que poderiam ter acontecido se todas as músicas fossem singles:

...Baby One More Time
O primeiro álbum a gente nunca esquece. Na minha opinião, esse é o disco mais linear da Britney, meio aquela onda *não podemos errar*. Como foi lançado em 1999, dá pra ver as músicas mais no estilo do que bombava na época. "I will be there" tem uma onda mais colegial, e em algumas partes consegui identificar um estilo muito similar com "Sometimes", que, na verdade, está no mesmo CD.  "Soda Pop" - sinceramente - parece um pouco música de propaganda de refrigerante - por que será? A que eu achei que tem um estilo mais próprio, e por isso destoa do resto do disco, é "Thinkin' About You", que tem umas batidas que poderiam ser a pré-inovação do que a Britney viria a fazer no futuro. Por fim, tem a "E-Mail My Hear" que é lenta, mas consegue seguir a mesma ideia de todas as outras faixas do álbum. Um clima meio colegial, uma enorme pitada de romance e alguma coisa de - novamente - "Sometimes".

Oops!... I Did It Again
Esse é um dos meus álbuns favoritos da Britne, porque o som muda muito e as músicas diferem umas das outras de um modo positivo. Apesar de ter sido lançado apenas um ano depois de "...Baby one more time", esse disco consegue superar o primeiro em diversos níveis, desde qualidade de música até nas próprias letras, que parecem menos superficiais. "Don't go knockin on my door" é, apesar de ser bem Britney, uma música com mais personalidade. A harmonia do som é muito boa, e se você ouvir, vai ficar curioso pra escutar as demais. Outra ótima que eu não entendo como não virou single é "Can't Make You Love Me", porque é exatamente o tipo de coisa que estava vendendo na época. Foi nesse disco que Britney também se lançou como compositora, já que ajudou a escrever "Dear Diary", que, na minha opinião, é a faixa que mais tem a ver com o CD anterior e parece meio perdida no meio das outras mais 'maduras'.

Britney
Quando você vai olhando assim os álbuns, dá pra ver nitidamente o crescimento e a evolução não só do artista como das canções que ele se propõe a cantar. E isso tudo em apenas três anos, a Britney lançou um disco atrás do outro. Nesse, na verdade, o que é curioso é o fato de que são 12 faixas e apenas 4 delas não são singles. Eu gostei bastante da "Lonely", parece meio do caminho entre batidão e danceteria. E a voz da Britney está mais próxima de hoje em dia.  "Cinderella" é uma das melhores, também entra no grupo de não-sei-por-que-não-virou-single. "Let me be" consegue juntar, ao mesmo tempo, a coisa das lentinhas com as letras de personalidade, sem deixar de fora um som bem criativo. Parece um grito feminista sem ser superficial. Por último, a música com a melhor introdução de todas é "Bombastic Love". Confesso que me surpreendi quando ouvi.

In the Zone
Foi o álbum pós-término com o também cantor Justin Timberlake, e, por curiosidade, foi um dos que mais demorou pra ser lançado. Britney avisou que tiraria férias de seis meses, mas acabou que demorou três anos para lançar algo novo. "(I Got That) Boom Boom" com participação de Ying Yang Twins, é a música com a pegada mais hiphop que já ouvi da Britney. O CD, no geral, conta com alguma coisa do estilo, mesmo que minimamente. "The Hook Up" segue a mesma linha e pra mim é que mais conseguiu chegar "lá". "Breathe on Me", e "Early Mornin", no entanto, parecem um pouco indefinidas. É como se o álbum estivesse perdido em gênero. O disco todo meio que flutua em algum tipo de limbo entre rap, múscia alternativa e um pop meio pancadão. A música que mais explicita isso é "Touch of My Hand", que tem toda a pegada alternativa sem se desviar do pop que é a proposta inicial. "Brave New Girl", por fim, é a música mais destoante do CD. Tem a coisa meio colegial que foi o primeiro disco, mas ainda sim é moderninha demais para se dizer que está no álbum errado. 

Blackout
Eu percebi que não esperava quase nada desse disco porque foi o que veio logo depois da crise toda da Britney (aquela coisa de perder a guarda dos filhos e raspar a cabeça com direito a guarda-chuva na porta do carro dos fotógrafos...). Dois anos depois de seu lançamento, no entanto, o disco recebeu o título de quinto melhor álbum da década*. Novamente, como aconteceu com o "Britney", são 12 faixas e apenas quatro não viraram singles. De um modo geral, o CD todo tem uma pegada meio eletrônica que lembra videogame, e achei isso genial. Um exemplo é a música "Heaven on Earth", que tem uma introdução bem nesse estilo. Outra que é bem por aí também é a "Freakshow", embora eu prefira a "Heaven on Earth". "Toy Soldier", por outro lado, me lembra um pouco party hard. É tão inovadora que não vejo como ela também não lançou essa música como single. Aliás, considero essa bem melhor do que "Radar", por exemplo, que é do mesmo CD e recebeu muito mais destaque. E, por incrível que pareça, depois de escutar "Hot as Ice", descobri que nunca ouvi a voz da Britney antes,  porque depois que a música acaba, a sensação que se tem é que s instrumentos sempre se sobrepõem ao som da voz dela, pelo menos no restante das músicas. 
*Pra você ver como as coisas surpreendem. 
Circus
É, infelizmente, um dos álbuns que eu menos gosto. Assim como In The Zone, dá a sensação de estilo perdido. Embora você consiga entender que há uma harmonia entre as canções, quase como uma linearidade, isso não ajuda a deslanchar o disco. Uma canção que eu curti bastante, no entanto , foi "Shattered Glass", embora haja uma parte em que você meio que fica esperando que a música tenha travado, porque há repetições. "Kill the Lights", por outro lado, parece contar uma história de suspense, o que é reforçado pela batida meio agressiva de fundo - que é muito boa, inclusive.

Femme Fatale 
Sendo o último disco lançado pela Britney, e pela quantidade de singles que ela já soltou por aí só em 2011, não acredito que ela venha a dar mais atenção a nenhuma das músicas que não foram destaque - pelo menos não desse disco. No entanto, "Gasoline" que não tem nada a ver com música do Daddy Yankee  é bem interessante, e, por mais louco que possa parecer, a introdução de "How I Roll"me lembrou o filme Fame, cujas músicas você pode conferir neste link aqui. E para quem achava que a Britney nunca mais faria uma parceira que valesse tanto a pena quanto a que ela fez com a Madonna, "Big Fat Bass" está aí para provar o contrário. Com participação do Wiil.I.Am, a música tem uma onda extremamente familiar, que faz você se perguntar se já ouviu antes, quem sabe, né. 

O que mais me fez ficar impressionada com esse Por dentro do Pop é que os artistas - principalmente a Britney - mudam muito de um disco pro outro. É claro que com o passar dos anos, o público acaba se modificando, mas os singles às vezes diferem do restante do álbum de tal forma que acaba atendendo a todos os gostos. Quem não gostou do single, curtiu as outras músicas, e vice-e-versa.

Além disso, dá pra perceber claramente o estilo de música que se modificou quando você diz "Britney Spears". Antes era aquela coisa mais filme adolescente, sem qualquer passo para fora dos trilhos, e agora o que ela mais faz é inovar. Desde hiphop até músicas mais discotecas, passando pelas alternativas e meio fundo musical de videogame de ação.

Não dava pra juntar todas, porque eu indiquei muitas, mas consegui fazer uma lista com as que mais merecem destaque. Como no mixtape do Por dentro do Pop 2, a senha desse é o nome do tumblr onde está (viktor215). É só clicar aqui e a listagem segue abaixo. 
1. I will be there
2. Don't go knockin on my door
3. Can't make you love me
4. Cinderella
5. Let me be
6. Bombastic Love
7. (I got that) Boom Boom
8. Toy Soldier
9. Hot is Ice
10. Kill the Lights
11. How I Roll
12. Big Fat Bass

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Por dentro do Pop: Rihanna


Segundo dia do Por dentro do Pop (agora com mixtape!), vamos lá: 1) Há um tempo eu vi em algum lugar que a Rihanna disse algo tipo "Eu uso o meu cabelo de acordo com o que eu estou me sentindo", o que não é muito diferente do que acontece sobre as músicas dela (mas em vez do "estou me sentindo", é de acordo com o que está na moda). Entre as artistas que vamos falar no Por dentro do Pop ela é provavelmente a que mais varia no próprio estilo pop/hip hop. 2) Outra coisa interessante é que mesmo que ela seja famosa há bastante tempo ela não chegou a exatamente um status de "diva", apesar de já ter tanta música famosa que conquistou pelo menos a credibilidade. 3) E, só para terminar, foi ela que inspirou o Por dentro do Pop, porque eu vejo muita gente julgar a Rihanna por músicas tipo "We Found Love" (que, só para constar, eu não aguentei ouvir inteira uma vez até hoje) enquanto tem outras coisas bem legais enterradas nos álbuns dela. 

Acho que antes de realmente começar eu devo lembrar umas coisas. Primeiro que é legal lembrar que quando você fala de música de artistas assim você não está falando só "a música da Rihanna" ou "a música da Britney", existe muita gente (alguns dos melhores)* por trás da maioria desses artistas. "Do It Like A Dude", da Jessie J, foi originalmente escrita para ser da Rihanna (mas aí a Jessie J gostou e quis ficar, é o que contam). A outra coisa é que o Por dentro do Pop é pra mostrar o que as pessoas não escutam e elas fazem de melhor que os singles.
*Aliás, muitos deles fazem música tanto com a Rihanna quanto a Britney ou Katy Perry (ou ...). 

A Rihanna começou relativamente cedo, o primeiro álbum foi lançado quando ela tinha 17 anos e já tem algumas das principais músicas da carreira dela. Desde 2005 ela praticamente tem lançado um álbum por ano e se deixar lança um single por mês (na verdade, é praticamente 1 a cada dois meses). O que sobra para gente falar? 

Music of the Sun
É o primeiro álbum que é uma mistura latino-reggae-beyonce e hip hop da época. Talvez você lembre de "Pon de Replay" (se você joga Dance Central, com certeza lembra). Mas não é de single que eu vou falar. Se você gosta daquele Hip Hop época do Eminem ou para "Crazy In Love" da Beyonce, é nesse álbum que você vai. "La That la, La"* e "Let Me", são legais. Talvez "The Last Time". As outras são estilo filme antigo de praia que passa na Globo de tarde. 
*Essas duas são realmente muito boas, o Justin Timberlake ficaria com inveja. 

A Girl like Me
Desse eu adorava SOS (é um tipo de música que eu gosto e não gosto ao mesmo tempo), mas realmente não foi o melhor momento da Rihanna (mas eu tenho certeza de que serviu como bases para outras mais tarde, como "Te Amo"). O mais legal desse álbum foi me divertir vendo que tinham 4 que começavam praticamente do mesmo modo no estilo reggae (duas delas com bateria antes). No máximo, "We Ride" e "Kisses Don't Lie". Se você gosta de reggae, do estilo Sean Paul e de zouk, pode aproveitar.


Good Girl Gone Bad
Uma coisa legal sobre esse álbum: tem 7 singles, mas tem 16 músicas. É aqui que as coisas começam a ficar "sérias" (e é a ponte para o meu álbum preferido, Rated R). Good Girl Gone Bad é o álbum de "Umbrella", que foi lançada em março de 2007 e pelo menos até "Disturbia", o sexto single lançado em julho de 2008, ainda era tocada em todo lado. Ouvindo agora as que não são single, ficaria com "Breakin' Dishes" pela força da música e "Good Girl Gone Bad" porque apesar do clichê violão-batidão ela canta de um jeito diferente às vezes. 

Rated R
Esse só fez 5 singles e junto com o Loud deve ter sido o que eu mais ouvi. Acho que é porque esse é o mais dark-viajante de todos e tem uma pegada rock (tem até participação do Slash, mas não vai achar que Rihanna virou Guns N' Roses), mas ao mesmo tempo é a aproximação dela para o lado eletrônico do pop. Eu indico esse inteiro, se fosse para tirar alguma seria "Stupid In Love". Talvez como principal não-single eu indicaria "Fire Bomb". "Mad House" só tem um minuto, mas vou colocar aqui também. Só para lembrar, esse é o álbum de "Rude Boy" (Dance Central também...). 

Loud
Eu percebi que escutava o Loud e o Rated R junto (joga as músicas e escuta tudo...), mas nesse a relação é mais amor/ódio. Tem algumas tipo "Man Down", que eu nem aguentei, enquanto gosto bastante de "Cheers (Drink To That)". Esse é o álbum de "Only Girl (In The World)", "S&M" e "What's My Name". Se você tirar os singles (que nem todos são tão ruins assim), você fica com umas três músicas. Pelo menos "Complicated" merece bastante destaque. Para os interessados: há a "Love The Way You Lie (Part II)" também. 

Talk That Talk
Aqui é a Rihanna abusando nos dubstep da vida (tá, nem tanto) e indo para o lado party hard da força. Foi uma surpresa descobrir que o álbum até agora tem 5 singles (!), aqui no Brasil passaram de "We Found Love" para "What Have You Been", porque demora tanto para colocar nas rádios e fica tanto tempo tocando a mesma coisa que não dá tempo da mídia acompanhar a quantidade de single que ela lança. "You da One" é muito melhor do que "We Found Love"... Como ainda não tive tempo de ouvir muito bem, vou indicar três músicas que chamaram atenção. "Drunk On Love", que é bem do tipo repete tudo, mas foi a que me chamou atenção nas vezes que eu ouvi; "Fool In Love" que no início não chamou atenção, mas tem uma força e é daquelas que você fala "Gente, que música ótima" na surpresa do momento (sério, escute inteira); e "All We Want Love", que o meu irmão disse ser a preferida dele. Segundo ele, quando ouviu o álbum na primeira vez achou horrível, mas agora escuta todas. 


Não sei o que aconteceu, a primeira vez que eu ouvi o álbum eu tive a impressão de que tinham feito trechos de música e colocado no repeat até dar uns 3 minutos. Agora depois dessa "tour" no mundo da Rihanna parece bem diferente. O Talk That Talk consegue misturar bem tudo o que ela fez até aqui e dá pra ver que provavelmente a única coisa que não muda ao longo dos álbuns é uma caída para o zouk. 

O legal é que mostra bem o que eu quis dizer com o Por dentro do Pop: você escuta "We Found Love" ou "Where Have You Been" e só falta a luz do seu quarto piscar, entrar um monte de gente dançando... O que tem a ver com as músicas da moda agora, mas por dentro do álbum é outra coisa que você encontra. 

Juntei todas as indicadas. Seria um álbum meio heterogêneo, mas vale a pena até para ver a mudança durante o tempo. Acho que 13 é um bom número, a Taylor Swift provavelmente concordaria. Você pode pegar a mixtape do Por dentro do Pop 2 aqui, a senha do arquivo é o nome desse tumblr (viktor215).
1. La That la, La
2. Let Me
3. The Last Time
4. We Ride
5. Kisses Don't Lie
6. Breakin' Dishes
7. Good Girl Gone Bad
8. Fire Bomb
9. Mad House
10. Complicated
11. Drunk On Love
12. Fool In Love
13. All We Want Love

terça-feira, 29 de maio de 2012

Iniciação: Dance Showdown


Eu encontrei o Dance Showdown sem querer outro dia e como o episódio era só uns 10 minutos no youtube eu decidi ver. Acabou que eu assisti tudo de uma vez e tava até votando e torcendo para os que eu mais queria. Se você gosta de dança, programas de competição, de subcelebridades do youtube ou só está sem o que fazer, continue lendo. 

O Dance Showdown é um concurso de dança no canal do youtube Dance On. Mas não é um simples concurso, a ideia foi pegar algumas dessas subcelebridades de youtube e ensinar a dançar para uma competição (e ganhar dinheiro, porque sempre tem dinheiro). 

Se você tem tumblr, pelo menos uma vez já viu o Kingsley
O Kingsley (ItsKingsleyBitch) é o único que eu já conhecia e não faço ideia de onde tiraram os outros, mas foi muito legal. Tem uma que me lembra à Amanda Bynes toda hora e uns dançam tão mal que é difícil acreditar. Eu achava que dançava mal, mas depois de ver o Dance Showdown estou pensando até em começar a dar aula. HAUHA Agora eu entendo a diferença que o Dance Central fez para os EUA. 


Competidores - São 12 ao todo e ficaram famosos no youtube por motivos variados, tipo jogando videogame, falando da vida, ensinando maquiagem, cantando, cozinhando... Tem uma lista de créditos na descrição dos vídeos sempre.

Treinadores - São 4 e eles têm um currículo respeitável. O Bryan Tanaka é dançarino da Beyonce e Rihanna; a Kherington Payne atuou em "Fama", foi finalista na 4ª temporada de "So You Think You Can Dance" e é dançarina da Katy Perry; A Lauren Froderman venceu um "So You Think You Can Dance"; e o Ian Eastwood é dançarino do "America's Best Dance Crew".

A temporada deve ter 10 episódios, mas até hoje tem 9, o vencedor ainda não saiu (dá tempo de assistir e votar!). Além dos 10 episódios de uns 13 minutos cada ainda há os vídeos separados de cada apresentação. Desses 10 episódios, você pode tirar pelo menos dois que são do apresentador comentando as performances e não faz diferença nenhuma (a não ser que você goste). A notícia ruim é que é tudo em inglês, mas para quem gosta de dança ou quer apenas ver acho que dá para assistir, ainda vou testar no meu irmão.

E se você gosta mesmo de dança pode aproveitar o próprio Dance On, que é um canal dedicado a isso e junta vários vídeos legais. Também pode conhecer os canais desses de alguns dos treinadores, que indicam na descrição dos vídeos. É bem legal. :)

Eu coloquei o trailer, mas se você puder já vai assistindo, às vezes vale até mais a pena. O primeiro episódio é para conhecer 6 dos participantes. 


Você pode ver a lista de todos os episódios aqui e nos episódios antes das apresentações tem link direto para elas (depois do 3 e depois do 8). Também coloquei como lista de reprodução e você pode assistir direto daqui.

Extra - Se você já assistiu:
Eu decidi procurar um pouco sobre os concorrentes (afinal, todos eles são conhecidos por seus canais no youtube) e descobri que alguns, como a Elle, colocaram alguns vídeos extras os próprios canais. Então fikdik. Aqui o dela de um treino. E um engraçado para pedir voto!


quinta-feira, 24 de maio de 2012

[Resenha] Battleship - A Batalha dos Mares, filme

por Dana Martins


- Filme: "Battleship - A Batalha dos Mares"
- Battleship (2012)
- Baseado no jogo Batalha Naval
- Direção: Peter Berg
- Atores: Taylor Kitsch, Alexander Skarsgård, Rihanna, Brooklyn Decker, Gregory D. Gadson, Tadanobu Asano, Liam Neeson...
- Ação/Ficção científica - 10 anos - 135 min. - Trailer
- Nos cinemas brasileiros a partir de 11 de maio de 2012






Mini-crítica: 
Se você estava com medo de eles terem ficado só nos efeitos especiais ou que seja o "filme da Rihanna", como usam para divulgar, não precisa disso. Acho que o maior problema do filme é divulgação errada e um certo esgotamento desse tipo de história. Fora isso, pode ser até muito bom. Misturando estratégia com efeitos especiais, "Battleship" conta a história de um grupo de pessoas que ficaram presas dentro de um campo de força criado pelos alienígenas e precisam, sozinhos, entender o que está acontecendo e lutar contra os invasores. O filme acaba centrando em Alex Hopper (Taylor Kitsch) que se encontra como herói, enquanto sua namorada, Samantha Shane (Brooklyn Decker), está em terra e acaba tendo que se virar dentro do campo de força também.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.
Eu acho que não conseguiria colocar em palavras o quanto eu tinha preconceito com esse filme e achava que ia ser ruim. Lembra na resenha de "Os Vingadores" que eu falei que poderia ser muito ruim? Então, eu imaginava "Battleship" como a concretização desse ruim, sem superheróis e ainda com a Rihanna.

Para quem não tem nem ideia do que a história, vou explicar: John Carter ainda na Terra Taylor Kitsch* aproveita a vida boa até que seu irmão certinho Alexander Sedução Skarsgård decide dar um jeito no menino e obriga ele a entrar na marinha. Mesmo um tempo depois, ele continua desleixado e, só para piorar, está quase noivo da filha de um chefão da marinha. Justamente quando está para ser expulso por seu mau comportamento, alienígenas invadem o nosso planeta.

Esses alienígenas caem no mar e criam uma espécie de campo de força em volta, então o navio do John Carter e mais alguns ficam presos ali sem ninguém saber o que está acontecendo e o que é aquilo. Acaba sobrando para eles, sozinhos, descobrirem tudo e lutarem contrar os inimigos.

A partir disso, você pode imaginar o que acontece, o personagem evoluindo, salvando o dia e mais uma série de clichês.
*Aqui na resenha vou chamar o Taylor Kitsch, personagem principal, de John Carter. 

A questão é que o filme acaba se desenvolvendo em certos detalhes que fazem valer a pena e ficar acima da média entre os filmes do estilo. Pode perguntar para qualquer um que goste de filme com explosões e ação, a resposta vai ser "muito bom!".

Isso é porque o filme já parte de uma ideia diferente: é baseado no jogo Batalha Naval.

Sim, o jogo antigo

A transformação de algo que seria só "booom" (aka efeitos especiais de filmes de ação) em alguma estratégia mudou um pouco o cenário negativo do filme. Quando chega na hora da luta, tem muito aquilo de "nós somos os caras" e efeitos especiais, mas também tem bastante de: "Como é que nós vamos lutar contra esses seres que nós não conhecemos?"

Outro ponto positivo é que o filme é centrado em um momento, a batalha toda acontece no mesmo dia e praticamente no mesmo lugar. Por exemplo, em filmes como "2012" os personagens quase cruzam o mundo e enfrentam cenários de dia, de noite, se separam, se reencontram... Isso acaba sendo um ponto positivo porque evita uma possível enrolação, além de que acaba sendo um diferencial.

A própria Rihanna* não foi tão ruim quanto eu imaginava. Achei que ela ia ficar com a mesma cara de "oh, eu sou a Rihanna e sou A garota da marinha", porque no trailer é essa a impressão. Acaba que no filme conseguem utilizar bem o personagem dela.
*do jeito que eu falo parece até que eu não gosto da Rihanna, mas é que não consigo levar muito a sério quando colocam uma pessoa famosa nada a ver em um filme que já tem tudo para ser feito de qualquer jeito se apoiando nos efeitos especiais.

Além disso, o filme utiliza a garota que o John Carter gosta, a Samantha Shane para balancear a trama. Enquanto todo o resto acontece no mar, ela está caminhando com um homem que perdeu as pernas trabalhando para a marinha. Ele tem todo aquele complexo de "eu não sirvo para mais nada" e ela, como fisioterapeuta, está tentando ajudar. Para o final, o filme consegue balancear batalha no mar vs. situação na ilha de forma muito boa. Até me lembrou ao livro "O Poder dos Seis", que faz isso muito bem.

Eu queria um foto que mostrasse as pernas dele, mas não sei por que praticamente ninguém mostra isso, não achei uma foto, não aparece em trailer... Poderia ser até uma propaganda boa para o filme. De qualquer forma, eu descobri que o ator é da marinha mesmo e realmente não tem as pernas, olha aqui ele com as pernas mecânicas.

Só mais uma coisa que eu acho importante dizer, porque é até isso que firma o filme como realmente bom, é que eles conseguem trabalhar com a emoção das pessoas. Dá até para ficar arrepiado no meio de toda a guerra.

Ponto negativo (a não ser que você seja a mãe mentecapta de um americanozinho, ou um americano patriota):  O que eu realmente não gostei no filme é a visão extremamente fechada e no estilo "educativa", para fazer a cabeça do pessoal. Tem a supervalorização da marinha, o John Carter é o exemplo para aquele cara desempregado que não ajuda em nada ao país e vai entrar para marinha, o cuidado com os aleijados e os vovôs é pra reforçar a autoestima e por aí vai. Isso é até importante, mas eu gosto de sonhar que as pessoas poderiam usar o próprio cérebro. Para piorar, eles ainda trabalham construindo a visão da China como vilã.
E você achando que propaganda para manipulação era só nos livros de Jogos Vorazes ou o Hitler que fazia...

No geral, o filme consegue ser bom dentro do próprio estilo. Não é tão ruim quanto poderia ser, mas a não ser que você tenha 6 anos não será o filme da sua vida. É daqueles que você junta os amigos para ir ao cinema ou, quando tiver dvd, coloca na sala com a "galera" para assistir com som alto e se divertir.

Algumas referências: É do estilo de G.I. Joe ou um Transformers da vida. De algum modo, me faz lembrar de "Cavalo de Guerra", porque ambos acabam sendo aquele filme de família, com a diferença de que "Cavalo de Guerra" é mais para o drama (ah, e de que "Battleship" não tem o Tom Hiddleston, infelizmente).

Extras: Titanic
O filme trouxe duas coisas que me lembraram bastante ao último Sherlock Holmes. A primeira foi o uso de referências sem ficar na cara que é referência, como eles brincam com o filme Titanic em uma das vezes que o barco está afundando. Aí você me diz: "Mas se fosse Titanic seria a Rose e o Jack, não o John Carter e o..." Exatamente. Isso nos leva à segunda coisa: o bromance entre esses dois personagens. Tem até uma hora no filme que alguém diz "oh, vocês formam um lindo casal". Eles provavelmente acharam que valia a pena dar um incentivo nisso...


Quatro conversinhas porque não é O filme, mas pode divertir e arrepiar o suficiente por algum tempo e, tirando o ponto negativo citado, não tem nenhum grande problema. Se eu indico "Battleship"? Com certeza, se você estiver procurando esse tipo de filme.

Classificação:
(4/5 conversinhas)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Para quem gosta de música: 2NE1


"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: 2NE1
Origem: Coreia do Sul
Similares: Jessie J, Nicki Minaj, Super Junior, Cher Lloyd, Big Bang, Rihanna, Alesha Dixon...

Por incrível que pareça, ouvi falar pela primeira vez de 2NE1 (pronunciado como "to anyone" ou "twenty-one", como quiser), na MTV. Inicialmente não dei nenhuma atenção para as meninas com aquela personalidade bem expansiva, agressiva, ou até mesmo coloridas demais. Era mais uma bandinha oriental, do tipo vindo de algum lugar distante que eu estava com preguiça de conhecer através do youtube.

Vocês não sabem quanto tempo eu perdi não escutando 2NE1. Claro, o irmão da Dana aqui do blog ficou simplesmente viciado nas quatro menininhas de roupas chamativas que não são a versão feminina do Restart, e teve a delicadeza de me apresentar a banda pela segunda vez. Ele tinha praticamente todas as músicas no celular, e eu ouvi cada uma tão intensamente que parecia que eu estava em uma boate. Esse é um efeito comum: as músicas delas dão a sensação inegável de festinha de arromba.

O que eu achei mais curioso, no entanto, foi o fato de que 2NE1 significar "Nova Evolução do Século 21". Não pelo fato de que é um nome inovador, mas porque elas são realmente uma coisa nova no mercado musical. Pelo menos no meio ocidental. Nunca tinha visto - ou ouvido - nada como elas. A impressão que se tem é de que, talvez pela cultura oriental (da Coreia do Sul, particularmente) ser isolada do meio ocidental, acaba se privando de misturas que influenciariam o som. É quase como se eles já tivessem passado da fase musical em que nós estamos. Uma verdadeira loucura.

Como foi dito no post da Cher Lloyd, algumas vibrações são capazes de fazer você questionar o estilo de música. Eu diria que as meninas do 2NE1 são pop-eletrônico-batidão e se vestem como rappers - os que têm estilo. Lil Wayne, diferentemente do que aconteceria em relação à Cher, se sentiria humilhado.

Os clipes são, em sua maioria, terrivelmente coloridos. Todo o trabalho realizado em torno deles é sem dúvida merecedor de prêmios. Você pode observar cenário, figurino e própria dança. Não há nada que não seja bem montado. "Fire", por exemplo, uma das músicas das quais eu mais gosto, possui duas versões, e ambas são ótimas (e cheias de cores). Uma delas é definida como 'espaço', mas há diversas plataformas que se alternam enquanto o som toca. A outra versão se passa numa rua, com um carro para ilustrar o fundo (a maioria dos vídeos tem um carro, o que é bem curioso. Ou um carro ou uma motocicleta tão potente que suspeito ser maior que todas as quatro integrantes da banda juntas). Outra música que também é parque de diversões é "Follow me". Não fosse por uma das meninas com o rosto infestado de pedrinhas brilhantes, eu poderia confundir o clipe com a versão 'espacial' de "Fire".


O fato de elas parecerem iguais chega a ser irônico. Eu diria que as vozes são diferentes, mas a cada clipe as meninas mudam de penteado, de cor de cabelo, de roupa, e eu não sou capaz nem mesmo de reconhecer uma única integrante. Além disso, apesar de tudo sem bem colorido,  a cada single a inovação é maior. Tem desenho animado com "Hate You" e até lamborghini em "I Am The Best", uma das melhores.
*Dana se metendo no post da Igra: Não pude deixar de comentar. Eu normalmente nem escuto 2NE1, fora o obrigatório por osmose por causa do meu irmão, como a Igra disse. Mas só de ler o nome "Hate You", já veio a música na minha cabeça: "Hate You nanananana..."

Comecei a acreditar que havia certo tipo de "pseudo hiphop" depois de ouvir "Pretty Boy", que além do eletrônico diferente, ainda nos faz questionar a capacidade dos instrumentos. "Clap Your Hands", "Don't Stop the Music" (que não tem nada a ver com a música da Rihanna) são outros grandes exemplos. Porém, apesar de toda a inovação e criatividade, as meninas do 2NE1 não são as mais conhecidas dentro do meio da música oriental. Quem nunca ouviu falar do Super Junior? Uma banda com o triplo de integrantes do 2NE1 e composta por apenas meninos? Não se sabe ao certo, mas sempre suspeitei que boy bands fizessem sucesso mais facilmente que girl bands. Se o 2NE1 nem é  a banda mais conhecida e já faz esse alarde todo (seja nas roupas, na música, na invenção inesgotável de batida e mixagem), imaginem o que mais pode haver de diferente na música oriental...

"I Am The Best": é a música com o qual eu conheci o grupo. Confesso que todas os singles citados são tão bons que eu fiquei numa dúvida quase que impossível. Por fim, escolhi o clipe que eu considero ser o mais inovador. O lamborghini de que falei é só o começo.


Sobre as músicas:  O grupo formado por CL, Bom, Dara e Minzy lançou três Cd's e possui mais de 10 singles, além de ter mais 3 mini álbuns. Há músicas incríveis em cada um deles, mas acho que a edição Collection é a que merece mais destaque, porque é a que reúne os maiores sucessos da banda.  E claro que sempre podemos contar com as lentinhas, não é mesmo? "Go Away" foi o single mais bem sucedido do grupo, apesar de eu considerar essa música como um meio do caminho entre lento e pop. Entre aquelas que não estão no Collection (mas que são tão boas quanto as demais) temos: "Lonely", que é ótima (e realmente lenta), e "Can't Nobody" que foi uma das que me chamou mais a atenção, justamente por causa das batidas: elas se alternam com pontos altos de voz ligeiramente aguda, contrastando com as remixagens.

Curiosidades sobre 2NE1:

O 2NE1 ficou conhecido mesmo com "Fire", cuja batida faz qualquer um ficar surpreso... porque são garotas. Até o Will.I.Am ficou impressionado. Ele e o 2NE1 fecharam uma parceria em 2011 e estão preparando algo novo na América do Norte. Considerando que é difícil até para os ingleses se infiltrarem na bolha americana, isso é um grande feito.

O grupo foi planejado com o intuito de produzir uma espécie de versão feminina da banda renomada (obviamente de garotos) Big Bang. O 2NE1 fez sua primeira aparição quebrando todas as expectativas: esperavam ver menininhas com roupas combinando, vestidinhos justos e salto alto. As pessoas, no entanto, receberam quatro garotas com modelitos largos, dançando sem muita sincronia e repletas de estilo. "Fire", o primeiro single, fez sucesso instantâneo, seguido logo depois por "I Don't Care".

Elas não cantam apenas em inglês. A sensação que se tem é que se mistura o coreano sem perceber no meio da letra, principalmente nos refrões, e eu acho o efeito incrível, porque fica bem natural. Há músicas que possuem versões somente em inglês, como é o caso de "Can't Nobody" e "Clap Your Hands".

Assim como aconteceu com a Cher Lloyd, a enorme maioria das músicas delas poderia estar no Dance Central. Ouvindo só o início de "Fire" já dá aquela vontade incontrolável de dançar. Alguém realmente deveria colocar as músicas - tanto da Cher como do 2NE1 - por lá.

Lembrando que, por ser k-pop (ou seja, pop coreano), o estilo musical vem de uma cultura bem diferente e com muitos outros padrões que nos surpreenderiam. Então tente abrir a cabeça quando for ouvir. :D

sábado, 3 de março de 2012

Capas da da revista Interview


Eu descobri que a Katy Perry estava na capa de uma revista e fui ver. Eu me surpreendi porque não era só mais uma capa comum ou uma foto qualquer, era muito bem feita e legal. Até a parte escrita contribue para ficar melhor. Eu acabei decidindo procurar um pouco mais e... decididamente, foi uma das melhores ideias que eu já tive. Encontrei uma capa mais bonita que a outra, um site lindo, fotos maravilhosas de todos os tipos. É claro que eu ia dividir isso aqui no blog. 

Veja algumas capas do modelo atual da revista, algumas bem antigas e no fim saiba um pouco mais.

Capas na ordem com: Lindsay Lohan, Kristen Stewart, Chloë Moretz, Megan Fox, Natalie Portman, Blake Lively, Michael Fassbender, Kim Basinger, Zac Efron, James Franco, Emma Watson, Alexander Skarsgard, Freida Pinto, Kate Moss, Rihanna, Charlie Sheen, Tom Cruise, Arnold Schwarzenegger, Michael Jackson e Lacey Neuhaus.

Os olhos da capa do post: Lindsay Lohan


Demorei a acreditar que era Chloë Moretz (garotinha de "Kick-Ass" e "A Invenção de Hugo Cabret")


Megan Fox \o/

Essa da Natalie Portman é a minha preferida.

Blake Lively, a Serena de Gossip Girl. A que eu mais custei a acreditar.

the girls on fire

Essa é de 1994, mas o estilo muito parecido com o das outras. Na capa é Kim Basinger, que a maioria não deve conhecer pela idade. Ela esteve no Batman de 1989!






Kate Moss


Agora umas BEM antigas, por volta dos anos 80 e perto do começo da revista. 






Algumas lojas com a FNAC, Saraiva e Travessa importam a revista para o Brasil.

O estilo das capas da Interview mudou com os anos, na tentativa de se adaptar a um novo cenário. Essa capa limpa focando na celebridade é uma característica que era utilizada no começo e aos poucos voltou a aparecer, principalmente no final de 2008. Em alguns anos, a revista perdeu tanto a identidade da capa que parecia mais uma qualquer (como no início de 2000). 

Ultimamente, parece que a revista conseguiu criar algo próprio, legal e adaptado a nossa época (que também permite mais liberdade). Para 2012 então, parece que eles se preparam e só com duas capas eu já tenho vontade de ver qual vai ser a próxima. Se você está se perguntando: as capas de 2012 da Interview são essa daí do Michael Fassbender (fevereiro) e a da Katy Perry (março), eles não publicam em janeiro.

Um pouco mais sobre a revista:
"Interview é uma revista estadounidense apelidada de Bola de cristal do pop. Foi fundada nos fins de 1969 por Andy Warhol. A revista conta com coversas íntimas entre algumas das maiores celebridades, artistas, músicos e pensadores criativos do mundo. As entrevistas são geralmente deixadas sem edição ou editadas à moda excêntrica de Warhol e seus livros, como The Philosophy of Andy Warhol." wikipédia

>>>Veja as imagens no tumblr: post 1, post 2 e post 3.

>>>Veja o arquivo completo da revista 

>>>Galeria da Interview

domingo, 29 de janeiro de 2012

Black Cards de graça


Enquanto nas redes sociais todos estão preocupados com direitos autorais, SOPA, download ilegal e FBI batendo na porta de casa, nas profundezas da internet, cada vez mais artistas estão disponibilizando seus trabalhos para download (de alta qualidade) gratuito. A sensação de baixar a música de seu artista preferido sem estar cometendo nenhum "delito" é ótima (não que baixar pelo mediafire, 4shared, torrent e outros faça a consciência pesar). Mas isso eu vou falar melhor depois (aguardem, música de graça liberada!).

Hoje eu vim falar do Black Cards, que está seguindo essa onda e liberou o cd para baixar gratuitamente. "Up the Anti - Volume 1" é uma coleção com mais de 30 remixes para agradar todos os gostos (ou quase isso). A seleção conta com remixes de artistas que vão desde Jay-Z até Lana Del Rey, passando por bem conhecidos como Rihanna e Maroon 5. Se você quer saber, eu baixei só porque estava na minha frente e de graça, acabou que já ouvi várias vezes seguidas. 

Esse cd foi feito para quem gosta de batida eletrônica e ouvir novas versões de músicas já conhecidas. Surgiro que escute na ordem indicada porque há uma ponte entre as músicas (às vezes não dá nem para perceber que já mudou). E, apesar do número de faixas, não é muito longo porque a duração delas varia de 40 segundos a 4 minutos. Destaque vai para Oh My! - Dirty Dancer (Alvin Risk Remix), as outras que chamam atenção são todas mais conhecidas e provavelmente as primeiras que todo mundo vai ouvir.

Curiosidades:
Para quem não sabe, o Black Cards é um projeto paralelo do Pete Wentz, baixista do Fall Out Boy (banda que está num hiatus infinito). A formação e a ideia originais foram alterados, fazendo o Pete repensar o modo de seguir. Hoje o Black Cards é formado por ele e pela Spencer Peterson e o "Up the Anti - Volume 1" é o primeiro trabalho divulgado, mas há planos para novas músicas, inclusive próprias. 



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

ConversaCult TV #18 - Mashup das melhores de 2011

Toda segunda um vídeo novo é indicado. Porque, às vezes, o melhor é jogar as pernas pro alto e apenas assistir.

O CCTV #15 teve um vídeo que juntava mais de 160 filmes de 2011 e eu até comentei que era no estilo do United State of Pop, que todo final de ano faz uma mistura das principais músicas do ano. Acabou que logo na semana seguinte o United State of Pop 2011 foi lançado e agora está aqui no CCTV. Ficou claro que a batida eletrônica fez sucesso esse ano, né? Senti falta das guitarras...

Clique e veja nas informações a lista completa dos que aparecem.



DJ Earworm Mashup - United State of Pop 2011



Até a próxima segunda!