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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Taylor Swift no Brasil: Vai ser difícil esquecer


A cantora Taylor Swift praticamente caiu de paraquedas no Brasil e nós tivemos a oportunidade de acompanhar essa passagem. Esse show surpresa aqui no Rio de Janeiro é mais do que apenas um marco para os fãs da cantora, é a grande consequência dessa mudança no cenário brasileiro. Você já reparou que agora está acontecendo muitos mais shows, né? Pois é. Um show pocket exclusivo com certeza é um sinal de que os fãs brasileiros podem esperar por mais. Agora vamos parar de enrolação e continua lendo para ver como foi a passagem da cantora, a nossa experiência e um aviso para quem gosta de shows. 

Há um mês eu (Dana) estava no twitter do CC falando sobre a quantidade de shows no Brasil e falei algo como "já estou falida, não pode vir mais ninguém nesse ano" e o comentário acabou em "sorte que a Taylor Swift está lançando cd agora, sem chance dela aparecer por aqui". É até difícil acreditar que em menos de um mês tudo virou de cabeça pra baixo e agora eu posso dizer: eu já fui em um show da Taylor Swift. 
Para quem está perdido: no dia 20 de agosto de 2012, mês passado, a Universal Music anunciou que a cantora viria ao Brasil para divulgar o novo álbum, Red. Seria um show fechado no dia 13 de setembro e ela passaria por alguns programas e entrevistas. 

O dia 13 de setembro aqui no Rio estava nublado e meio frio, chegou até chover de manhã atrapalhando os fãs que estavam na fila e trazendo sorte para os fãs que estavam na porta do hotel, que receberam uma visita da Taylor. Eu já estava cansada de ter ido com a minha amiga no hotel no dia anterior e de toda a maratona de promoções, então aproveitei para chegar só mais tarde. 

Cheguei por volta das 4 e a fila ainda estavam bem pequena. Acho que em parte porque o show surpresa-fechado atrapalhou a mafia dos fãs e em parte porque o dia estava cinzento. Para terem ideia, durante a noite que eu passei naquele mesmo lugar para o show do paramore a fila estava maior (e os fãs do paramore nem são tão desesperados. sério). Acho que só o da Colbie Caillat mesmo teve uma fila mais "fraca". Mas novamente: acho que foi a surpresa que desarticulou todo mundo. Sem falar que, pelos meus cálculos, encheram o lugar com mais ou menos 1/4 da capacidade. 

Por outro lado... mesmo que um ou outro tivesse tirado a sorte e ido parar lá sem nem gostar tanto, a maioria era fã mesmo. Foi lindo que estava quase todo mundo de vermelho em homenagem ao novo álbum, Red! Acho que foi o público de show mais misturado que eu já vi, com gente de todo o Brasil. 

Até a Hayley passou lá pra assistir...
Bem, depois de muita animação na fila, circuladas pelo shopping, gente dando ataque porque os membros da banda dela estavam circulando pelo shopping e gente dando ataque por ter conhecido a Taylor... finalmente abriram a casa de show. Era 8:00 ou 8:30, não lembro bem. Aquela mini-correria até bem controlada para chegar lá dentro, passando por umas mulheres que deram Serenata de Amor ("as vadias do Serenata", precisava registrar aqui) e chegando no palco.

Exatamente a minha visão.
A surpresa foi que eles colocaram uma extensão em formato de um pequeno T na frente do palco, dando liberdade para ela entrar um pouco no meio do público. Eu e os meus amigos ficamos em uma dessas pontas do T a duas pessoas da grade (no meio do show fui parar atrás da pessoa da grade, sei lá como. Em show parece que você se teletransporta). 

Durante a longa hora até o show começar, fomos esmagados e quase morremos de calor. Não foi a minha pior experiêcia, mas tem sempre aqueles para reclamarem o tempo inteiro. O que eu mais gostei desse momento de espera é que eles colocaram o dvd e depois alguns clipes dela passando nos telões. É bem legal ter algo para se distrair e já entrar no clima. Deveriam começar a fazer isso em vez de colocarem um playlist de meia dúzia de músicas no repeat. 

Até que... entrou lá a mulher da Malhação nada a ver para anunciar e depois, finalmente, a Taylor Swift! Ela tem uma presença de palco muito boa e não demorou a dominar o lugar. No início não dava nem para ouvir a música de tanta gente cantando. O show dela com certeza bate com os melhores que eu fui, só não dá para realmente concorrer porque foi uma versão pocket com 7 músicas.


Se eu fosse apontar algum problema, eu diria que é o "olhar do infinito", que é quando a pessoa canta olhando o além e parece que não importa se ela está no show da Xuxa, no Rio ou no VMA. Às vezes falta um pouco daquele calor do estilo "tamo junto, galera!". Mas acho que isso é mais porque além de ser um show pequeno - mal dá pra aquecer - esse também não é o show completo dela. O olhar do infinito e o estilo dela, até se você ver nos vídeos, é para shows gigantes. 

E ela deu mesmo um espetáculo! Ela não só conseguiu dominar o público e se preocupou em encaixar mais do que algumas simples palavras em português, ela fez de verdade uma versão pocket do show dela. Com dançarinas em We Are Never Ever Getting Back Together e um sofá no meio do palco em Fifteen. Apresentou mais de um violão e pegou um banjo para cantar Mean. Também teve o dueto com a Paula Fernandes que fechou o show. A Taylor até pegou a mão da brasileira e levou para agradecerem lá na frente. Isso tudo em um show simples de 7 músicas.

Setlist:
1. Sparks Fly
2. You Belong With Me
3. Mean
4. Love Story
5. Fifteen
6. We Are Never Ever Getting Back Together
7. Long Live (com Paula Fernandes)


Uma das coisas que eu mais gostei, que pode até parecer boba, foi o vestido. Eu sempre achei essa coisa brilhosa nesse corpo magrelo dela algo meio estranho, mas com o tempo isso virou uma marca dela. Antes do show eu até pensei: seria tão legal ver um show dela com aquele vestido prata espalhafotoso. Nem passou pela minha cabeça que depois de todo esse novo figurido ela apareceria com ele. Bem, também não tinha passado pela minha cabeça que eu veria ela... 

To ali na escuridão em frente a essa ponta! HUAHA
Depois do show ela ainda voltou ao palco para responder as perguntas de alguns fãs que eles arranjaram lá. Foi um momento meio apagado: imagine uns mil fãs apertados querendo mais música ouvindo um fã envergonhadamente fazendo uma pergunta estilo "Qual sua música preferida?", que é traduzida para inglês e depois respondida pela Taylor. Pensado agora, acho que eles não lembraram nem de traduzir pra o público a resposta dela. Não lembro direito, é difícil lembrar. Foi um momento meio fail, mas que valeu só pra ver ela no palco por mais tempo.

Taylor no Rio de Janeiro! Uma palavra: Carinho

Essa é a terceira Taylor na minha vida musical que passa por aqui nesse ano. A primeira foi a Taylor Jardine, do We Are The In Crowd, a segunda foi a Taylor Momsen, do The Pretty Reckless. E é realmente interessante ver a diferença de como as pessoas se relacionam com os fãs. A primeira Taylor eu nem vi, porque consegui errar o horário do show e chegar depois da banda tocar(!), mas ouvi bastante sobre os fãs que seguiram a banda. Eles não pararam pra falar com ninguém, passei no hotel e vi PASSAR até alguns das outras bandas, mas eles saíram da casa de show antes e nem falaram com ninguém. Tá que pode ser chato, mas custa? Meia dúzia de pessoas só. Daí depois veio a Taylor Momsen, que segundo falaram foi até legal com os fãs, mesmo com aquele Meet&Greet digno de papelão de cinema. Aí vem a Taylor Swift, com uma penca de fãs para tudo quanto é lado, e falou com todo mundo! 


Tinham oferecido helicóptero(!) para ela circular pelo Rio, mas ela recusou e quis fazer tudo de carro. No aeroporto, que ela pode sair escondida como muitas bandas fazem, ela passou no meio de todo mundo, consolou fã, pegou câmera pra tirar foto... No primeiro dia no hotel, que eu fui, ela não apareceu, mas o tempo inteiro que eu fiquei lá ela estava gravando o especial de dia das crianças da Xuxa no projac* (então é meio difícil ela estar no hotel, né?). Nesse ela não apareceu, mas os fãs que ficaram esperando receberam foto autografada e palheta. No dia do show ela foi falar com os fãs embaixo de chuva e na despedida (que é a foto do post) ela também saiu para falar com os fãs. Detalhe que o hotel tem estacionamento interno com saída por trás, ela poderia muito bem desaparecer sem ninguém ver, mas saiu para falar com os fãs. Aquela lugar ali na primeira foto do post é do lado do hotel, pra ela estar ali ela foi andando pelo muro de fãs pra falar com as pessoas. 
*Fofoca: parece que a equipe da Taylor não gostou nem um pouco quando descobriu que era um programa infantil. Quem foi que teve a ideia, hein? Eles não fazem ideia de com qual público estão lidando, atiram pra qualquer lado. 


VOCÊ FAZ TUDO E. passa mal.

Se você viu o meme já sabe que eu quero ter blog há muito tempo. Sabe qual era a minha ideia inicial? Dar dicas sobre shows. Eu já fui em vários e todo santo show vejo as pessoas cometerem os mesmos erros. No do paramore que eu citei aqui mesmo, acho que eu nunca vou esquecer da garota de cabelo rosa que estava na fila desde as 7 da manhã, quando eu fui para casa dormir, e durante a porcaria do show de abertura ela foi tirada da grade completamente apagada. GENTE, por que? Por que vocês não prestam atenção? 

Eu só passei mal mesmo em um show em São Paulo, mas porque eu usei minhas últimas forças para tentar levantar para o segurança uma garota que caiu desmaiada no meu colo. Dessa vez, no da Taylor, foi a minha amiga que passou mal. Enquanto esperávamos e ia apertando ela começou a ficar tonta, quando fui ver ela estava gelada no meio daquele inferno humano. Para ter ideia, ela não conseguia nem abrir a embalagem do bombom que eu mandei ela comer. Depois descobri que o problema era o calor e consegui arranjar água para baixar a temperatura do corpo dela (dei um banho nela: efeito milagroso, totalmente indicado). Mas aqui fica a dica: conheçam os seus próprios limites, avisem para os seus amigos e se preparem. Um show é muito legal, ainda mais de perto, não deixa estragar por causa de bobeira. 

Minha amiga passou mal e ficou totalmente fora do ar, por pouco nós não tiramos ela de lá, a sorte foi que todo mundo ajudou e eu consegui dar um banho de água nela. Guarde uma coisa: você vai preferir ter um garoto gigante desses com cara de "rockeiro" que dão medo por perto do que um bando de garotinhas. Elas são desesperadas.

Veja mais:

terça-feira, 31 de julho de 2012

The Maine no Brasil


Oi gente, e aí, tudo bom? Aqui quem vos fala é a Ana Luiza e hoje eu vim falar sobre uma banda que seis meses atrás fez sua primeira turnê pelo Brasil e gostou tanto (tanto!) da  gente que decidiu voltar em julho deste ano. Dessa vez, eles marcaram presença em mais cidades e (para enlouquecer os fãs) vieram fazer a gravação do primeiro DVD da banda. Isso mesmo, acertou quem adivinhou que eu estou falando do The Maine! E para quem não conhece, vale a pena dar uma olhada nesse post que a gente fez quando eles passaram por aqui ano passado.
*E sim! Na foto é a banda passeando pelo Leblon com uma penca de fãs. 

Então, no domingo (29) rolou no Circo Voador na Lapa o segundo show do The Maine no Rio. O primeiro aconteceu no dia 1 de dezembro de 2011 e eu também estava lá. O show do ano passado foi bem legal, não estava lotado e deu para aproveitar bastante. Mas o show desse ano foi mais especial. Eles fizeram um show baseado - basicamente - no novo CD deles, o Pioneer, que foi lançado no início desse ano.

A maior parte do show foi de músicas do Pioneer. E no Rio, a pedidos de fãs, a banda ainda trocou a música The Way We Talk (que é música do segundo EP  deles, lançado em 2007) pela música do novo álbum chamada Jenny. O vocalista da banda, John O'Callaghan, escreveu essa música para a mãe. O público cantou junto com toda vontade. Olhem o vídeo:

                          

Além de "Jenny", muitas outras canções fizeram a galera ir ao delírio quase que literal (veja o vídeo de Misery!). Na abertura do show, eles tocaram as duas primeiras músicas do novo álbum, "Identify" e "My Heroine", que animaram todo mundo. Aliás, animação não faltou no público do Rio. Antes de começar o show as pessoas estavam cantando os refrões das músicas da banda. Quando eles entraram no palco o que não faltou foi gritaria.


Os integrantes da banda toda hora interagiam com o público. Jogavam água para a galera, davam o microfone, pegavam o que era jogado no palco... O John até brincou dizendo que todo mundo conseguia acertá-lo. Algumas vezes, ele pegou as câmeras dos fãs para tirar fotos no meio da galera ou para filmar eles próprios no palco. Toda hora eles agradeciam pelo carinho e o melhor de tudo: se preocupavam com a segurança dos fãs. O John falava para se vissem alguém caindo ou passando mal levantar a mão para pedir ajuda. Simpatia não faltou.

A set list completa você confere aqui (A qualidade da foto não é uma das melhores mas valeu a tentativa e dá pra ler direitinho):


John O'Callaghan, Kennedy Brock, Jared Monaco, Garrett Nickelsen e Pat Kirch fizeram a alegria dos fãs nesse domingo. E nós esperamos que eles voltem o mais rápido possível.

A turnê começou em Curitiba no dia 27 de julho, passou em São Paulo no dia 28 para gravação do DVD e dia 29 foi no Rio de Janeiro. Ainda faltam, no dia 1 de agosto Belo Horizonte que vai ser no Music Hall e dia 2 de agosto em Porto Alegre que é no Bar Opinião. Se você é de BH ou de POA, tá esperando o quê? Vai ver o The Maine que o show deles tá valendo a pena. :)


Extra:
Durante esse intervalo de dias entre os shows do Rio e Belo Horizonte eles ficaram pelo Rio de Janeiro, mas não apenas aproveitando! Apareceram tantos fãs atrás deles que eles falaram com todo mundo na praia, num meet and greet. Sério, quantas bandas são tão legais com os fãs?

sim, esse cara branquelo aí no meio é da banda, o Jared

terça-feira, 20 de março de 2012

Para quem gosta de música: A Rocket To The Moon

"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: A Rocket To The Moon
Origem: Estados Unidos
Similares: The Maine, We The Kings, The Academy Is, The Summet Set, We Are The In Crowd, Taylor Swift, The Civil Wars...

Eu estive no show do A Rocket To The Moon aqui no Rio durante o primeiro #NEXTGENERATIONFEST e foi surpreendente. Surpreendente porque essa foi uma banda que eu encontrei nas profundezas da internet há muito tempo e não faz metade do sucesso que um The Maine (e o The Maine não faz metade do sucesso de um McFly, que não faz metade do sucesso de um Paramore). Isso me fez resgatar todo o tempo que eu passei ouvindo as músicas e me divertindo com uma ou outra pegada na letra, ou ouvindo sem parar "Sometimes". 

A Rocket To The Moon (ARTTM) é uma banda que traz esse rock com um lado pop comum dessas bandas da época do myspace. Como o próprio festival deixa evidente: "next generation fest". Eu não acredito que seja a próxima, mas eles com certeza são uma terceira se você começar com Paramore ou Fall Out Boy. 

Não é aquela banda que o-mundo-inteiro-precisa-ouvir, mas se você gosta das citadas nos similares, ouvir ARRTM é uma consequência. É o mesmo que assistir algo do Tim Burton, você ganha o Johnny Depp e a Helena Bonham Carter no pacote. Voltando à música, o que importa é que eles são aquela banda boa, sem nenhum super diferencial, mas que vale a pena conhecer (principalmente quando você quer uma novidade).
"I know your face, your eyes, your lips, your taste
I love the way you know just what to say"
O que mais me chamou atenção nas músicas deles foram as letras. Para elas serve o mesmo que eu disse sobre o The Maine: "elas têm uma história interessante e algumas brincadeiras que valem a pena. Eu até poderia escrever uma fanfiction". Mas essa semelhança deles se aplica mais ao cd Can't Stop Won't Stop do The Maine.
"She started dancing at the second that she heard the music play (She's always moving)
She looks at me but when I look back at her
She turns away (She knows exactly what she's doing)
She moves closer and I'm thinking to myself that she's all mine (She's all mine)
We start talking and she takes my hand like she does this all the time"
Decididamente, o que mais me chamou atenção nas músicas deles é porque parece que eles estão contando histórias.

Falando em cd, oficialmente o A Rocket To The Moon só tem um, o On Your Side lançado em 2009. De lá para cá eles só lançaram uma nova versão do cd e um EP chamado The Rainy Day Sessions. Já faz um bom tempo e seria bom ter algo novo.
*antes do cd eles já tinham lançados alguns EPs, o primeiro em 2006, mas para conhecer a banda eu não sugiro.

Como você pode imaginar, o centro de existência da banda é o cd On Your Side. Se você conseguir a versão deluxe então, com "When I'm Gone", a sua playlist do A Rocket To The Moon está pronta. As músicas são leves, animadas, divertidas, sentimentais...

Mas se você prefere algo mais no estilo The Civil Wars ou até Taylor Swift, você devia ouvir o The Rainy Day Sessions. O nome já indica bastante o objetivo do EP. É um "remake" de algumas músicas num estilo mais tranquilo e com violão. O EP ainda conta com a participação da Larkin Poe, "banda" de duas irmãs.

"Dakota": Um tour video porque eles têm poucos clipes. Você pode gostar do clipe de "Like We Used To".


Sobre as músicas: Se eu tivesse que indicar só uma música para te fazer gostar, seria "When I'm Gone", que já até apareceu na nossa playlist da paz. Eu não conseguiria colocar em palavras o quanto eu gosto dessa música. Mas essa não é a essência do A Rocket To The Moon, então fui obrigada a colocar o clipe de outra. As música são são no mesmo estilo, se você gostar dessa, vai gostar da maioria. A minha preferida entre as outra, que é até a mais diferente, é "Sometimes", que eu citei no início do post. Se essas três te conquistarem, aproveite o resto.

Só para você ter ideia do quanto eu já ouvi, só de olhar as letras enquanto fazia esse post as músicas voltavam na minha cabeça. E olha que eu sou um desastre para lembrar de coisa assim (na verdade, eu sou um desastre para lembrar de quase tudo). 

Extra:
Elas também conseguem fazer covers interessantes, quase como um remake no estilo deles. Na página da Fueled By Ramen, a gravadora deles, há um cover de "Single Ladies" calminho que chega até a ser engraçado, ele faz parte do EP The Rainy Day Sessions. No show do Rio eles cantaram um pedaço de uma música da Taylor Swift e mais tarde tocaram o início do instrumental de uma música do Jonas Brothers. Também já estiveram por aqui na nossa playlist de natal com bandas legais.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Summer Soul Festival vai passar na MTV!


O Summer Soul Festival, que traz ao Brasil nomes como Florence and The Machine e Bruno Mars, será transmitido no dia 24 de janeiro (quando acontece em São Paulo) pela MTV Brasil. Além de São Paulo, o evento também vai acontecer no Rio de Janeiro, dia 25, e em Florianópolis, dia 28.

O horário marcado para o evento começar é 18:50, então separe a noite da próxima terça (24) para assistir. As principais bandas devem ser as últimas a aparecer. O Summer Soul Festival ainda conta com Seu Jorge, Rox e Dionne Bromfield. 

Segundo o site da Billboard, também serão exibidas matérias e entrevistas com artistas e público. A cobertura dos shows fica por contas dos VJs Gaía Passarelli, Didi Effe e Thunderbird.

A MTV, já no clima dos shows, preparou um aquecimento. Veja abaixo o vídeo e aproveite para conhecer os artistas.



Veja mais: