Mostrando postagens com marcador quadrinhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador quadrinhos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

ConversaCult TV #57 - Quando os quadrinhos encontram a música

Toda segunda um vídeo novo é indicado. Porque, às vezes, o melhor é jogar as pernas pro alto e apenas assistir.

Se você está sempre assistindo os vídeos que indicamos aqui, deve ter reparado que é difícil indicarmos um novo clipe de uma música, afinal, a ideia dessa coluna é mostrar vídeos legais. Mas o vídeo de hoje une os dois, ele é um vídeo muito legal e ao mesmo tempo um clipe novo. Isso porque o Coldplay está lançando hoje oficialmente o clipe do quinto single do álbum Mylo Xyloto, Hurts Like Heaven. O diferencial do clipe é que ele é, na verdade, a animação do quadrinho Mylo Xyloto. Vale bastante a pena assistir porque além da música ser boa, a arte também é linda.

Ah, se você ficou curioso pelo quadrinho, ele vai ser lançado no início do ano que vem e contará com seis volumes! Mas, enquanto isso, o Viva la Coldplay traduziu o primeiro volume, que foi vendido exclusivamente na Comic-Con desse ano, basta clicar aqui.


Coldplay - Hurts Like Heaven

domingo, 30 de setembro de 2012

Guia de Quadrinhos: Graphic Novel vs. Comic Book


O Joshua viu nosso último post do Guia de Quadrinhos e falou que ainda não entendia muito bem a diferença entre comic book e graphic novel. Eu, Dana, tinha curiosidade de saber mais sobre os dois tipos,  então fiquei com isso na cabeça e decidi vir falar aqui. E aí, você sabe por que o do Avatar na imagem é chamado de graphic novel e o do Deadpool é chamado de comic book?

Pensa na diferença entre série e filme. Ambos usam imagem em movimento, som, (...) para contar história, mas desenvolvem com estruturas diferentes. Em série cada episódio (edição da comic) costuma ter início, meio e fim, às vezes com dois episódios se completando. Cada mini-história de um episódio se completa formando uma temporada. Se forem muitas temporadas, tipo Doctor Who, até há outras divisões para conjuntos de temporadas. Já os filmes cada um praticamente se basta, no máximo tendo esses I, II e III da vida.
*Comic book, comic, gibi, quadrinhos, essas revistinhas.... 


Se você acabou de chegar no planeta e nunca assistiu filme nem série, vou melhorar a explicação (tem que pensar nos leitores alienígenas, né?). Existem dois tipos de graphic novel:

1- Graphic Novel que é coleção de comic book. 

Uma coisa que eu sempre digo é que ler livro é muito mais fácil do que ler quadrinhos. Você pega o primeiro livro do Harry Potter e pronto, já sabe o que aconteceu. Se não for série, melhor ainda, já termina ali. A graphic que é coleção de comic é a mesma coisa: ela junta vários números dentro de um ciclo da história (tipo o dvd da primeira temporada de uma série) e você lê. Pronto. Tão simples quanto um livro (quase). Há quem chame qualquer compilação de quadrinhos uma Graphic Novel, mas não é bem assim. 

Pessoalmente, prefiro chamar só quando completa uma história. Esses dias na livraria peguei um de capa dura sobre a Mulher Gato que reúne algumas edições que contam uma aventura dela pela Europa. Beleza, Graphic Novel. Daí a pegar uma faixa aleatória de edições, tipo do número 134 ao 157 do Batman, e juntar, só para comprarem em bloco, eu continuo chamando de compilação de comic book. 


Em uma parte do gif acima diz "52 all-new graphic novel", o que eles fizeram foi pegar as comics dos Novos 52 que estão saindo e juntar em volumes. Depois que sai umas 6 edições, eles lançam tudo junto em uma "graphic novel", tipo Catwoman Vol. 1: The Game. 

Ao mesmo tempo, aqui no Brasil a DC é lançada pela Panini e eles sempre colocam na mesma edição mais de um número, ou às vezes mais de um título (esse da Catwoman aqui sai em "A Sombra do Batman", veja mais). Seria quase como dizer que aqui no Brasil não existe comic, só graphic novel. Não é bem assim, acho que o diferencial da graphic novel é ter um ciclo de história fechado e a vantagem de não precisar sair atrás de várias revistinhas perdidas

Cá entre nós, daqui a um tempo vai ser tão difícil encontrar um vol 1 desse da DC quanto a edição 1, mas até que facilita não ter que passar 6 meses grudado na banca. 

2- Graphic Novel que é um livro escrito com imagens

Imagina que você quer contar uma história e você decide fazer isso com imagens. Imagine que a Suzanne Collins escreveu Jogos Vorazes com imagens. Pronto, esse é o segundo tipo. Ele não é necessariamente a reunião de várias comics como no caso anterior. Muitas vezes a própria estrutura é parecida com a de livros, com divisão de capítulo e tal. Só que em vez de ler um bando de palavras, você lê imagens.

Um exemplo é a trilogia The Promise que continua a história da série Avatar: The Last Airbender (A Lenda de Aang), que é feita pelas mesmas pessoas e continua logo depois do final da série. Acho que eles queriam contar mais história, mas não rolava fazer algo tão "grandioso" quanto uma série de TV, então eles tinham duas opções: 1) escreviam um livro contando ou 2) faziam uma graphic novel. 
*um fato interessante: a própria série do Avatar é dividida em livros para cada temporada, Livro 1, Livro 2... A estrutura realmente é de livro, principalmente Korra, só que com imagens. 

A diferença é que a comic book pode continuar saindo quase para sempre, acaba sendo feita por várias pessoas diferentes e é trabalhada ao longo do tempo. É algo mais seriado, dividido. Já a graphic novel é mais autoral, às vezes realmente mais trabalhada e que pode se fechar em si. (não é regra! assim como não é regra para série e filme)

Outro comentário no último Guia de Quadrinhos é do João, que falou que graphic novel parece ser mais sério que comic book,  mas isso não é bem assim. Tanto comic quanto graphic novel podem ser todo tipo de coisa. Assim como existem livros mais sérios e livros mais "descomprometidos". Na verdade, é uma forma de contar história, assim como a escrita e a imagem em movimento. Nada tem a ver com o conteúdo. Há, com certeza, gibis/comics e graphic novels infantis. Assim como há erótico. Você pode ler um extremamente filosófico, ou um que é puro entretenimento. 


E agora? Você consegue diferenciar entre esses dois? Só pela quantidade já dá pra ter ideia: Aí na imagem tem vários do Deadpool e dois do Avatar. Os do Deadpool eu nem sonho em ter tudo o que era pra ter, enquanto o do Avatar só mais um e eu completo a trilogia. Outro diferencial (não é regra, mas normalmente é assim) é a qualidade. Não dá pra ver pela da imagem, mas enquanto o do Deadpool é o papel de HQ qualquer o do Avatar é mais duro e ainda tem lombada, sendo que é o tipo mais simples. Outros detalhes também fazem a diferença: só no do Deadpool tem data na frente e a parte de trás é propaganda. A primeira página do Deadpool é uma sinopse, créditos e depois vem história. No do Avatar parece mais com de livro. 

Enfim, são pequenas diferenças no formato e estrutura que aproximam mais a graphic novel de um livro. Novamente: nada é regra. Mas acho que com o que eu disse até aqui já dá pra pensar bastante no assunto e ir diferenciando.


Duas coisas para pensar: 
Graphic Novel parece mais sério porque às vezes é a desculpa de gente """cult""" para estar lendo quadrinhos sem parecer infantil.
Sempre que surge uma capa de livro no Japão que é estilo mangá tem sempre alguém pra comentar "lá tudo vira mangá!". Isso é porque essa narrativa com imagens é mais comum lá do que aqui, tem tanto quanto ou até mais valor do que a narrativa escrita (livro) aqui. 


domingo, 3 de junho de 2012

Marvel e DC: Top 10 super-heróis LGBT


Esses dias a Marvel avisou que faria o primeiro casamento gay no mundo dos quadrinhos mainstream, aí a DC correu atrás do prejuízo e anunciou que anunciaria (wtf) o primeiro personagem famoso saindo do armário. Bem, parece que os tempos são outros, até o presidente liberou, né? Mas para quem já se assustou com essas notícias, saiba que o mundo LGBT está inserido no universo dos super-heróis há um bom tempo. Nós corremos atrás e encontramos um top 10 dos personagens que já saíram do armário. Esse post também é ótimo para dar uma ideia a mais dos universos da Marvel e da DC. 

Antes do nosso top 10, uma pausa para quem não acompanhou as notícias. Se você não está sabendo do casamento do Estrela Polar ou do Lanterna Verde saindo do armário, pode ver a notícia no nosso tumblr aqui. 

Agora fiquem com o top 10, que foi retirado do TQS em inglês e adaptado para quem não é acostumado com HQ. A escolha da ordem foi deles e as justificativas também. Até o momento, só acompanhei uma das comics citadas. Descobri muuuita coisa que eu não sabia aqui. 

10 - Serpente da Lua 


Em inglês o nome dela é Moondragon e a primeira coisa que eu imaginei foi a Daenerys no poster de Easy A, mas a Heather Douglas não tem nada a ver com isso. A primeira vez que ela apareceu foi em Iron Man #54 (vol 1 1973). Talvez seja mais famosa por ter convencido o Thor a ser seu amante, mas normalmente não é esquecida na lista de personagens gays/bissexuais. Ela se diferencia no universo da Marvel porque não ganhou seus poderes por causa de algum experimento químico, raios cósmicos, mutação ou qualquer coisa do tipo. Ela treinou por vários anos para conseguir, o que acaba sendo uma das causas para a arrogância característica da personagem. 

9 - Daken


"Que isso?! Agora vai dizer que até o Wolverine é gay?" Calma que esse não é o Wolverine e ele não é exatamente gay. Esse é o Daken, filho do Wolverine, criado em 2007 por Daniel Way e Steve Dillon. Ele herdou aquela cura acelerada e as garras, mas não ficou na sombra do pai. Ele é um membro das versões "do mal" dos X-Men e dos Vingadores (sim, um dos vilões). Além disso, também tem um "controle de ferormônios" que pode influenciar muito nas outras pessoas. É aí que ele acaba flertando com qualquer um para manipular, seja homem ou mulher. A TQS acrescentou que até chegou a beijar o Gavião (o Hawkeye, personagem do Jeremy Renner em "Os Vingadores"), mas na verdade ele beijou foi o Mercenário (Bullseye), que é o Gavião Arqueiro Sombrio (de os Vingadores Sombrios). De qualquer forma, ainda foi um momento épico, veja aqui. 

8- Batwoman


Só para variar, esse é um daqueles casos em que eles criam pessoas diferentes com o mesmo codinome. Por acaso, as duas estão relacionadas ao mundo gay. Kathy Kane, a primeira, surgiu na década de 50 para se aproximar do Batman e afastar os rumores de que ele era gay (foi muito eficaz, como a gente pode ver). Já a atual, a Kate Kane, surgiu em 2006. A primeira coisa que apareceu no google quando pesquisei o nome dela foi: "A atual Kate Kane é lésbica". Acho que isso já é bem esclarecedor. Até o Lanterna Verde, ela provavelmente foi a personagem gay da DC mais conhecida, por estar relacionada ao Batman e tal. 

7- Apollo e Midnighter


Esse foi outro momento de surpresa para mim, descobrir que havia personagens inspirados no Super-Homem e no Batman concretizando o caso entre os dois imaginado há muito tempo. O relacionamento entre o Apollo (estilo Super-Homem) e o Midnighter (estilo Batman) se desenvolveu pelo primeiro volume de "The Authority" e levou ao casamento dos dois com a adoção da Jenny Quantum. "Ué, mas o primeiro casamento não era da Marvel?" O primeiro casamento mainstream. Apollo e Midnighter fazem parte dos super-heróis do submundo dos quadrinhos, em um dos muitos universos criados (mesmo que sejam da própria DC, como o Batman e o Super-Homem). Mas, por favor, não termine esse post pensando que eles são apenas uma versão gay dos outros super-heróis, com o tempo eles foram ganhando profundidade e charme, se destacando e virando personagens interessantes por si só. Aliás, a HQ de estreia deles vendeu muito mal, mas eles conquistaram as pessoas dentro do próprio escritório da DC e ninguém quis parar de produzir histórias com eles. 
*Eu não encontrei nome em português para eles, não sei se foi publicado no Brasil e recebeu termos em português. 

Se você está onda de DC vs. Marvel: o Apollo foi o primeiro personagem abertamente gay da DC, mas apareceu só sete anos depois do Estrela Polar afirmar a própria sexualidade. 

6- Karma


Essa imagem dela foi totalmente por falta de foto melhor e não aguentar mais ver pornografia (não sei o que a Karma tem para colocarem ela em tudo quanto é fantasia erótica). Ela é uma dessas personagens que estão lá há muito tempo, não chegam a ser totalmente a estrela, mas também não desaparecem. Ela, no mínimo, ganhou um nível de repeito como X-Men honorária. Fundadora dos Novos Mutantes na década de 80, fugiu do Vietnã nova e guardiã dos irmãos mais novos. Hoje em dia faz mais pontas nos quadrinhos (tipo olha a Karma!) e é uma das lésbicas mais conhecidas. 

5- Xavin


A Xavin é de uma série da Marvel relativamente nova e aclamada pela crítica, Fugitivos (Runways). Essa é a que eu costumava ler, mas não fazia ideia de que tinha a ver com a Marvel e de que tinha alguma importância (não tente entender). A Xavin não é qualquer personagem. Para começar, ela (ou ele?) é uma alienígena da raça Skrulls (eles mudam de forma). Ela ainda é uma Super Skrull, um tipo que adquire a habilidade de imitar os poderes dos super-heróis da Terra, então ela combinou os poderes do Quarteto Fantástico. E daí? Bem, ela veio para a Terra se casar com a Karolina Dean, membro dos Fugitivos. Sem saber que a garota era lésbica, apareceu como um homem. Depois de descobrir, se transformou em mulher e elas continuaram o romance. Xavin usa essa habilidade de mudar de sexo mais de uma vez e ninguém sabe se ela nasceu homem ou mulher. Se você for pensar, ela é tipo a primeira transsexual dos quadrinhos*.
*Se bem que a Mística...  

4- Anole


Se a Lady Gaga lesse quadrinhos, os do X-Men seriam os preferidos dela. No maior estilo "born this way", provavelmente é o grupo de super-heróis que mais abriga os excluídos. Anole, que aparece em Novos Mutantes, é um dos personagens mais normais dessa lista (segundo a TQS, porque ser uma espécie de lagarto humano é supernormal). Mas dá para entender o ponto de vista deles: é que Anole não é só mais um personagem homossexual, pelo menos não é por isso que ele é lembrado. O personagem, que a príncipio só seria secundário e terminaria sua história nos quadrinhos com um suicídio por não aguentar a exclusão (mutante e gay!), acabou ganhando espaço e se destacando por seus atos heroicos. Por curiosidade: em sua passagem entre os X-Men teve como tutores outros dois personagens dessa lista, a Karma e o Estrela Polar. 

3- Hulking e Wiccano


Se você não sabe, existe um grupo chamado Jovens Vingadores, que foi formado por novos super-heróis para manter a essência dos Vingadores depois que o grupo principal se desfez. Todos eles têm alguma referência direta com um dos principais Vingadores. Hulking, como é difícil perceber, é o Hulk dos Jovens Vingadores. Mas não vá achar que ele é só uma cópia. Para começar, ele é mais alguém que pode mudar de forma do que alguém que fica verde de raiva, além de ter a própria história (aliás, ele é meio-Skrull - lembram da Xavin de Fugitivos? Pois é, esse é o universo da Marvel se misturando). Já o Wicanno é o correspondente do Thor, que é um mago e todo o resto você pode entender aqui (ou lendo). Eles são umas das bases dos Jovens Vingadores e entraram na lista pelo mesmo motivo que o Anole: não são destacados pela opção sexual, mas por outras qualidades. Sabe como é, quando tem personagem gay parece que a vida toda da pessoa se converge nisso, mas é bem diferente na realidade.
*Isso me fez imaginar o Mark Ruffalo com o Chris Hemsworth...

2- Estrela Polar


Apesar do nome que não ajuda muito a seriedade da coisa (Northstar até que é um pouco melhor), ele é provavelmente o maior representante LGBT das HQs. Desde 1979, quando foi criado, sua opção sexual já estava nas entrelinhas, mas por causa da época que era realmente proibido personagens gay na Marvel, ele só pôde sair do armário em 1992 e desde então tem sido um dos X-Men, professor no Instituto Xavier, mentor de Anole, assassinado por Wolverine (e ressucitado por ninjas malignos) e até escreveu sobre suas experiências como gay e mutante. Nos novos quadrinhos da Tropa Alfa (X-Men no Canadá), ele é mostrado vivendo com seu namorado. Ele pode ter pedido o papel principal, mas ninguém pode negar seu lugar na história dos quadrinhos.

1- Renee Montoya aka Questão


Ela não só ficou em primeiro lugar como parece ser uma das personagens mais cativantes dos últimos tempos. Ela foi criada para ser uma detetive em um dos quadrinhos do Batman, mas foi desenvolvida com o tempo chegando a virar um dos super-heróis da DC. Segundo o TQS, ela foi além dos estereótipos (lésbica e minoria étnica) e é uma das personagens mais humanas da DC. Ela tem falhas, não tem medo de sujar as mãos e reage às situações do modo que nós esperaríamos que ela reagisse ("the ultimate everywoman"). Ela não tem superpoderes, gadgets de alta tecnologia ou uma fortuna, mas ainda assim consegue enfrentar os vilões. Ah, e chegou a ficar com a nova Batwoman. 

Como ela ficou em primeiro no top 10 e a história é realmente interessante, vou colocar um resumo do dito na TQS:
O Duas Caras se apaixona pela Renee e decide que a única forma de ficarem juntos é se afastar ela de tudo, então divulga uma foto dela com outra mulher (e aí todo mundo descobre que ela é lésbica) e faz com que ela seja acusada de um assassinato. Para completar, sequestra a coitada para forjar uma fuga. É claro que o Batman aparece para salvar o dia, mas a vida dela ainda está uma confusão, com a rejeição dos pais religiosos. (na série Gotham City Contra o Crime) Mais tarde, ela acaba saindo da polícia cansada da corrupção.

A vida de Renee Montoya como super-heroína começa quando Vic Sage (Questão) decide treiná-la e ela acaba se tornando o novo Questão. (52)


Comentários extras

>>>Eu falei tanto a expressão "sair do armário" pra fazer esse post, que eu já estava imaginando uma festa LGBT em Nárnia.
Homem-Aranha não gostou
>>>Vi tanto sobre personagem gay, que eu já to com a impressão de que só tem gay em HQ. 

>>>Interessante como é muito menos polêmico a mulher ser lésbica do que o homem ser gay, né? Só (um pouco) em defesa, é porque os super-heróis justamente carregam a ideia de "machos que defendem o mundo", que já é o contrário do estereótipo de gay. Enquanto as mulheres, quando se metem na luta, já precisam ser um pouco mais "machas" do que o normal. 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Em Outros Bares #8 - Amazon, American Horror Story, Marvel e Lendo em Inglês


O oitavo EOB (e 70° post do blog \o/) traz três notícias - tem para todo tipo de gosto, livros, séries de TV e quadrinhos - e dicas para ler em inglês. Viu um post legal por aí e achou ele a cara do CC? Preencha esse formulário e nós indicaremos o post aqui!

>>>Amazon no Brasil - Revolução Ebook
Parece que (enfim) a Amazon vai desembarcar por essas terras. E, mesmo que não se saiba ainda a data exata, a ideia já vem causando certo alvoroço por aí. Não há como garantir, mas é bem provável que a empresa também venda livros impressos. Os preços? Isso é outra história. Há quem diga que os livros digitais sairão por um preço mais em conta, mas isso será com as editoras. Por enquanto a única certeza é que as oportunidades devem aparecer, uma vez que o mercado de livros digitais no Brasil está no início e tende se espera um crescimento grandioso. O que nos resta é aguardar. 

Na verdade, o título original é sobre a troca de elenco, mas eu mudei porque essa é a parte que eu achei interessante. Essa matéria também fala um pouco sobre o formato da série, que é de cada temporada com uma nova história. É um estilo que me fez lembrar a livro de contos e não é muito comum. Como o objetivo do EOB é trazer posts que poderiam ter sido do CC, está aqui a indicação. Vale tanto para os fãs de American Horror Story quanto para quem gosta de séries no geral. 

Recentemente a Marvel Comics divulgou que planeja lançar uma coleção de livros inspirados nas histórias em quadrinhos. O primeiro tema seria a Guerra Civil. A linha seguiria as edições convencionais norte-americanas: primeiro veremos a versão em capa dura e depois a versão em capa mole, já com o preço mais em conta. Segundo o editor chefe da Marvel - Axel Alonso - já estão previstos quatro livros para 2012. Ansiosos?

Quem está começando ou quer começar a ler em inglês sempre fica falando "Ah, mas é tão difícil! E vai ser tão chato, vou ter que ficar procurando palavras no dicionário toda hora!". Pensando nisso, a Giu do Amount of Words fez um post com dicas para quem quer passar a ler os livros em inglês. As dicas realmente úteis e vale a pena também dar uma olhada nas dicas que a Bell do Nem Um Pouco Épico também deu, confiram!

Veja Também:




Até a próxima!