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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Punk'd Is Back: veja como está sendo a nova temporada


Para quem não lembra, Punk'd é um programa da MTV em que artistas caem em pegadinhas e era apresentado pelo Ashton Kutcher. Havia parado de passar em 2007 e agora, para a felicidade dos trolls da internet, voltou. A dinâmica é um pouco diferente, já que em vez do apresentador fixo agora cada episódio uma celebridade apresenta e escolhe algumas pessoas para enganar. Mas, no geral, ainda diverte bastante.

O primeiro episódio da 9ª temporada, que foi ao ar 29 de março, teve como apresentador o Justin Bieber (alerta anti-preconceito! continue lendo), que armou para a Taylor Swift, o Sean Kingston e a Miley Cyrus. Provavelmente buscando atrair o público mais novo que não pegou a versão antiga. Já o segundo episódio será com o Bam Margera, que eu não lembrava da existência desde a época do Jackass, do jogo Tony Hawk e, é claro, do antigo Punk'd. Pelas referências, parece que querem mostrar que os fãs antigos também vão ter espaço nessa nova temporada. 

Primeiro episódio:
"Achei o da Miley bem legal, mas ver a Taylor quase chorando por ter arruinado o casal foi épico!" - João Lucas no twitter
O mais legal do Punk'd é que pega as celebridades fora de guarda, sem saber que estão sendo filmadas e, muito menos, enganadas. O primeiro episódio começou bem com a Taylor Swift dando ataque por ter "destruído" um casamento (foi épico). Depois veio com o Rob Dyrdek, que percebeu e eles mudaram o foco para o Sean Kingston, mas não foi grande coisa. E, para terminar, um punk'dception(?). A Miley Cyrus será uma das futuras apresentadoras e achou que uma de suas vítimas seria o Justin Bieber, mas ele já sabia e aprontou para ela, que quase teve um ataque assistindo (a cara dela de surpresa-descrença é ótima HAUHUAHA). Para aqueles que não gostam do Justin Bieber, ainda há a oportunidade de ver a Taylor e a Miley batendo nele. E eu já estou esperando os próximos episódios.

Próximos episódios:

As informações não são muitas e não dá para confiar em tudo, mas aqui diz que o próximo é mesmo o do Bam Margera e que ele vai armar para o rapper Tyler, the Creator; para o Ronnie Magro; e o Tyler Posey (já postamos um clipe com ele aqui). 

Outros episódios confirmados: Um com a Miley Cyrus, que de certo terá o Liam Hemsworth como vítima; Um com o rapper Nick Cannon que junto com o All Time Low vai pegar a Demi Lovato; E um com o Kellan Lutz.



terça-feira, 6 de março de 2012

Para quem gosta de música: We Are The In Crowd

"Alguém que gosta muito de música tentando dizer por que esse artista chamou atenção. O nome para quem gosta de música não é à toa, essa coluna aleatória é dedicada a todos aqueles que adoram descobrir um novo artista. Aqui eles estão, aproveite e até indique algum." 

Hoje: We Are The In Crowd
Origem: Estados Unidos
Similares: Forever The Sickest Kids, Demi Lovato, All Time Low, Senses Fail, Paramore, We The Kings, Hey Monday, The Maine, A Rocket To The Moon, The Ready Set, Sum 41...

We Are The In Crowd chama atenção por apresentar um som iniciante, parecido com a primeira fase da maioria das grandes bandas que nós conhecemos hoje (Paramore, All Time Low, We The Kings, Forever The Sickest Kids...). É aquela mistura de música de garagem, explosão de juventude e acabamento razoável. Ah, e o som deles é um Pop Rock mais para rock do que para pop.

Confesso que não sabia da existência dessa banda até o #NEXTGENERATIONFEST ser anunciado. Foi um susto: como assim já tá vindo para o Brasil e eu nem conheço?! Fui correndo buscar informação e descobri o motivo. O We Are The In Crowd é relativamente mais novo. Surgiu em 2008, mas só em 2009 fechou contrato com gravadora e mudou o nome para o que conhecemos hoje ("We Are The In Crowd"). Essa época foi justamente a minha transição fim de colégio-início de faculdade, que me afastou um pouco das novidades.

Eles começaram com o EP Guaranteed To Disagree, lançado após o contrato com a Hopeless Records (mesma gravadora do All Time Low, Yellowcard e The Used). Esse EP tem músicas que embalam, com refrões que marcam, dá pra sacudir bastante a cabeça, mas a palavra que marca as músicas é "desordem". Não apresenta tanto o acabamento fechadinho de álbuns de estúdios. Cuidado! Isso não significa que é ruim. Esbarrei por uma resenha (em inglês) muito boa do EP no Absolutepunk.net, feita por um desses críticos cheios de preconceito que teve que dar o braço a torcer (mas que ainda é um crítico cheio de preconceito). 

O primeiro cd Best Intentions é marcante. Nesse, as músicas já estão mais trabalhadas, com o acabamento padrão. Porém, ainda apresenta a força e o lado iniciante da banda. "Rumor Mill", um dos singles, mostra que a banda tem muito a oferecer.

Esse cd é um híbrido de Demi Lovato na época do Don't Forget e Avril Lavigne na época do Let Go misturado com bandas como Sum 41, Forever The Sickest Kids, Senses Fail e The Swellers. Também tem um pouco do Paramore que foi revelado na músicas extras como "Stop This Song" e "Decoy". Pode parecer meio incoerente porque a maioria desses nomes não seriam vistos juntos, mas é aí que entra o We Are The In Crowd. Resgatando várias referências e ainda trazendo duas vozes marcantes ao mesmo tempo, consegue trazer algo novo. Se a banda seguir esse caminho, tem grandes chances de crescer.

Além disso, uma coisa que me chama bastante atenção é a mistura de vozes. Primeiro, a Taylor Jardine (mais uma Taylor para lista). Às vezes enquanto ela canta a voz vai ganhando uma força que eu gosto muito. E, junto com ela, canta o Jordan Eckes. O modo como eles utilizam a voz dele traz um toque especial para as músicas e de quebra ainda combina com a dela. Acho que as músicas deles cantadas por outras pessoas não teriam a metade do efeito.

O We Are The In Crowd com certeza me surpreendeu, principalmente por resgatarem uma música que estava sendo perdida no meio do excesso de batida eletrônica e variações (para você ver, boa parte dos nomes de referência apresenta mais semelhanças no passado do que agora). Se você gosta das bandas citadas no Similares ou de música, com certeza vai dar sorte com eles.

"Rumor Mill": Esse clipe me fez realmente prestar atenção na banda. 


Sobre as músicas: Como sempre, ouvir todas as músicas vale a pena, mas eu indicaria para começar pelas do cd Best Intentions, principalmente com "Rumor Mill". Se você já viu o clipe ali, então vamos passar para outras. "See You Around", "All Or Nothing", "On Your Own" e "Kiss Me Again". Já do Guaranteed To Disagree eu acho difícil escolher, mas vou ficar com "Never Be What You Want" e seu refrão chiclete ("I'll never be what you want, I wouldn't change any part of me...") que é um dos que eu mais gosto e ainda tem a participação do Will Pugh do Cartel! Eu, decididamente, tenho que voltar aqui para falar do Cartel qualquer dia. Voltando ao WATIC, do EP você ainda pode começar por "Carry Me Home", "Lights Out" e "Both Sides Of The Story". 

Curiosidades:
>>>Segundo o Wikipédia, em abril de 2009 o MySpace da banda foi hackeado e o Absolutepunk.net postou uma notícia sobre o que aconteceu. Acabou que além de da banda ficar mais conhecida, alguém da Hopeless Records viu e decidiu fechar um contrato com o "The In Crowd", como era chamado na época. Foi mais tarde nesse mesmo ano que eles trocaram o nome para o "We Are The In Crowd", porque o antigo já era usado.

>>>A Taylor Jardine e o Jordan Eckes fazem aniversário em março. Ela dia 7 (amanhã!) e ele dia 24. Só para constar: eu também faço aniversário nesse mês. HUAHA


Veja também:
>>>Vídeo e informações do #NEXTGENERATIONFEST com We Are The In Crowd, A Rocket To The Moon e The Ready Set.

>>>Mais informações e notícias sobre a banda no Portal Watic

>>>Vídeo de versão acústica deles.

>>>Veja os outros Para quem gosta de música.

>>>Estamos postando mais fotos no Tumblr ao longo da semana.