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quarta-feira, 20 de junho de 2012

[Resenha] Dividindo Mel, de Iris Figueiredo

por Paulo Vaughan
- Livro: Dividindo Mel
- Livro Único
- Autora: Iris Figueiredo
- Editora: Draco
- Comprar: Amazon, Travessa, Saraiva.
- No skoob










Mini-crítica:
O livro conta a história de Melissa Prudente, uma garota de 19 anos que começa relacionamentos amorosos tão rapidamente assim como os termina. Depois de conhecer um cara bonitão na rua e ter descoberto que ele é filho do advogado de seu pai, ela logo se apaixona por ele. Eles namoram mas logo Mel fica abalada enquanto redescobre os seus sentimentos pelo melhor amigo, Mateus. A leitura foi muito agradável porque o livro é leve e descontraído, daqueles que você pode ler em um único dia, sem compromisso. Recomendado para os amantes do gênero e também para quem, assim como eu, está querendo descobri-lo.

Quer saber mais? Clique abaixo para conferir a resenha completa.

 “Dividindo Mel” traz a história de Melissa Prudente, uma garota de 19 anos. A garota tem uma espécie de carma: ela se apaixona rápido demais (e, consequentemente, namorando demais) e termina esses relacionamentos na mesma velocidade (para vocês terem ideia, em uma passagem do livro ela namorou dez garotos em um período de dois anos). O livro começa depois de ela ter terminado com um namorado e ela está naquele período de fossa e tal, ela não fica, porém, sozinha. Ela tem a Rebeca, que é a sua melhor amiga e é daquelas com que você pode contar em todas as horas.

Do jeito que a Melissa é, bastou conhecer um cara bonitão na rua para se apaixonar novamente. A situação piorou (ou melhorou?) para ela depois de descobrir que Ricardo, o cara que conheceu na rua, era filho do advogado do seu pai. Os dois começaram um relacionamento, mas, como a Frini sempre diz, tem que ter dois gatinhos na história.

O segundo gatinho de “Dividindo Mel” é, na verdade, o melhor amigo da Melissa, o Mateus, que ela conhece desde criança. Depois da viagem que ela e seus amigos fizeram durante as comemorações de fim de ano ela percebeu que na verdade sempre o amou. Bem, o resto você já deve ter percebido qual é.

“Dividindo Mel” foi uma surpresa boa por dois motivos. Primeiro porque esse foi primeiro chick-lit* que eu li e foi uma leitura bem agradável. E segundo porque eu adorei a escrita e o estilo da Iris Figueiredo o que de certa forma foi uma surpresa porque eu adoro as resenhas dela (para quem não sabe, ela é a dona do Literalmente Falando) e não tinha certeza se o livro dela seria tão bom quanto.
*Não gosto muito desse termo, maaaas...

Gostei bastante da escrita e do modo que a Iris narra, é bem leve e agradável. Uma coisa que não incomodou a mim especificamente, mas que pode ter incomodado alguém é que o livro é bem “regionalizado”. É que a autora situou a história em Niterói e ao longo do livro ela acabou usando nomes de ruas e avenidas que mesmo eu morando em uma cidade vizinha eu não conheço e acabei ficando "desnorteado". Sei que outros autores situam suas histórias em países distantes e do mesmo jeito eu não sinto isso, porém esses autores descrevem as ruas e fica mais claro e quando usam o  nomes de alguma rua é uma já famosa e tal. Não sei se ficou claro, mas de qualquer forma não é exatamente uma reclamação, apenas um detalhe que eu não gostei muito.

E fiquei feliz porque os diálogos foram bem convincentes. Digo, depois de ter lido alguns livros de autores brasileiros com uns diálogos bem falsos e superficiais meio que fiquei traumatizado (?). E não pense que é preconceito meu, tem muito livro de autor estrangeiro com diálogos como esse que eu inventei para exemplificar:
- Amiga, amei seu penteado novo!
- Ah, fiz pra festa de hoje, não está lindo?!
- Sim! Agora você está pronta, força na peruca!
- Não posso é balançar se não desmancha tudo! - Ri.

Enfim, "Dividindo Mel" me proporcionou um bom momento de lazer e indico para aqueles que procuram um livro para as férias ou um "feriadão". Leva 3 conversinhas porque o livro é divertido, agradável e tudo mais, porém não foi para mim especial a ponto de levar 4 conversinhas.

Sobre o ebook
Eu comprei um kindle recentemente e li esse "Dividindo Mel" nele e tenho que dizer que gostei bastante. A diagramação é tão "bonita" quanto ao livro físico, porém nessa versão não há as ilustrações em cada começo de capítulo que eu vi as pessoas dizendo que tem. De qualquer forma, vale muito a pena comprar porque custa apenas 5 dólares e, obviamente, não há nenhum custo de frete. Aliás, se você tiver um kindle vale a pena conferir livros de autores nacionais lá. A própria Draco além de ter vários de seus livros em versões ebook (que variam de $5 até $10) tem diversos contos de autores brasileiros por $1 e $2. “Perdida”, um livro nacional que me chamou bastante atenção também tem versão em ebook por $5, mas não sei se outros da Baraúna estão disponíveis no formato. Isso é uma coisa muito legal porque é um sinal de que a editoras brasileiras estão investindo no ebook a preços bons* e espero que isso melhore ainda mais quando a Amazon finalmente chegar ao Brasil.
*Enquanto isso ainda tem muita editora grande cobrando no ebook apenas R$10 a menos do que o livro físico, o que se você pensar bem não é vantagem nenhuma.


Classificação:
(3/5 conversinhas)


Até a próxima!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Em Outros Bares #9 - Chick-lit, Capas, Slogans e uma garota que lê


O nono EOB traz quatro notícias - tem para todo mundo, desde livros, romance, fotografia, e até... Chuck Norris? Não exatamente. Separei os posts que mais nos chamaram a atenção nos últimos dias e quero saber se você também achou algo legal! Viu um post interessante por aí e achou que ele tem a cara do CC? Preencha esse formulário e nós indicaremos o post aqui!

>>>Você  sabe o que é chick-lit? - Estante Vertical
É tanta classificação que tem por aí no mundo literário que a gente acaba se confundindo de vez em quando (Chick-lit pra um lado, YA pro outro, distópico, contemporâneo... Tem para todos os gostos). É por isso que eu adoro esses posts que discutem as variedades, como nós fizemos com Triângulos Amorosos por aqui. Conhecendo ou não, vale a pena dar uma passadinha para ver um pouco mais sobre o que é chick-lit.

>>>Capas pelo Mundo - April-1993 
Adoro capa de livro (MESMO) e outro dia estava comentando sobre a capa espanhola de "A Guerra dos Tronos" no twitter. Então eu adorei quando encontrei no April-1993 uma coluna as diversas capas pelo mundo afora. O link indicado é para as da série Feios, cujo último livro, Extras, está sendo lançado pela Galera Record por aqui.

O título não é de um post, mas de um dos slogans que esse site faz. Como o próprio nome diz e é fácil deduzir: é um site simples que cria slogans. Uma montanha deles, com diversos temas. Basta entrar, digitar o nome e clicar em "Make a Slogan!". Pronto, aí está o seu. Porque... "mmmmh... ConversaCult". Ou, como a Dana tentou: "Dana is your freedom" (mas é claro que fizemos um slogan pra a gente e pra tudo o que conhecemos! u.u).

>>>Namore uma garota que lê - Equalize da Leitura
Achei esse texto por acaso na internet, e achei muito interessante. Não só pelo clima leve, mas também pela veracidade dos fatos. Tudo que é dito é inegavelmente verdade, e ao mesmo tempo... lírico.  E se você é do tipo que não curte muito poesia em post, saiba que o amor está em todo lugar! E também (é claro), está presente nos livros, mas aposto que dessa parte você já sabia. E leitura faz sim diferença! Esse post que o diga.

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Até a próxima!