Heey! Mais um post da coluna 'Três livros sobre...'* e dessa vez é um pouco diferente (começando pelo título, que teve o "sobre" trocado por "de"). Com a aproximação do 7 de setembro, muitos blogs estão fazendo um especial sobre 'dia de apoio ao escritor nacional', que deve durar a semana inteira. Nós do CC resolvemos então ir nessa onda e indicamos três livros nacionais, cada um lido por uma pessoa da equipe. As fotos aqui em cima são dos escritores brasucas, na ordem: Raphael Draccon, Estevão Ribeiro e André Vianco.
*Essa é uma coluna da Iris Figueiredo no Literalmente Falando, chamada 'Três livros sobre...', que nós estamos usando aqui no blog. O primeiro foi Três livros sobre... amor, feito por todos da equipe.
*Essa é uma coluna da Iris Figueiredo no Literalmente Falando, chamada 'Três livros sobre...', que nós estamos usando aqui no blog. O primeiro foi Três livros sobre... amor, feito por todos da equipe.
"Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas" é o primeiro livro de uma trilogia brasileira, embora não pareça o tipo de livro brasileiro com que você está acostumado. Eu mesma li o livro há uns dois anos. Por algum acaso, eu comecei pelo segundo volume - um erro comum, porque o autor mudou de editora enquanto escrevia a série. De qualquer forma, só para você saberem, "Caçadores de Bruxas" é o primeiro mesmo. :)
Pra começar, "Drações de Éter" conta uma história que acontece em um outro mundo, onde fadas existem. E não, não há dragões, apesar de a referência do título acusar isso. Esse mundo diferente há muito anos presenciou uma era de guerra, sangue e morte, por conta da criação da magia negra (que se desenvolveu porque algumas fadas se voltaram contra as outras raças). No entanto, esse tempo já passou, e hoje todo mundo em Nova Ether vive em paz.
Ou não. O que você precisa entender é que Dragões de Éter tem um nível de complexidade muito grande para resumir em 3 ou 4 parágrafos (um dia eu escrevo um CCIndicação para poder explicar melhor). De qualquer forma, o que dá pra saber é que o livro narra a vida de sete jovens, em diferentes estágios da vida adulta, que começam a perceber e presenciar coisas estranhas acontecendo, coisas que não deveriam acontecer em uma era de paz.
O número de referências à cultura pop e a contos de fadas é gigantesco, para dizer o mínimo. Cada um desses sete jovens de alguma forma faz uma ponte com alguma coisa que você já tenha ouvido falar. Desde Chapeuzinho Vermelho, até João e Maria e a Princesa e o Sapo. Além disso, é um desses livros que fazem você pensar - e muito - depois que termina. Eu considero a série toda muito poética.
Pra começar, "Drações de Éter" conta uma história que acontece em um outro mundo, onde fadas existem. E não, não há dragões, apesar de a referência do título acusar isso. Esse mundo diferente há muito anos presenciou uma era de guerra, sangue e morte, por conta da criação da magia negra (que se desenvolveu porque algumas fadas se voltaram contra as outras raças). No entanto, esse tempo já passou, e hoje todo mundo em Nova Ether vive em paz.
Ou não. O que você precisa entender é que Dragões de Éter tem um nível de complexidade muito grande para resumir em 3 ou 4 parágrafos (um dia eu escrevo um CCIndicação para poder explicar melhor). De qualquer forma, o que dá pra saber é que o livro narra a vida de sete jovens, em diferentes estágios da vida adulta, que começam a perceber e presenciar coisas estranhas acontecendo, coisas que não deveriam acontecer em uma era de paz.
O número de referências à cultura pop e a contos de fadas é gigantesco, para dizer o mínimo. Cada um desses sete jovens de alguma forma faz uma ponte com alguma coisa que você já tenha ouvido falar. Desde Chapeuzinho Vermelho, até João e Maria e a Princesa e o Sapo. Além disso, é um desses livros que fazem você pensar - e muito - depois que termina. Eu considero a série toda muito poética.
-Igraínne Marques
“A Corrente” fala, obviamente, de uma corrente na internet. Tudo começa quando Roberto, um homem que ganha a vida como hacker (e roubando o dinheiro da conta das pessoas que têm a infelicidade de digitar os próprios dados na cópia - do site do banco - que ele cria), recebe um email, na verdade, uma corrente. Por pura brincadeira, Roberto resolve passar o email para sete pessoas, como pede Bruna, a remetente. Porém, o que o homem achou que nunca fosse acontecer aconteceu: as pessoas que receberam a corrente morreram de forma cruel e, para piorar, ele anda tendo sonhos macabros com uma menina.
Tenho que confessar que eu sou quase uma criancinha para qualquer coisa de terror. Seja um filme, um programa de TV e até um livro, eu vou ficar com medo antes de dormir. É um fato. E, bem, “A Corrente” conseguiu fazer isso muito bem. O livro tem um ritmo muito bom e te faz com que você não consiga largá-lo, além de te envolver na história, fazendo você querer saber a origem da corrente e tudo mais.
É um livro que eu recomendo bastante para quem gosta de um bom thriller. É uma leitura super rápida por conta do pequeno número de páginas e ainda tem uma história muito bem fechada, daqueles livros que você vê que cada detalhe e característica de um personagem não foi feita sem motivo, tudo se junta e forma um círculo perfeito. Sem dúvida leva quatro conversinhas e ainda dá vontade de ler mais do autor.
-Paulo Vaughan
Eu li esse livro faz muito tempo, muito mesmo. Mas achei que valia a pena trazer ele para o Especial Nacional. "Os Sete" é do autor André Vianco e eu acredito que ele é um dos primeiros com um livro sobrenatural voltado mais ao público jovem que conseguiu algum destaque no Brasil. Eu gostei de ter lido e vale a pena conhecer.
A história de "Os Sete" começa quando Tiago e uns amigos mergulham para ver os restos de um antigo navio atrás de algum tesouro e acabam retirando do fundo do mar uma estranha caixa de prata. E é aí que as coisas dão errado... Sete vampiros despertam e Tiago precisa conter o problema enquanto o número de vítimas não para de crescer. O livro, em si, é uma mistura de ação, mistério e sobrenatural com uma escrita bem feita que já vale a pena simplesmente por ser bom para quem gosta do estilo.
Mas enquanto eu lia o que eu com certeza mais gostei é que tudo acontece no Brasil e parece real. Os cenários, as cidades e os personagens são daqui, mas bate peito a peito com qualquer história do tipo lá de fora. Pessoalmente, acho MUITO legal ver uma história assim em um lugar perto de mim.
A mitologia também vale super a pena. Só para dar ideia: um dos vampiros também é um lobisomem. O QUÊ? Isso mesmo. Cada um dos Sete tem um poder específico, é muito legal. Faz mais de 5 anos (!) que eu li esse livro e a história ainda volta na minha cabeça de vez em quando.
-Dana Martins
E aí, gostaram? É legal conhecer um pouco dos livros nacionais porque muita gente acha que escritor brasileiro não sabe escrever ficção, muito menos fantástica voltada para Jovens Adultos. E no entanto, tem muita gente boa por aí que tem tanta qualidade quanto os autores lá de fora.
Conhece algum livro nacional bem legal que a gente não citou? Comenta! Já ouviu falar de algum dos três? Já leu? Comenta também! Queremos saber a sua opinião!





